E aí, Corredor?!
Depois de um ano sabático no Blog, sem realizar postagens, estamos de volta e por que o final de ano merece ser lembrado para nós corredores pelas grandes mudanças ocorridas e pelos grandes feitos que aconteceram em provas ocorridas mundo afora.
Tem sido um ano intenso, cheio de acontecimentos e quebra de recordes. Reuni alguns que acho que merecem destaque, mas quem souber de outros, pode comentar. Vamos lá!
O maior deles, sem dúvida, foi a quebra do recorde da Maratona. O feito foi do queniano Eliud Kipchoge, atual campeão olímpico da modalidade. Ele terminou a prova em 2h01min39s, mais de um minuto a menos que o antigo recorde, de 2014, do compatriota Dennis Kimetto, que fez os 42,195k em 2h02min57s. Vale lembrar que no Breaking2 da Nike, o queniano fez a distância em 2h00min52s.
Mas as surpresas das corridas no ano começaram logo no início do ano. Em Boston, a histórica Maratona foi vencida por um atleta amador. Tudo bem que o japonês Yuki Kawauchi já é um velho conhecido dos experts em corrida, registrando marcas comparáveis aos melhores fundistas africanos, mas ele não se dedica exclusivamente ao esporte. Kawauchi cumpre diariamente uma rotina de trabalho em uma escola pública na cidade de Saitama, no Japão.
Em San Diego, na Califórnia, uma garota de 10 anos foi vencedora da prova de 5k que aconteceu dentro da Rock`n Roll San Diego Marathon. Arielle Avina venceu a disputa, que contava também com competidores adultos, com o tempo de 19min17s, 11 segundos mais rápida que Anya Shapkina, de 25 anos, segunda a cruzar a linha de chegada.
A Maratona de Nova York continua reunindo números impressionantes. A prova reuniu cerca de 50 mil corredores de quase 150 nacionalidades.
O estudante norte americano Zach Prescott quebrou o recorde da milha, fazendo os 1,6k em 4min43s. Detalhe: ele fez o percurso fazendo malabarismos com 3 bolas. O antigo recorde para essa corrida incomum era de 1986, 0,6s mais lento que o feito de Prescott.
Em maio, o alemão Hendrik Pfeiffer também bateu um recorde diferente. Correu uma meia maratona de terno em 1h12min47s. E foi também de terno que a norueguesa Karoline Skatteboe entrou para o seleto grupo de recordistas fazendo os pouco mais de 21k da Providence Rhode Races em 1h29min14s.
Fontes: Revista O2 e Wikipédia
De corredor para corredor. A cada passada uma história. Dicas de corridas, treinos, saúde. Calendário de corridas de rua pelo Brasil e pelo mundo. E muito mais.
terça-feira, 11 de dezembro de 2018
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
CLONAGEM NA SÃO SILVESTRE
E aí, Corredor?!
Um caso me chamou a atenção em 2017 no nosso esporte. Foi o que aconteceu na Corrida de São Silvestre, quando vários corredores de uma mesma assessoria esportiva participaram da prova com o mesmo número de inscrição.
O fato repercutido em mídias sociais, com depoimento e fotos de várias pessoas pelo Facebook, Twitter e WhatsApp, entre outros, e depois replicado por vários portais de informação.
Para contextualizar: Na corrida de São Silvestre de 2017, ao menos 12 corredores com a camisa da assessoria esportiva Run Up, de Sorocaba (SP) foram flagrados correndo com o mesmo número, 23023.
Fotos com corredores correndo lado a lado e com o mesmo número foram registradas por amadores pela prova. E o mais agravantes, segundo as reportagens, é que não é a primeira vez que isso aconteceu com integrantes da mesma assessoria. Isto também foi relatado nas São Silvestres de 2014, 2015 e 2016.
A assessoria de comunicação da Run Up já se manifestou dizendo não corroborar com tais atos e que tal iniciativa veio dos próprios alunos, se eximindo de culpa e declarando que tomaria as providências cabíveis em relação aos flagrados no "delito". A organização da São Silvestre esta analisando o caso.
Aí eu me pergunto: onde vamos parar? Onde este país vai parar?
Essas pessoas que fraudaram o número devem, em algum momento de suas vidas, reclamar da situação do país, da classe política, de como o juiz roubou contra o seu time naquela final, etc. Mas não devem achar que estão errados. Afinal, "todo mundo faz isso, por que eu não posso fazer?!".
Vamos refletir nós mesmos: quantas vezes fazemos algo errado por achar que, por ser tão comum ver as pessoas fazerem, acabamos achando normal e até mesmo que não é errado.
Vou contar um exemplo pessoal: corri várias provas na "pipoca", aproveitando a segurança proporcionada pela organização e, de vez em quando, da distribuição de água. Não chegava a ter remorso pelo fato de vários corredores e muitos amigos fazerem o mesmo.
Mas aí, um dia, numa prova em que eu havia pagado, de repente faltou água em alguns pontos de distribuição. O problema, segundo a organização, foi por que o número de "pipocas" foi tão grande que acabou faltando água.
A partir deste dia, parei de pegar água nas prova e passei a levar meu cinto com garrafas para hidratação. Confesso que ainda, até uns anos atrás ainda aproveitava a segurança do percurso sinalizado, mas até isso resolvi parar de fazer. Se estou sendo "certinho demais" não estou nem aí. O que sei é que isso é que é certo.
Se continuarmos a "pipocar" e aproveitar da água e mesmo de outros itens, não podemos reclamar do preço caro que têm sido cobrado nas provas nem de falhas na organização. Até por que, os "caras" (organizadores) sempre vão ter a desculpa de que "precisamos fazer isso por conta dos `pipocas`".
E vou mais longe. Vivemos um momento no nosso país em que precisamos pensar mais no coletivo, no quanto nossos atos afetam os outros. Precisamos nos conscientizar que, mesmo os pequenos atos, se errados, devem ser evitados. Furar uma fila, jogar lixo no chão, correr um prova sem pagar, etc.
Precisamos moralizar nosso país, e devemos começar por nós mesmos, tentando com nossos atitudes conscientizar os outros, mostrando que não dói fazer o que é certo, de que não somos menos inteligentes por que fazemos o correto.
O péssimo exemplo dos corredores da Run Up mostra o quanto precisamos disso. Não dá para acharmos isso normal ou certo, mesmo que seja por que o valor da inscrição está caro demais. Não dá pra pensarmos mais assim.
Vamos, cada um, fazer o que é certo, ensinar e incentivar a fazer o correto. Quem sabe, no futuro mesmo que distante, podemos ver um país melhor.
Boas passadas!!!
terça-feira, 19 de setembro de 2017
CORRIDA DO OBA 2017 - 6K NA TRANQUILIDADE
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| Passando no corredor de umidificadores |
Pensaram que tinha desistido do Blog? Nem pensar. É que o número de corridas têm diminuído e aí, os assuntos ficaram mais escassos.
Mas enfim, cá estou pra falar de mais uma prova realizada. Depois de muito tempo, consegui me inscrever e correr a Corrida do Oba, uma prova que já se tornou tradição em Brasília. Ela é organizada pela grande rede de supermercados e hortifrutis já há 6 anos e tem como atrativo o farto kit pós prova.
A prova foi realizada na Esplanada dos Ministérios, principal palco das corridas de rua de Brasília, onde estão muitos dos cartões postais da cidade. Temos, por exemplo, a Catedral, o Museu Nacional, os Ministérios, o Congresso Nacional, Teatro Nacional e Palácio do Itamarati.
Mas o percurso é bem diferente de outras provas. Ao invés de descermos até às proximidades do Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente da República, nós simplesmente viramos ainda entre os Ministérios, pegando um dos retornos e indo em direção ao Eixão Norte, larga avenida que corta as Asa Sul e Norte, principais bairros da capital federal.
Com isso, não tivemos que pegar subidas muito intensas. As distâncias foram um pouco maiores que as tradicionais, com 6 km e 12 km, além de caminhada de 3 km, mas nada que dificultasse tanto. Pelo menos não para mim, que adotei um jeito novo de correr.
Esse "jeito novo" não tem nada a ver com uma nova biomecânica das passadas. Apenas consegui me manter em um ritmo constantemente agradável por toda a prova, sem cair nas armadilhas de querer acompanhar ritmo de outros competidores. O pace foi alto, pouco mais de 6min/km, mas não senti cansaço em momento algum e nem aquele "desespero" de querer acabar logo de correr.
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| Final de prova |
Isso mesmo! Apesar do tempo seco e do sol à pino, um vento bem frio predominou neste horário, facilitando um pouco a corrida. Como fiz os 6k em 37min, bem levinho, não senti o calorzão e a secura. Também por que a organização é impecável. Tivemos 3 pontos de água pelo percurso de 6k e um corredor com umidificadores. Bem legal!
No final, além da medalha, saí do local com uma garrafa de isotônico, outra de água de côco mais um pote de sorvete e outro de açaí. Deixei ainda as frutas e copos de água de lado por que simplesmente não tinha braço pra segurar tantos itens.
Boa prova! Como sei que ela acontece em outras localidades brasileiras, recomendo a participação pois, além da excelente organização, tivemos um recheado kit de inscrição (com pochete para celular, sacola e camisa) e o já citado kit pós prova, além de sorteio de brindes, que não fiquei para ver. Para mim, vale o preço da inscrição (R$ 100).
Boas passadas!
terça-feira, 25 de julho de 2017
EMPRESAS BUSCAM O SUTIÃ ESPORTIVO PERFEITO
E aí, Corredor?!
Existem cada vez mais mulheres corredoras. Nos EUA, elas já rivalizam em quantidade com os homens e não são poucas as provas exclusivas para elas. No Brasil, o número de mulheres na prática da corrida só vem crescendo.
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| Novo modelo de sutiã esportivo da Nike |
Pensando nisso, e em todas as mulheres praticantes de esportes, independente de qual seja ele, que as fabricantes esportivas - e nem tão esportivas assim - estão entrando "de sola" neste mercado para atender e lucrar com este crescente universo feminino nos esportes. São criados modelos de tênis específicos, acessórios e roupas só para elas.
E um dos principais acessórios utilizados por elas, o sutiã, tem sido objeto de uma "guerra" particular entre os fabricantes. A corrida para criar a peça perfeita, que atenda aos anseios das mulheres, foi deflagrada entre as principais marcas de roupas esportivas. Fabricantes tradicionais, como Nike, competem com outros mais exclusivas, como a Lululemon e a Victoria`s Secret, e até mesmo startups. Todas estas em busca da peça que melhor se encaixa para a atividade física da mulher.
Recentemente, a Nike apresentou para o mercado seu mais novo sutiã esportivo, que emprega a tecnologia Flyknit, normalmente reservada aos tênis. O top é feito com apenas duas peças de tecido - outros sutiãs da marca chegam a ter 41 partes distintas - e promete dar um suporte firme tanto para uma corrida como para a academia. Foram 600 horas de testes biométricos, registrando movimentos em câmeras e criando mapas corporais, para desenvolver a peça.
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| A Lululemon busca criar roupas bonitas e confortáveis |
A Lululemon Athletica, marca canadense fabricante de roupas para ioga, running, ginástica e ciclismo, lançou, em maio deste ano, um novo modelo de alças cruzadas, o Enlite, que possui alças embutidas e elástico inferior integrado, feito com um tecido mais parecido com o usado nas calças de ioga da marca, que absorvem a transpiração.
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| Victoria`s Secrets também entrou no universo da fabricação de peças esportivas |
Em 2016 a Victoria`s Secrets, tradicional fabricante de roupas íntimas, resolveu entrar neste mercado e lançou uma linha atlética elastizada, a Victoria Sport. Startups como a Knix Wear e OMsignal entraram na briga oferecendo alternativas às grandes marcas.
A venda de sutiãs esportivos, como categoria de vestuário, cresceu mais de 20% em 2016 nos EUA, faturando cerca de US$ 3,5 bilhões. E o principal público deles são as mulheres mais jovens. Motivos de sobra para as fabricantes entrarem com vontade neste nicho de mercado.
Estudos na busca da peça perfeita, que consiga atender a todas as mulheres, continuam sendo realizados por diversos pesquisadores. Mas, diante do que as mulheres tinham de opções há algum tempo atrás, hoje o universo para elas neste quesito é bem melhor.
Fonte: UOL Estilo de Vida
terça-feira, 18 de julho de 2017
ESTUDO ALERTA PARA O CONSUMO INEFICAZ DE SUPLEMENTOS POR CORREDORES AMADORES
E aí, Corredor?!
Uma pesquisa da Faculdade de Educação Física da Unicamp analisou 2 mil corredores amadores durante 4 anos e conclui: o consumo de suplementos alimentares (carboidratos, proteínas, vitaminas e aminoácidos) por parte deles acaba sendo ineficaz.
Os pesquisadores perceberam que, ao longo da realização do estudo, os corredores passaram a consumir mais suplementos para treinar. Do total, 21% deles afirmaram consumir suplementos. No entanto, nem sempre o objetivo da substância tinha relação com o objetivo do esportista e ainda consomem em momentos que não são adequados.
O estudo mostrou que o indivíduo que treina por mais tempo, ou por uma quilometragem maior, consome mais suplementos. Os analistas orientam que um profissional especializado ajuda a definir o consumo correto ou mesmo se a pessoa precisa dessa suplementação ou não.
A análise da Unicamp concluiu também que 31,4% dos corredores amadores sofreram lesão e que as incidências são diretamente proporcionais à quantidade de treinos, ou à carga dos mesmos. Segundo os pesquisadores, mais uma vez é importante o acompanhamento de um profissional é fundamental para otimizar os ganhos com treinamentos, principalmente com relação ao desempenho e saúde. E destacaram ainda a importância do tempo de recuperação adequado para cada estímulo do orientador.
O fato é que a Corrida de Rua tem ganhado cada vez mais adeptos e muita gente treina sem nunca ter pensando em um acompanhamento profissional, pelo menos no início da prática do esporte. A orientação do profissional de educação física ajuda em muito nos ganhos com o esporte. Ele pode ajudar a entender o melhor tipo de treino para a distância pretendida pelo corredor, auxilia na melhora da biomecânica da corrida (movimento dos braços e pernas, postura, pisada, etc.) entre outras muitas vantagens.
Então é isso, galera. Nada de exageros e vamos buscar ajuda de profissionais.
Boas passadas!!!
Fonte: G1.com
Uma pesquisa da Faculdade de Educação Física da Unicamp analisou 2 mil corredores amadores durante 4 anos e conclui: o consumo de suplementos alimentares (carboidratos, proteínas, vitaminas e aminoácidos) por parte deles acaba sendo ineficaz.
Os pesquisadores perceberam que, ao longo da realização do estudo, os corredores passaram a consumir mais suplementos para treinar. Do total, 21% deles afirmaram consumir suplementos. No entanto, nem sempre o objetivo da substância tinha relação com o objetivo do esportista e ainda consomem em momentos que não são adequados.
O estudo mostrou que o indivíduo que treina por mais tempo, ou por uma quilometragem maior, consome mais suplementos. Os analistas orientam que um profissional especializado ajuda a definir o consumo correto ou mesmo se a pessoa precisa dessa suplementação ou não.
A análise da Unicamp concluiu também que 31,4% dos corredores amadores sofreram lesão e que as incidências são diretamente proporcionais à quantidade de treinos, ou à carga dos mesmos. Segundo os pesquisadores, mais uma vez é importante o acompanhamento de um profissional é fundamental para otimizar os ganhos com treinamentos, principalmente com relação ao desempenho e saúde. E destacaram ainda a importância do tempo de recuperação adequado para cada estímulo do orientador.
O fato é que a Corrida de Rua tem ganhado cada vez mais adeptos e muita gente treina sem nunca ter pensando em um acompanhamento profissional, pelo menos no início da prática do esporte. A orientação do profissional de educação física ajuda em muito nos ganhos com o esporte. Ele pode ajudar a entender o melhor tipo de treino para a distância pretendida pelo corredor, auxilia na melhora da biomecânica da corrida (movimento dos braços e pernas, postura, pisada, etc.) entre outras muitas vantagens.
Então é isso, galera. Nada de exageros e vamos buscar ajuda de profissionais.
Boas passadas!!!
Fonte: G1.com
terça-feira, 4 de julho de 2017
A CORRIDA E SEUS BIZARROS RECORDES
E aí, Corredor?!
Nem só de quebra de marcas de tempo ou quilometragem vivem os recordes dos corredores. Existe uma turma muito louca que resolve entrar para a história com recordes nada convencionais. Geralmente, por uma causa nobre, arrecadando fundos para alguma instituição de caridade. Mas são motivos pra lá de diferentes. Veja alguns deles:
Na trilha de Forrest Gump - O inglês Robert Pope resolveu seguir a mesma história do personagem de Tom Hanks em Forrest Gump, quando o protagonista corre por mais de três anos pelos EUA. Robert seguiu a mesma rota do ator no filme e até usou a mesma barba longa de Forrest, iniciando o percurso no Alabama, terra natal da personagem, e correndo, na sequência, pela Califórnia, Novo México, Texas, Tennessee, Washington, seguindo pela costa norte-americana até chegar em Boston, onde concluiu o percurso. Ao todo foram 9 mil km e R$ 35 mil arrecadados para instituições de caridade.
Corrida de costas - Markus Jurgens, alemão de 29 anos, quebrou o recorde mundial da categoria "maratona de costas" ao completar a distância em 3h38min. A marca foi conquistada em Hannover-Alemanha. Para completar o percurso, Jurgens contou com a ajuda de uma amiga, que corria normalmente e o guiava pelo percurso. (Fonte: Revista O2 - ed. JUN 17)
Correndo de terno - O americano Chris Estwanik levou sua paixão pelas corridas longe demais. Ou eu é que estou enganado?! Chris ex-corredor profissional, correu a Meia Maratona de Nova York deste ano elegantemente vestido de terno e chamou a atenção na chegada da prova em Wall Street. Ele completou os pouco mais de 21k em 1h11 e de quebra ainda quebrou o recorde do percurso entre competidores que vestiam um terno - é. Não foi só ele que fez isso por aí. A marca anterior era do britânico Scott Robes.
Correndo e bebendo - O norte-americano Tim Kliegl correu 3.138 km ao logo de 2016 por conta de um desafio de aniversário que propôs no final de 2015: correr, no mínimo, 1,6k por dia e, depois, tomar uma cerveja diferente. No final, foram 366 novas cervejas experimentadas e uma média de 8,5 km por dia.
Correndo de tamanco - O alemão André Orloff colocou seu nome no livro dos recordes com um feito diferente: correu os 100 m com tamancos holandeses em 16s27. Ele também tentou quebrar o recorde da distância com botas de esquiar, mas não teve o mesmo sucesso.
Conhece algum outro exemplo de recorde bizarro nas corridas? Então, comente sobre eles pra gente ficar sabendo e, quem sabe, se inspirar.
Fontes: Revista O2 (acesse o site O2 Por Minuto e saiba mais sobre o "mundo" das corridas)
Leia também: runner's world.com
Nem só de quebra de marcas de tempo ou quilometragem vivem os recordes dos corredores. Existe uma turma muito louca que resolve entrar para a história com recordes nada convencionais. Geralmente, por uma causa nobre, arrecadando fundos para alguma instituição de caridade. Mas são motivos pra lá de diferentes. Veja alguns deles:
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| Robert Pope "Gump" |
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| Jurgens e a "guia" no registro do recorde |
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| Chris Estwanik |
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| Tim e suas 366 cervejas |
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| Orloff bateu um recorde com um tamanco parecido com esse |
Correndo de tamanco - O alemão André Orloff colocou seu nome no livro dos recordes com um feito diferente: correu os 100 m com tamancos holandeses em 16s27. Ele também tentou quebrar o recorde da distância com botas de esquiar, mas não teve o mesmo sucesso.
Conhece algum outro exemplo de recorde bizarro nas corridas? Então, comente sobre eles pra gente ficar sabendo e, quem sabe, se inspirar.
Fontes: Revista O2 (acesse o site O2 Por Minuto e saiba mais sobre o "mundo" das corridas)
Leia também: runner's world.com
segunda-feira, 3 de julho de 2017
CORRIDA DO FOGO 2017
| Eu e Aline em um selfie antes do início da prova |
E lá se foi mais uma excelente prova. A Corrida do Fogo 2017, tradicional prova de Brasília que há 21 anos vem sendo organizada - e muito bem organizada - pelo Corpo de Bombeiros do DF, aconteceu na noite do sábado, dia 1º de julho. E, só para variar, atraiu muitos corredores ao Eixo Monumental.
Com um percurso novo, a prova tinha as distâncias de 5 e 10 km, que começava no Eixo Monumental, no estacionamento do estádio Mané Garrincha. O início já era com uma boa subida, até o Palácio do Buriti, para os atletas de 5k, e o Setor Militar Urbano, para os de 10k. Eu, que estava com a panturrilha meio dolorida, optei pelos 5 mas Aline, que estava bem, arriscou correr o percurso completo, fazendo os 10 km.
O friozinho da noite brasiliense não ajudou no início. Nesta época do ano, como vocês já devem saber ao ler outros posts do E AÍ CORREDOR, Brasília tem um clima seco, quente durante o dia e frio à noite. Só que este ano, a friaca tá geral por conta de um vento cortante e gelado. O que faz a corrida noturna mais desafiante.
Optei por correr leve. Meu pace médio foi de 5min27, isto por conta que uma boa parte do percurso é de descida. No início, na subida, fui controlando as passadas para sentir o drama da panturrilha. Já tinha feito um aquecimento antes da prova começar, mas é na adrenalina da prova acontecendo que o "bicho pega". Por isso, e por conta das dores nos treinos da semana, fui conservador, não só no início como, a bem dizer, na prova inteira.
Depois de subir o Eixo Monumental, o percurso passou por um terreno relativamente plano na pista que passa pela sede do DETRAN (entre outros órgãos). Foi assim até chegarmos ao quartel do Corpo de Bombeiros, onde, recebidos por bandas tocando ao vivo e DJ's, atravessamos o quartel até chagarmos à pista que leva ao Autódromo. Aí começou uma descida gostosa, praticamente até em frente ao Colégio Militar, quando subimos de novo até cruzar a linha de chegada.
| Aline correu os 10k e chegou realizada |
Aí, foi esperar Aline chegar, já que ela optou pelos 10k - o que me deixou mais frustrado ainda (rssss). E, depois de pouco mais de 1h, ela chegou, feliz por ter feito a distância bem, correndo o tempo todo e com um tempo bom.
Mas foi muito bom ter corrido. A Corrida do Fogo, como já mencionei, tem uma excelente organização e foi muito legal ter passado por dentro do quartel e corrido um trecho onde nunca havia dado minhas passadas ainda. E voltar a fazer uma prova oficial foi demais. "Respirar" o clima de uma prova é muito diferente de só correr e treinar. A adrenalina contagia e empolga, anima a gente a querer melhorar.
Enfim, valeu. Agora é fortalecer a panturrilha por que tem mais provas por aí.
terça-feira, 27 de junho de 2017
MARATONA DE NOVA YORK 2017: VAI TER MULTIDÃO !!!!
E aí, Corredor?!Você já correu uma Maratona? Se não, quer começar em grande estilo? Se sim, que tal uma experiência internacional? Que tal correr em Nova York?
A Big Apple encanta cidadãos do mundo inteiro. É uma das cidades mais visitadas do mundo. E para os corredores não é diferente. Recheada de boas provas praticamente o ano inteiro, a cidade respira corrida de rua. Se você fica em um hotel por Manhattan, será impossível não ver uma profissão de corredores dados suas passadas pelas ruas da ilha. E isso independentemente do clima.
Essa paixão dos corredores por Nova York pode ser constatada quando percebemos os números incríveis que a Maratona registra ano a ano. Mais famosa prova da cidade, que faz parte das World Marathon Majors (junto com Chicago, Boston, Londres, Berlim e Tóquio), o evento tem registrado recordes atrás de recordes em suas estatísticas.
E em 2017 não foi diferente. No início de março, a New York Road Runners (NYRR) anunciou o resultado do sorteio dos participantes da prova deste ano, que será realizada no dia 5 de novembro. De acordo com a organização, desde a sua primeira edição, em 1970, a Maratona nunca havia recebido tantos candidatos. (*)
Foram 98.247 corredores que se candidataram para o sorteio, 20% a mais que em 2016. Destes, apenas 16.211 conseguiram a vaga por meio deste sorteio, mas outros 34 mil estarão presentes por terem conseguido um bom tempo em uma prova da NYRR, se inscrito via agências de viagem (no Brasil a Kamel, do RJ, comercializa pacotes de viagens com as inscrições), vão correr por alguma instituição de caridade, completaram o programa NYRR 9+1 (sócios da NYRR que participaram de nove provas da organizadora e se voluntariaram para uma). (*)
No total, serão 50 mil corredores que terão o prazer de correr os 42,195km da Maratona, felizardos que poderão guardar na memória a participação em um evento histórico para o mundo das corridas.
Por esse motivo, se pensar em correr uma Maratona, pense em correr a de NY, a queridinha das Maratonas do mundo.
Fonte: Revista O2 - Ed. ABR/17
quinta-feira, 22 de junho de 2017
CORRENDO DE MADRUGADA
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| Eu e Aline, "empacotados" para correr |
Faz pouco mais de um mês que estou tendo uma experiência nova nesta minha história no "mundo" das corridas. A convite da minha esposa, para que ela pudesse correr já que o trabalho não estava dando brecha de tempo, ela me propôs que corrêssemos cedo, antes de ir para o trabalho. E foi assim que, há pouco mais de um mês, duas vezes por semana, encaramos o frio da madrugada para praticar nosso querido esporte.
Não que essa experiência seja assim uma total novidade para mim. Quando treinei para as Maratonas, encarei longões na madruga, enfrentando o friozinho da manhã e superando a vontade de ficar deitadinho no calorzinho da cama. Mas foram por períodos curtos, alguns poucos dias.
A diferença agora é que este é o horário que oficializamos para nosso treino, deixando de ser uma eventualidade. Despertar às 5h da matina, pular da cama, se "empacotar" para encarar o friozinho e sair para correr por volta de 5h30.
A logística não é fácil, confesso. Acordar com o despertador berrando e, como disse, pular da cama rapidinho - por que se deixar mais um pouquinho a gente não vai - e se vestir para correr bocejando não é simples.
E procura o frequencímetro, escolhe o boné e a roupa mais adequada para encarar a temperatura, escova o dente, taca uma água no rosto para despertar e coloca o tênis. Vai para cozinha pra comer alguma coisinha rápida (uma banana, tomar um shake ou coisa assim), tudo isso em, no máximo meia hora, por que senão atrasa toda a nossa programação já que depois da corrida temos que trabalhar.
No percurso encontramos basicamente sempre as mesmas "figuras": a senhorinha simpática que corre caminhando, outra que sempre aparece com uma camisa escrito "Fora Dilma" - mas já não tiraram ela? - e a turma que tá indo para o trabalho - de repente, um padeiro, frentista, zelador ou caixa da farmácia.
Vez ou outra somos surpreendidos por gente nova, como no dia em que saímos 5h30 e encontramos dois corredores já voltando de seu treino correndo forte e eu pensando: "pra essa galera estar voltando da corrida deles a essa hora é por que começaram a correr lá pelas 4h da madruga . . . e eu reclamando de acordar tão tarde (5h) - kkkkk".
Mas, superadas as dificuldades iniciais, a gente sempre termina realizado. Tanto por conseguir quebrar "a barreira da preguiça" e levantar da cama tão cedo como pelo prazer de dar as passadas, tornando regular novamente a nossa prática. Com a desculpa da falta de tempo, eu acabava deixando sempre "para o dia seguinte" a iniciativa de correr, o que nunca dá certo, como vocês sabem bem.
E, como diz o ditado, "o hábito é que faz o monge". E assim vamos seguindo, cada vez mais adaptados a correr na madrugada. Valeu para Aline, minha esposa, que me fez o convite.
Boas passadas!
quarta-feira, 21 de junho de 2017
RECOMEÇAR
E aí, Corredor?!
De volta! Depois de um sabático digital, estou retornando às minhas atividades como blogueiro. Isso mesmo! O E AÍ CORREDOR não acabou não. Talvez minhas histórias nas corridas diminuam um pouco. Mas continuarei no trabalho de pesquisar e tentar trazer para você, interessado neste "mundo" da corrida, o que de novo está nele acontecendo.
Este ano ainda não fiz corridas oficiais. Corri demais, como sempre, mas ainda nenhuma medalha. Resolvi dar um tempo deste mercado cada vez mais milionário e oneroso dos mundos da corrida. Primeiro por que as provas estão cada vez mais caras. Segundo, para dar uma variada e preservar minha "máquina", o meu corpo, para evitar as seguidas lesões.
Então, estou me condicionando. Me adaptando a uma nova forma de correr, sem a competitividade por quebrar tempos ou distâncias. Estou procurando trabalhar isso também psicologicamente. Nunca fui um cara extremamente competitivo, mas a gente, em provas, sempre quer dar mais do que pode. E eu, com o esporão calcâneo "chiando", acabava meio que "furando" a recuperação e forçando mais do que devia.
Por isso, resolvi "fugir" um pouco da sede pelas corridas oficiais. E isso fez bem. Correndo apenas em treinamento, estou me cobrando menos e consegui desenvolver e adaptar as pernas para a nova pisada, usando mais o plantar e ponta dos pés do que o calcanhar, conforme orientado pelo fisioterapeuta.
E como estou correndo. Desde de janeiro que venho fazendo treinos de 5, 7, 10 e até 13k pelas ruas do meu bairro e, nas minhas férias, em algumas praias nordestinas. Águas Claras, bairro onde moro em Brasília, continua sendo o meu principal palco de treinamento. Mas já me diverti este ano em outras "paragens". Passei pelas praias da orla de Maceió, na bucólica praia de Carneiros, em Pernambuco, por Aracaju.
E agora, depois de muito treinar, já dá para encarar novamente uma prova oficial. E a escolhida foi a Corrida do Fogo, que será no primeiro final de semana de julho. Em um trajeto já conhecido, pretendo fazer os 10k nesta tradicional prova organizada pelo Corpo dos Bombeiros. Já tive a oportunidade de participar de outra edição dela e, na ocasião, curti muito.
Então é isso. O E AÍ CORREDOR esta de volta a ativa. Espero que vocês continuem curtindo este nosso espaço de correria.
Boas passadas!!!
De volta! Depois de um sabático digital, estou retornando às minhas atividades como blogueiro. Isso mesmo! O E AÍ CORREDOR não acabou não. Talvez minhas histórias nas corridas diminuam um pouco. Mas continuarei no trabalho de pesquisar e tentar trazer para você, interessado neste "mundo" da corrida, o que de novo está nele acontecendo.
Este ano ainda não fiz corridas oficiais. Corri demais, como sempre, mas ainda nenhuma medalha. Resolvi dar um tempo deste mercado cada vez mais milionário e oneroso dos mundos da corrida. Primeiro por que as provas estão cada vez mais caras. Segundo, para dar uma variada e preservar minha "máquina", o meu corpo, para evitar as seguidas lesões.
Então, estou me condicionando. Me adaptando a uma nova forma de correr, sem a competitividade por quebrar tempos ou distâncias. Estou procurando trabalhar isso também psicologicamente. Nunca fui um cara extremamente competitivo, mas a gente, em provas, sempre quer dar mais do que pode. E eu, com o esporão calcâneo "chiando", acabava meio que "furando" a recuperação e forçando mais do que devia.
Por isso, resolvi "fugir" um pouco da sede pelas corridas oficiais. E isso fez bem. Correndo apenas em treinamento, estou me cobrando menos e consegui desenvolver e adaptar as pernas para a nova pisada, usando mais o plantar e ponta dos pés do que o calcanhar, conforme orientado pelo fisioterapeuta.
E como estou correndo. Desde de janeiro que venho fazendo treinos de 5, 7, 10 e até 13k pelas ruas do meu bairro e, nas minhas férias, em algumas praias nordestinas. Águas Claras, bairro onde moro em Brasília, continua sendo o meu principal palco de treinamento. Mas já me diverti este ano em outras "paragens". Passei pelas praias da orla de Maceió, na bucólica praia de Carneiros, em Pernambuco, por Aracaju.
E agora, depois de muito treinar, já dá para encarar novamente uma prova oficial. E a escolhida foi a Corrida do Fogo, que será no primeiro final de semana de julho. Em um trajeto já conhecido, pretendo fazer os 10k nesta tradicional prova organizada pelo Corpo dos Bombeiros. Já tive a oportunidade de participar de outra edição dela e, na ocasião, curti muito.
Então é isso. O E AÍ CORREDOR esta de volta a ativa. Espero que vocês continuem curtindo este nosso espaço de correria.
Boas passadas!!!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
QUE VENHA 2017, COM MAIS E MAIS CORRIDAS
E aí, Corredor?!
Ano terminando e eu, em termos de prática esportiva, quero mais é que 2016 termine o quanto antes para que o próximo ano chegue e eu possa iniciar um novo ciclo nesta minha história como corredor, retomando aqueles anos de muita correria e prática do meu esporte favorito.
Não que não tenha nada para lembrar este ano em termos de Corrida de Rua. Continuei fazendo meus treinos, voltei a encarar novas Corridas de Aventura e fiz uma nova corrida internacional, realizando o desejo de correr pela ponte Golden Gate, em São Francisco.
Mas ficou no final a vontade de ter corrido mais, de fazer mais Corridas de Aventura, de correr mais corridas oficiais, de tentar uma Meia Maratona, de ter uma quilometragem maior no final do ano. A Corrida de Rua continua no meu sangue, tanto que este ano de 2016, mesmo eu tendo feito uma espécie de sabático do esporte - em termos de provas oficiais - corri bastante pelas ruas de Brasília e em outras locais do país e até do mundo. Mas, realmente, ficou a vontade de fazer mais.
Retrospectiva - Camboriú, em Santa Catarina, foi onde retornei a encarar as Corridas de Aventura. Corri pela orla principal da cidade, fazendo ela toda, em distâncias de mais de 10k, correndo pela areia, no pier, na praia e conhecendo incríveis paisagens.
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| Uma das Corridas de Aventura por Águas Claras |
A primeira corrida oficial do ano foi a 17ª Meia Maratona Internacional de Brasília, em abril, quando encarei 10 km, uma das distâncias da prova. Foi um retorno depois de um longo período longe das provas oficiais.
No mesmo mês estreei no Cross Urbano Caixa, uma corrida diferente, onde o circuito é todo feito dentro de estádios utilizados na Copa do Mundo de 2014. No meu caso, encarei rampas de acesso e desfrutei da alegria de correr pelo campo do Mané Garrincha em Brasília.
Em maio "pipoquei" na 6ª Corrida de Águas Claras, fazendo 5 km da prova pela primeira vez. O bairro onde moro, aliás, foi meu principal local de treino e corridas. 99% de todos os treinos e Corridas de Aventura foram realizados nele, ou partiram dele. Foi assim que fiz mais de 10 km de subidas e algumas descidas, passando pelas vias, viadutos e pelo Parque de Águas Claras. Foi dali que encarei, depois de passar pela ciclovia do Park Way, uma subida pela EPTG, incitado por Aline.
De Águas Claras sai ainda para conhecer a ciclovia do Guará em um ponto que ainda não tinha dado minhas passadas, no Guará I.Um percurso de cerca de 15k, passando novamente pela EPTG.
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| Fila Night Run com a família |
Em junho fiz a minha primeira etapa de 2016 do Circuito das Estações Caixa em Brasília, a de inverno. Foi a única em que fiz 10k. Em setembro encarei a etapa da primavera e em dezembro a de verão, quando fiz, em ambas, 5k.
Setembro também foi o mês de uma prova noturna que vai ficar na memória. Convidado por meu sobrinho, Guilherme, resolvi me inscrever na Night Run para fazer 5 km. Como havia um desconto para inscrições família, com 5 integrantes ou mais. Corremos, além de mim e ele, minha esposa Aline, minha irmã - mãe do Guilherme - Cristina, meu irmão Flavio e o namorado de minha sobrinha, Cristiano. O diferente foi por que nunca corri com tantos membros da minha família em uma mesma prova. Foi muito maneiro.
| Correndo pela Golden Gate |
Dei uma parada no Blog mas não nas corridas. Em novembro, fiz a mais emblemática do ano, quando, na minha viagem de lua de mel com Aline, encarei a Run Feed 10k, prova que se iniciava e terminava no movimentado parque Crissy Field e passava ainda pela famosa ponte Golden Gate, cartão postal da cidade norte americana de São Francisco. Antes, corremos pelas ruas da cidade e pelo Pier, em uma Corrida de Aventura Internacional, fazendo 10k pelo grande calçadão do Pier em meio a uma chuva fina e encharcaste.
Enfim, foi um ano de novidades e de conquistas, mas minha alma corredora não ficou muito satisfeita. O ano não passou em branco, mas ficou devendo em quilometragem e em provas oficiais realizadas. Tudo bem, 2017 tá chegando para mudar esta história.
Boas passadas e FELIZ ANO NOVO !!!!
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
NIGHT RUN - CORRENDO COM A FAMÍLIA
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| Família corredora:, da esquerda para a direita: Caique (eu) Aline, Cristina, Guilherme, Cristiano e Flávio |
E aí, Corredor?!
O último sábado, dia 24, foi um dia muito especial na minha história como corredor. Na etapa de Brasília da Night Run, pude correr junto com minha família.
Pela primeira vez corri com mais de um representante da minha família em uma mesma prova. Além da minha parceira mais que especial, Aline, companheira de muitas provas, ainda pude contar com a presença de dois irmãos, Cristina e Flávio, um sobrinho, o Guilherme, idealizador do convite, e ainda Cristiano, namorado de minha sobrinha Ana Luiza e, por isso, considero como sobrinho também.
Já corri com dois familiares em outras provas, mas isoladamente. Em uma prova de revezamento, fiz parte da equipe do meu irmão Flávio, e em algumas provas do Circuito das Estações, corri com meu cunhado Osvaldo, esposo de minha irmã Regina e pai de Ana Luiza.
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| Percurso dos 5 km |
Foi muito especial poder correr com esta turma querida. Quando recebi o convite do Guilherme nem pensava em fazer a prova, mas assim que ele ligou, nem titubeei: participei da sua equipe (a inscrição de uma equipe de no mínimo 5 participantes gera desconto para os atletas) e, melhor, saímos todos correndo juntos na largada da prova.
O percurso da Night Run é o mesmo do Circuito das Estações: distâncias de 5 e 10 km pela Esplanada, saindo da altura do Museu Nacional e indo até a altura do Corpo de Bombeiros, nos 5k, e o retorno antes do Palácio do Jaburu, para os 10k. Em ambos, na primeira metade da prova encaramos uma boa descida e na segunda metade, a volta, uma boa descida.
Além da felicidade de correr com minha família, ainda tive a realização de realizar uma boa prova. Não senti a subida, correndo solto. No meio do caminho, após o primeiro quilômetro, ainda encontrei um casal de amigos, meu irmão das pistas Ivan e sua esposa Nívea, e conversamos por uns 400 m na descida. Mas isso não comprometeu minha prova e subi bem a segunda metade.
No final, 28:13 de tempo total de corrida - fiz 5 km, distância de toda a família, necessário para conseguir o desconto - um tempo que poderia ser melhor, mas que me deixou feliz por ter realizado a distância bem.
Organização - A organização não comprometeu. O kit teve uma bela camiseta de camisa de manga longa, fitness, uma sacola e uma lanterna de segurança. A arena estava escura, mas bem anima. A medalha, bonita, talhada com a cara de uma pantera, símbolo da prova, desenho também que ilustrou a camisa.
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| A bela medalha |
O kit de reposição, como tem acontecido este ano, se comparado a anos anteriores, ficou devendo. Garrafa d`água com um sachê de isotônico, banda e maçã de fruta e só. De qualquer forma, não comprometeu. O fato é que dá a impressão que a inscrição foi cara pelo que recebemos de kit geral.
No percurso, para os 5k, dois pontos de hidratação, um que na verdade parecia ser para a galera dos 10k já que estava muito próximo do primeiro, que serviu para todos os corredores. Para os de 10k, pelo menos estes dois pontos de hidratação existiam. Ainda bem que a noite de sábado estava fresca por conta da chuva que havia caído à tarde na cidade.
No final, só alegria com minha família, comemorando o resultado de todos. Foi muito bom, tanto que já estamos marcando um novo desafio conjunto.
Boas passadas!
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| Da esquerda para direita: Aline, Cristina, Guilherme Eu (Caique) e Flávio (faltou o Cristiano aqui) |
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
CIRCUITO DAS ESTAÇÕES CAIXA - ETAPA PRIMAVERA 2016
E aí, Corredor?!
Mais uma prova dos Circuito das Estações Caixa cumprida, mais 10 km entregues neste que é um dos mais atraentes e interessantes circuitos de Corridas de Rua do país.
Diferentemente de outra provas, a Etapa de Primavera de 2016 teve que ser realizada em um percurso novo para o Circuito das Estações Caixa. Ao invés da tradicional Esplanada dos Ministérios, a prova passou pela Eixo Monumental entre a Torre de TV e a Rodoferroviária de Brasília. Essa decisão teve que ser tomada às vésperas da realização da prova, por determinação da Secretaria de Segurança do DF.
Esta mudança, para quem não tinha como meta avaliar a evolução em relação às prova anteriores, que ocorreram na Esplanada, foi muito interessante por vários motivos, entre os quais destaco a possibilidade de correr em um percurso novo, raramente usado pelos organizadores de corridas de rua de Brasilia, e o fato dele ser tão ou mais desafiador que o circuito anterior, que, confesso, já estava achando monótono.
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| Percurso |
A diferença principal é que não dá para dividir a prova em duas etapas, uma só de descida e outra só de subida, como acontecia no percurso da Esplanada. No percurso do Eixo Monumental, a gente de cara já se deparou com uma subidas de mais de 2 km, que ia da Torre de TV até o Memorial JK. Depois, uma grande descida até o limite do Eixo Monumental, nas proximidades da Rodoferroviária para preparar a volta, com uma nova subidona de mais de 2 km para entregarmos os 10k em um descida até a reta de chegada.
Adoro chegadas com descida. A gente pode soltar tudo e aumentar a velocidade naturalmente, sem vacilar, por que uma grande descida é cheia de armadilhas. A gente acha que vai ser fácil, joga tudo da gente e pode, no meio do caminho cansar e até quebrar.
Não fiz o meu melhor tempo nos 10 km, Terminei a prova com 58min49, com um ritmo médio de 5min47/km, meu novo pace depois das lesões. Neste ritmo, consigo ir bem tranquilo, sabendo que tenho força e energia para correr até mais.
Fim de prova, medalha no peito e beijo da namorada. Realizado por mais uma boa prova concluída.
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| Medalha da Etapa Primavera do Circuito das Estações Caixa |
Organização - O Circuito das Estações Caixa tem sempre uma boa organização. A medalha, que este ano tem como tema máscaras tribais, foi muito bem talhada e é bonita. A camisa é de um tecido tecnológico que propicia a rápida liberação do suor, mas achei quente. No kit ainda tinha uma banda com desenhos também tribais, que eu acho completamente desnecessária (algumas pessoas até usam o acessório, mas eu particularmente não gosto).
Os pontos de hidratação estavam bem espalhados pelo percurso, com pessoas entregando na mão. O kit de reposição é o de sempre: isotônico, frutas - maçã e banana - só que contado por que o atendente alertava que as pessoas só poderiam pegar uma fruta de cada.
Boas passadas.
14 KM ENTREGUES!
E aí, Corredor?!
O dia 30 de agosto poderia ter sido uma terça-feira normal de inverno em Brasília, Tempo seco, com umidade relativa do ar beirando os 20%, e quente, 28º mais ou menos. Mas não para mim! Depois de quase 2 anos, consegui novamente correr 14 km sem parar.
Não tinha um percurso definido e tudo aconteceu de surpresa. Minha primeira ideia era correr por 20, 30 min para cumprir um desafio sugerido pela empresa onde trabalho. Superada esta meta, resolvi fazer 5 km, o que consegui de maneira relativamente fácil. Aí, fui atrás dos 10k, com o objetivo de cumprir outro desafio sugerido por um programa onde trabalho. Mas, como tudo foi feito no Parque de Águas Claras, bairro onde moro em Brasília/DF, resolvi estabelecer outro objetivo, que foi de fazer todos os percurso imagináveis dentro do Parque, no asfalto. No final, acabei fazendo os 14,1 km.
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| O percurso |
Não foi uma meta fácil. O calor e a baixa umidade não contribuíam para tornar a aventura tranquila. Acrescido a isso, ainda veio no final uma unha me incomodando (ela quase ficou roxa depois) e que me fez compensar e prejudicar minha passada o que fez eu terminar a corrida num trotinho bem vagaroso.
O fato é que o Parque de Águas Claras é um dos percursos mais difíceis para correr na cidade. Ele é feito essencialmente por subidas e descidas, não tendo terreno plano. Tem uma distância de 4,3k, que na minha corrida sempre acrescento mais 700 m, correndo um pequeno trecho na pista dos carros. Nele existe uma pista pavimentada, no asfalto - a de 4,3k - mas quem quiser se arriscar pode também fazer as trilhas existentes pelo trajeto. O que você não vai deixar de encontrar são boas subidas, um excelente combustível para o condicionamento.
No parque existe uma subida de cerca de 2 km. Outras menores são bem íngremes, para não facilitar as passadas. E ainda existem muitas, muitas curvas pelo percurso. É um terreno bem desafiador, que atrai muitos praticantes da Corrida de Rua.
Isso tudo tornou o feito de completar os 14,1 km uma vitória pessoal das mais comemoradas. Percebi que estou no caminho certo na busca pelo melhor condicionamento e novamente posso me aventurar por distâncias maiores, assim como fazia antigamente.
É esperar para ver qual vai ser minha próxima Corrida de Aventura.
E é isso. 14 km entregues!
Boas passadas!
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