quinta-feira, 17 de março de 2011

DICAS PARA SECAR O SEU TÊNIS

E aí, corredor?!

Verão acabando e as águas de março caindo torrencialmente em todo o Brasil. Claro que não é isso que nos impede de dar nossas gostosas passadas. Mas fica sempre aquele problema do tênis molhado e a gente tem dificuldades em saber como fazer para que isso não estrague nosso querido pisante.


Fui atrás de informações sobre a melhor forma de secar o tênis depois de uma corrida na chuva, e, surpreso, achei muitas matérias, a maioria trazendo basicamente as mesmas dicas. Vamos a elas.

As principais dicas são:

  • tenha sempre mais de um par de tênis para poder revezar. Isso é bom para o tênis secar e para durar mais;
  • ao lavar, tire a palmilha dentro do tênis e para ajudar na secagem, retire o excesso de água, o que pode ser feito colocando-as dentro de uma folha de jornal trocando depois de algumas horas. Se não tiver jornal pode ser uma folha de papel toalha ou mesmo papel higiênico;
  • não deixe a palmilha e o tênis perto de aquecedores ou atrás da geladeira;
  • se em 48 horas eles não secarem, providencie um desumidificador;
  • sabão em pó, desinfetantes e amaciantes podem ser prejudiciais, pois podem ressecar a parte de couro do tênis e diminuir muito a sua qualidade e durabilidade;
  • para lavar use sabão neutro, escova com cerdas macias e pano umedecido com água;
  • quando colocar para secar, deve ser à sombra e com a parte de baio virada para cima;
  • não lavar na máquina de lavar nem secar em secadoras ou pendurando no varal;
  • os cadarços também devem ser lavados e secados separadamente;
  • coloque-os em local bem ventilado e, para evitar o odor da transpiração, use sempre talcos antisépticos.
E você, tem alguma dica interessante?

Boas passadas.

sábado, 12 de março de 2011

E AÍ, CORREDORA?!

E aí, corredora?!

Isso mesmo: corredora.

Afinal, foi no dia 8 de março o chamado Dia Internacional da Mulher. Como se vocês se contentassem apenas com um dia. Ai de nós, homens, se não homenagearmos vocês mais de uma vez no ano. Feliz daquele que consegue fazer isso todos os 365 dias do ano.

Neste nosso mundo de corrida, vocês são as guerreiras. Heroínas, que precisam driblar mais do que uma lesão para continuar correndo. Tem a temida TPM, aquela semaninha chata, tem uma gravidez, cujos cuidados tem que ser maiores. Alguns obstáculos que podem dar aquela "gelada" na vontade de correr.

Mas o que eu tenho visto nas pistas por onde já corri é bem diferente. Longe de se abaterem, vocês continuam lá, dando suas determinadas passadas e sabendo curtir, muito mais que nós homens, cada passo dado em uma prova. Sempre quando pergunto a uma de vocês como foi a prova, sou brindado com um monte de detalhes que para mim passaram desapercebidos.

E a cada corrida vejo mais de mais corredoras abrilhantando e embelezando as provas de rua. Tanto assim que vocês tem várias corridas específicas para vocês, onde "menino não entra". E são provas cheias de carinhos, já que vocês, detalhistas e exigentes como são, não se contentam só com uma medalha.

É muito bom poder dividir o asfalto, a terra, qualquer espaço para correr com vocês. 

Mesmo que atrasado, um feliz dia, ou melhor, ótimos dias das mulheres e . . .

. . . boas passadas. 


OBS.: Veja mais sobre as Mulheres Nas Corridas no Blog. Clique aqui.

sexta-feira, 11 de março de 2011

E EU, PARADÃO . . . POR ENQUANTO

E aí, corredor?!

Pois é, Momo me contagiou e deixou em mim uma preguiça sem tamanho. Não corro desde terça-feira, dia 01 de março, quando fui ao treino com a Equipe X. Depois, falhei na quinta e aí veio o carnaval. Até pensei em fazer a já lendária "Travessia do Eixão", corrida sem compromisso que ainda vou fazer este ano. Mas fui vencido pelos apelos do carnaval, mesmo passando os 4 dias em Brasília, que não tem nenhuma tradição carnavalesca.

Mas isso é momentâneo. Os planos já estão traçados e as metas serão cumpridas. E os treinos já voltam semana que vem. Saudade dos amigos e principalmente de dar minhas passadas. O corpo já está pedindo e o tênis, paradão ali no armário, parece me olhar quando abro a porta, chorando para ser usado.

Não tenho medo de que essa parada me faça desmotivar, querer parar de correr. Não. Como mencionei em outros posts, tenho na corrida uma necessidade. É minha segunda religião, e não largo mais a prática por nada.

Então, novas provas virão. E novas histórias também. A paradinha é até necessária para mais um repouso não forçado afim de não estressar minha musculatura (grande desculpa - rs rs rs).

Vou correr sim! As ruas me chamam, o MP3 grita, o tênis me olha e o vento me leva. Cada avenida que passo aqui na minha cidade, onde já corri, me lembram as provas ou corridas sem compromisso que fiz ali. E logo estarei aumentando este meu currículo de corredor. Já fiz 105 corridas, entre oficiais e não oficiais - Desafios Equipe X e Corridas Sem Compromisso. Mas ainda tenho muita quilometragem para "queimar".

Vamos nessa?!

Boas passadas.

quarta-feira, 9 de março de 2011

FEVEREIRO SE FOI . . . AGORA É CORRER PARA AS METAS DE 2011

E aí, corredor?!

Deixamos fevereiro para trás. Aliás,  já estamos quase na metade do mês de março, que vai passar mais rápido graças ao carnaval e aí vai o ano e o tempo nos "passando a perna" e correndo mais que a gente.

Depois de um mês de janeiro em que acrescentei mais duas provas ao meu pequeno currículo de corredor, a Corrida de Reis e o Circuito do Sol, passei fevereiro praticamente sem correr não fosse o Desafio da Fazenda Taboquinha criado pelo amigo Nirley.

Mas agora tudo começa. As metas este ano já se avizinham. A primeira é a possibilidade de conquistar mais uma mandala do Circuito das Estações Adidas. Possibilidade, por que não sei se vou querer correr todas as 4 provas que compõem o circuito. Na verdade, estou meio sem "pique" este ano para correr provas que já fiz ou em circuitos já bem conhecidos.

Minha primeira grande meta real é a Volta da Ilha, em Florianópolis/SC. São 150 km de pura adrenalina. Prova complicada com percursos difíceis. Acontece em Abril, dia 30. É uma prova de revezamento e estarei lá em uma das Equipes X que se farão presentes.

Depois, a grande prova é a Volta do Lago Caixa. Talvez a grande motivação desta prova, que já fiz 3 anos seguidos, seja a de participar em uma equipe diferente. Mas cai também na afirmação anterior, de eu estar meio que sem vontade de fazer provas que já fiz em anos anteriores. Veremos.

Daí vem a Meia Maratona Caixa Cidade do Rio de Janeiro, de julho, que faz parte da Maratona Internacional Caixa Cidade do Rio de Janeiro. Fiz a Maratona ano passado, mas este ano quero correr a Meia para ver como é fazer os pouco mais de 21k neste circuito um pouco diferente da Meia Internacional de agosto/setembro. 

Aí, a meta é fazer a também Meia Maratona, só que de Buenos Aires que acontece, creio eu, em setembro na bela capital argentina. Só me falam bem desta prova. Circuito plano, temperatura amena. Vale à pena.

Este ano ainda temos uma meia maratona nova em Brasília, da Asics, em novembro e pretendo participar pela primeira vez da São Silvestre, no final do ano em São Paulo. Isso por que parece que alguns colegas vão e vamos juntos curtir a passagem do ano novo lá. espero que dê certo.

Bem, outras provas existem como a Meia Internacional da Caixa em Brasília, as 10 Milhas da Mizuno, Eco Run e outras mais que enchem o imaginário dos corredores e que, se tudo der certo, farei nem que seja "pipocando".

E você? Planeja participar de quais provas neste 2011?

Boas passadas. 

terça-feira, 8 de março de 2011

NO CAOS, A ALEGRIA

E aí, corredor?!

No meio do caos, um lampejo de esperança e alegria no ainda devastado Haiti, país que sofreu, há mais de um ano atrás, em 12 de janeiro de 2010, um forte terremoto que arrasou a capital e outras cidades do país, deixando, além de milhares de mortos, uma nação pobre ainda mais miserável.

Em matéria do programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, o jornalista Regis Rosing, entre tantas matérias que já havia feito, mostrou o voluntarismo dos brasileiros que lá estão para manter a paz e dar um pouco de alegria ao sofrido povo haitiano. Os militares brasileiros já realizaram partidas de futebol com jogadores brasileiros e, na matéria de ontem, uma corrida de rua de 5 km.

Nada de mais de pensarmos em termos de Brasil. Mas um evento de grande magnitude para um país devastado e esquecido. A população correu para se inscrever e correr atrás da camisa, da água limpa que seria distribuída aos participantes pelo circuito e ao pequeno kit de reposição distribuído aos que completassem os 6 km da prova.

Entre os vários esportistas, um câmera seguiu um garoto, pequeno, magro, subnutrido, habitante de um bairro chamado pelos habitantes de "cozinha do inferno". Um nome muito adequado conforme mostrou a reportagem. Lá é um local de depósito de alimentos apodrecidos, jogados fora mas que a população mais pobre consome, dando grande valor àquele alimento. No local existe água, mas fétida, podre também, altamente contaminada pelos dejetos e pelos porcos que chapinham no líquido. Água também consumida pelos moradores do local. 

Por isso a participação e a corrida desenfreada do pequeno Maurice, nome do garoto encontrado no caminho pela reportagem e por dois militares brasileiros que o acompanharam até o final. O garoto correu todos os 6 km, sempre pegando a valiosa água distribuída e saquinhos plásticos e até oferecendo a amigos que acompanhavam a corrida. E chegou ao fim, ganhando como prêmio uma medalha e duas bananas. Um troféu para Maurice.

A corrida trouxe alegria e aplacou um pouco a tristeza e a falta de esperança do povo pobre do Haiti, que vive em situação mais do que miserável em meio aos escombros intactos do fatídico terremoto. Uma tristeza e uma falta de esperança agravada pela ganância de uns poucos. A ajuda internacional, que antes chegava, parou de ser encaminhada pela ONU até a eleição de um novo presidente já que a anterior era simplesmente desviada e não chegava para a população. O homem é realmente um animal (i)rracional em muitos momentos.

E a felicidade do povo e de Maurice era contagiante. Sim, eles conseguiam rir diante do caos. Acredito que estão já entorpecidos pela desgraçada, anestesiados pela miséria total que os acompanha. Mas é em momentos como este, proporcionados por brasileiros, que o povo sai de seu estado letárgico e consegue renovar um pouco a auto estima, praticamente perdida.

Desculpe. É um post triste para uma terça feira de carnaval, mas que chamou a minha atenção. Principalmente por que sei que em nosso país temos alguns "haitis" espalhados pelos estados, frutos da corrupção e ganância de uns poucos como no país do terremoto. Dá para comparar sim! Só é difícil imaginar isso por que temos realidades assim sem que o país tenha sofrido uma tragédia natural como a do Haiti. Mas a miséria é parecida, a falta de esperança é igual e os desvios de verba são bem parecidos. Poucos com muito e muitos com pouco. É triste.

Boas passadas.

sábado, 5 de março de 2011

CARNAVAL SEM CORRERIA?

E aí, corredor?!

E então chegou o momento da grande festa brasileira, o Carnaval, o momento mais nacional, mais verde e amarelo que existe neste mundão. O nosso país é a maior referência quando se fala da folia de momo. E, em certas localidades do Brasil, as pessoas vivem os 361 dias do ano em função destes outros 4 oficiais da festa momesca.

Aí, você pensa, não é o momento de pensar em esporte, em corrida?

É, olha, é verdade. Só que na verdade, todo o nosso condicionamento de treinos do início do ano e posto à prova, principalmente para nós, adoradores do carnaval que somos. Afinal, não é mole andar atrás de um bloco de rua espalhados pelas várias cidades do país, ou no circuito Barra-Ondina em salvador atrás de um trio elétrico, ou pelas ruas de Olinda, em Pernambuco, ao som de um frevo rápido ou na sempre linda cidade do Rio de Janeiro, desfilando pelo Sambódromo num samba para lá de empolgante. E, acredito, tem momentos que nosso corpo é mais exigido que durante uma grande corrida.

Mas, como a gente está bem preparado, nada mais incrível do que cair na folia e deixar o samba, axé, frevo, o ritmo do carnaval nos levar, para descarregar as energias passadas e repor novas "baterias" para o ano que, no Brasil, só começa depois do carnaval.

Boa folia e . . .

Boas passadas.

terça-feira, 1 de março de 2011

EVITANDO PROBLEMAS TÍPICOS DE CORREDOR

E aí, corredor?!
 
A Revista O2, em seu site, publicou uma matéria interessante sobre os problemas que mais aflingem o corredor em uma prova ou treino, dando dicas para evitá-los ou conviver mais tranquilamente com eles.
 
Um dos problemas mais comuns, que acontece praticamente com todos os corredores iniciantes e a canelite, dor que acontece na canela justamente por que passamos a exercitar um músculo que antes não era tão intensamente utilizado. A dor pode ser previnida com um aquecimento e alongamento leve realizado antes da corrida.
 
Na Maratona do Rio aconteceu comigo durante uma prova minha primeira, e única até hoje, cãibra. Foi na panturrilha, região onde ela acontece com mais frequência em nós corredores. Na matéria, a recomendação é levantar a ponta do pé e manter a posição até que a dor melhore. Na minha prova, eu fiz uma massangem na panturrilha, de fora para o centro. A dor ficou menor e fui andando rápido até que senti que poderia voltar a correr o que fiz, por precaução, bem devagar, quase nim trote. Afinal faltavam apenas 6k para completar minha primeira maratona e não iria desistir. Consegui chegar depois de 4h11. FOi minha maior conquista pessoal nas corridas, é claro.
 
Outro problema comum entre os corredores, e que eu ainda não tive, são as unhas machucadas depois de uma prova. Segundo os especialistas, um dos principais motivos é o calçado. O tênis não pode ser nem apertado demais, por que faz pressão em cima da unha e ela fica roxa, perdendo seus nutirnete e caindo, nem folgado demais, pois o atrito amolece a unha e pode arrancá-la. Uma forma que alguns encontraram para evitar isso é o uso de dedais de silicone, encontrada em lojas de produtos ortopédicos.
 
Muitos amigos meus corredores reclamam constantemente de bolha nos pés. Para evitar, fuja de meias frouxas, tênis velho, pé muito úmido ou molhado, asfalto quente ou tênis folgado, que é o principal causador de bolhas. Alguns é difícil escapar, dependendo do tipo de prova, mas se puder evitar.
 
E aí, durante uma prova, aparece aquela dor de lado que incomoda e até pode nos fazer desistir de correr. Se for do lado esquerdo é dor no baço basta diminuir o ritmo e soltar todo o ar pela boca para aliviar o baço. Mas se for do lado direito, aí é dor de esforço (que popularmente tem outro nome que achei melhor não mencionar). Ela é mais intensa e um sinal de que o corpo náo está condicionado adequadamente para aquele esforço. Pode ser falta de aquecimento ou de preparação física e aí é necessário diminuir bastante o ritmo ou mesmo caminhar por alguns metros.
 
Boas passadas.