quinta-feira, 12 de maio de 2011

CORRER NA RUA OU NA ESTEIRA?

E aí, corredor?!

Correr na esteira tem algumas vantagens, apesar de, pelo menos para mim, ela nunca substituir o prazer de correr na rua. Para pessoas lesionadas, ela é ideal, já que o impacto é bem menor que na rua. Na esteira, o impacto causado pela corrida é de aproximadamente 70% do peso corporal e no asfalto este impacto chega a ser o dobro deste peso corporal.

A esteira também possibilita que corramos sempre no mesmo ritmo por mais tempo. Na rua, a variação e as interferências são bem maiores. É o tipo de terreno, a inclinação, a pessoa que está ao lado. Correr na rua, é claro, dá mais liberdade e desenvolve mais a nossa coordenação motora.

Como o ritmo na esteira é comandado, basicamente, pela máquina. O deslocamento é na vertical, sendo que o chão se movimenta e o praticante faz movimentos para cima, como se estivesse saltando. Isso, com o tempo, pode causar uma LER (lesão por esforço repetitivo). 

A máquina dita o ritmo, mas nós é que definimos o mesmo pelos controles existentes no aparelho. No painel podemos monitorar a velocidade, a inclinação, distância, tempo. Tem aparelhos que até simulam um percurso, como se estivéssemos na rua, correndo, por exemplo, na praia de Copacabana. Só que, ainda sim, estamos presos às quatro paredes da academia, sem a deslumbrante paisagem do cartão postal.

No asfalto trabalhamos mais a panturrilha e o quadril e, para os que querem perder peso, o gasto calórico é maior que na esteira. Isso por que o deslocamento é diferenciado e o trabalho que o corpo faz é outro. Corremos para frente, e não como que dando pulos (no caso da esteira).

Correr na esteira, convenhamos, é monótono. Pelo menos para nós que adoramos correr na rua. Estamos ali, entre quatro paredes, olhando um painel e um outro tanto de aparelhos. Não tem a paisagem, o sol ou a chuva no rosto, o vento e as experiências que o contato com o ar livre proporcionam.

A esteira, para nós corredores de rua, deve ser, apenas, uma opção de treinamento por que as vantagens da esteira e o tipo de trabalho que ela faz pode nos viciar deixando o indivíduo menos atento quando voltar para a rua. O costume de correr ao ar livre nos condiciona a sermos mais atentos com a nossa segurança e com as irregularidades do piso.

Eu sou apaixonado por correr na rua. A academia faz parte do meu treino como reforço à corrida de rua, para fortalecimento muscular. Apenas quando treinei para a maratona utilizei da esteira da academia. Como sou adepto do repouso, procuro alternar os treinos na rua com o trabalho de fortalecimento na academia, deixando sempre um dia para repouso total. Sendo que às vezes troco a academia também por uma natação. 

Na verdade, não sou muito fã de academia e hoje pratico por causa da corrida, como disse, como complemento. Sei que é necessário e por isso vou. E quando vou, trabalho todos os membros - superior, inferior e tronco - nos dias que vou, sempre com peso leve e mais repetições. Quanto à esteira, raramente uso, por que correr, para mim, é na rua.

Mas a opção de utilizar a esteira ou correr na rua de cada um, é gosto. Pelo menos na maioria dos casos. O mais importante mesmo é ter uma prática regular e saudável de exercícios.

Boas passadas.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

MORRO DO SERTÃO - GRANDE DESAFIO

E aí, corredor?!

Pois é, voltando a falar da Volta da Ilha. Mas o fato é que é uma corrida de revezamento tão intensa e que envolve tanto a gente que não dá para não ficar falando e falando. De qualquer forma, agora apenas coloco o percurso catalogado pelo GPS do Garmin que fiz, o incrível Morro do Sertão.


O trecho é complicado. A gente tem um ganho de elevação de 419m, algo impensável. É subir um morro mesmo, e depois encarar a complicada descida na chuva, com risco de escorregar e sem poder soltar muito por que é bem íngreme. Para se ter uma idéia, em Brasília o ganho de elevação nas corridas que faço gira em torno de 27m e no máximo 60m. 

Mas é por isso, por toda essa dificuldade, que vale o desafio.

Boas passadas.

sábado, 7 de maio de 2011

NO PARQUE NACIONAL - "ÁGUA MINERAL"

E aí, corredor?!

Depois do excelente desafio de correr o Morro do Sertão na Volta da Ilha de Florianópolis a vida volta ao normal e Brasília é a "minha praia", onde treino e e faço as minhas Corridas sem Compromisso.

Aliás, depois de um tempo bom, hoje voltei a fazer mais uma delas. Corri pelo Parque Nacional, chamado carinhosamente de Água Mineral pelos moradores de Brasília.

O Parque é uma reserva natural que tem 30 mil ha. foi inaugurado e, 29 de novembro de 1961. Tem como principal atração duas piscinas de água natural, formadas a partir de poços d'água surgidos às margens do Córrego Acampamento pela extração de areia feita antes da criação de Brasília. Além das piscinas, duas trilhas fazem parte do Parque: a da Capivara e a do Cristal d'Água.

Minha corrida passou por esta última, a trilha Cristal d'Água. Apenas a trilha tem pouco mais de 5k de extensão. O percurso total que corri teve distância total de 8,8k. 

Comecei a correr a partir da entrada da chamada Piscina Velha de Água Mineral. Entrei pela área da piscina, onde tinham alguns banhistas, e peguei a grande subida do percurso, passando pelo Centro de Visitantes e indo até quase o início da trilha do Crista d'Água. A trilha é feita de terrenos planos e algumas subidas boas. Tem boa sinalização, com placas indicativas e a pista de terra é a mesma por onde passos os carros da administração do local.

Feita a trilha, voltamos para o Centro de Visitantes e, em uma pequena descida, seguimos em uma estrada calçada e plana em direção até a Administração do Parque. Quando chegamos lá peguei o asfalto, e fiquei nele até o final, onde voltava para a entrada da Piscina Velha.

Depois, caí na piscina, que estava com a temperatura agradável e relaxei. Isso valeu tanto quanto a corrida.

Bom, corri gripado, o que não facilitou  minha corrida. Foi difícil buscar o ar, que já é difícil aqui em Brasília por conta da altitude, ainda mais com o nariz congestionado. Por isso, fiz um ritmo compassado e moderado. 

Duas dicas sobre o local: aos domingos, o parque fica lotado de banhistas. Daí, correr só pelas trilhas e no asfalto. E, outra coisa: corri sozinho, mas não aconselho. A trilha do Crista d'Água é bem isolada e quase não tem ninguém. Já teve épocas que a administração preferiu fechar por conta de assaltos. Encontrei hoje só uma amigo corredor. Aliás, no percurso inteiro só dois colegas corredores, sendo que o outro já foi no asfalto. Por isso, não recomendo, principalmente para as mulheres.

No mais, juntar e turma e curtir este local excelente para correr. Vale à pena correr na natureza, em um local preservado, e depois relaxar nas piscinas do Parque.

Veja aí o desenho do circuito, feito pelo Garmin.


Boas passadas.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

DIA DAS MÃES

E aí, corredor?!

Pensei em dizer tantas coisas às mães. Procurei idéias em livros, na internet para ver se aparecia alguma inspiração. Acabou que vi tanta coisa bonita que fiquei sem novidades para dizer.


Então, pensei que o melhor mesmo é agradecer. À minha mãe, e assim a todas as mães,  tanta dedicação, tanto empenho, tanto amor para me transformar em um homem. E ainda hoje, mesmo sendo eu adulto, ela continua se preocupando, se dedicando, sentido saudade, querendo a gente do lado.


E não é que encontrei um comercial que diz, de maneira irônica, muito do que é ser mãe?!

Parabéns mamães ! ! ! 


Boas passadas.

terça-feira, 3 de maio de 2011

VOLTA DA ILHA - A EQUIPE - PARTE 2

Parte da Equipe da Volta da Ilha. Da esquerda para a direita,
Em pé: Adaura, Nati, Aline, Diva, Gislene, Paula, Orion e Jailto
Agachados: Caique e Maria. Faltaram: Claudio e Lena
E aí, corredor?!

Na Volta da Ilha, participei de uma Equipe campeã, 12 guerreiros que se superaram em cada metro de chão vencido. A cada trecho, não era apenas um correndo, mas os 12 juntos em cada passada tal o comprometimento da equipe, tentando da nosso melhor para conseguirmos atingir nossa meta: passarmos por todos os postos antes do fechamento, o que já era considerado complicado até pelo nosso treinador, compreensível já que tinha muita gente estreiando na prova, como eu mesmo.

A Equipe recebeu o número 102 e era formada pelos amigos: Adaura, Aline, Claúdio, Gislene, Jailto, Lena, Maria, Natividade, Nilson, Orion e Paula, além de mim (Caique) e da Patrícia, que correu como reserva e pace da Lena. Fomos divididos em 3 carros, que carregavam os atletas entre os postos de troca e dava apoio aos que corriam.

Começamos a correr às 06h45 da manhã. Maria foi a primeira a superar o trecho de 7,1k de asfalto Na avenida Beira Mar.  Conseguimos fazer muito bem até o trecho 14, sempre fazendo a troca de atleta antes do tempo previsto na planilha do professor e muito antes do prazo para fechamento do posto. 

Porém, no trecho 14, quando Jailto já havia corrido dois outros complicados - na verdade, não existe trecho fácil demais na Volta da Ilha - ele sentiu o joelho, em um percurso dificílimo de muita subida e descidas íngremes,  entre o Rio Vermelho e a Praia e Joaquina.

Jailto, mesmo machucado, chegou para troca, mancando, numa imagem emocionante para toda a equipe. Passou o chip para o Orion e ficou lá, sentindo a dor e mancando. Foi um momento de tensão, por que tínhamos perdido a "gordurinha" que conquistamos, mas nada que desanimasse a equipe, que, assim como Jailto naquele momento e os outros que já haviam corrido, se superou mais ainda.

Conseguimos chegar nos postos com boa vantagem de tempo, de 5 ou até 10min. Depois de já ter enfrentado sol, praias de areia fofa, subidas terríveis, trânsito, calor. Mas sabíamos que ainda tinha muita coisa complicada. Superar o Morro do Sertão, trecho considerado o mais difícil da prova, com o prazo apertado de fechamento dos postos de troca era um complicador. E depois dele, quem corresse iria ter que encarar o escuro da noite e boa parte em estradas apertadas, dividindo espaço com motoristas afoitos por conta do trânsito de saída de praia.

O Morro do Sertão, trecho que fiz, é considerado o mais difícil e o grande desafio por que os atletas têm que correr 15 km em um trilha com intensas subidas e descidas fortes. Segundo Michel, motorista que nos acompanhava, tem carro com tração que tem dificuldade nas subidas do Morro, principalmente quando está chovendo. Ele olhava incrédulo para mim, achando aquilo uma loucura. E no posto, tinha gente até chorando por que temia encarar o percurso à noite.

Quando Cláudio me passou o chip de troca, o dia estava escurecendo. Eram quase 17h. Peguei e saí correndo. Meu principal receio era de me perder e queria fazer o Morro ainda com o dia claro. Então, imprimi um ritmo de 4:20/km no começo, tentando não distanciar de outros atletas para evitar me perder.

E o Morro foi tudo aquilo que me diziam os meus amigos que já o haviam encarado e o que Michel mencionou: terrível! Comecei correndo na areia da praia, depois passei para uma estrada com calçamento e aí peguei a trilha de terra. Nela é que ele se mostrou temido. Subidas atrás de subidas, uma maior que a outra. E ainda por cima, chuva e cascalho, que dificultava nas passadas. Tinham pontos que alguns atletas quase andavam, de quatro até, tudo para conseguir superar a subida. 

Eu nas primeiras subidas corri, mas nas mais íngremes, como todos ao meu lado, resolvi, ao invés de dar um trotinho, andar em passadas largas, O pace passou para 5:20, 5:40/km. Não foi fácil mesmo assim. E o engraçado era que vinha uma subidona e logo depois uma grande descida, que dava a impressão que o suplício tinha acabado, mas não. Logo depois, mais uma subida maior ainda que a anterior. Extenuante e impensável. Só correndo para sentir a dificuldade.

Mesmo assim, consegui superar o Morro antes de escurecer. Peguei a noite em calçamento e asfalto. Mas aí a preocupação passou a ser outra: os carros. Não tinha acostamento e muitos passavam colados e correndo perto da gente. Era impossível se concentrar na pista. E no asfalto mais subidas. Foram os 15k mais difíceis que já fiz na minha vida, sem sombra de dúvida. Tão complicados quanto a Maratona.

Quando cheguei o posto, Adaura já estava tensa. Ainda tínhamos tempo, pois cheguei, assim como os outros, com um prazo de cerca de 5 minutos para o fechamento do posto, acima do previsto pelo treinador, com 1h29 cravados e extenuado.

Adaura rasgou no trânsito complicado da noite de Floripa. A sua maior preocupação acabou sendo mesmo os carros. Corríamos com uma camisa preta, o que não dava visibilidade à noite e preocupou. Mas ele fez bem o seu papel e manteve nossa sobra. Sobra esta que ficou até o último posto, em que resolvi, faltando 4k dos 7,3 km totais, me juntar a ele para dar uma força. Chegamos muito bem, com o posto aberto, às 19h53, com pouco mais de 13 horas de corrida, numa vibração contagiante. 12 guerreiros que fizeram a festa na Volta da Ilha.

Boas passadas. 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

VOLTA DA ILHA - A CORRIDA - PARTE 1

E aí, corredor?!

Uma prova de revezamento de 150k que dá a volta pela paradisíaca ilha de Florianópolis, cidade que é capital de Santa Catarina, com trechos nos mais diversos tipos de terreno: praias, asfalto, calçamentos, trilhas, grandes morros.

Assim é a Volta da Ilha, que este ano brindou os atletas também com uma variação climática incrível. Ao invés da chuva dos últimos anos, tivemos sol forte no início, tempo nublado na parte da tarde e à noite, chuva fria com ventos fortes.

São 22 Posto de troca durante o percurso e as equipes podem ser formas por até 12 atletas. Elas ficam dividas em várias categorias. Temos elite e não elite. Nós, da Equipe X, entramos com uma equipe competitiva - veteranos 40 ou mais e com a nossa equipe "festiva", participação A, ambas com doze atletas e um reserva, caso alguém "quebrasse".

Eu, como mencionado antes, participei da Equipe X "festiva" e, para minha surpresa, ainda fui o capitão, nomeado pelo amigo e treinador Nirley. 

Começamos a correr às 06:45 da manhã com Maria abrindo os primeiro 7k da prova. Já neste ponto vimos uma preocupação. Como a prova acontece o dia inteiro e percorre a ilha inteira, é impossível para organização fechar o trânsito por que pararia a cidade, já que são várias equipes largando em horários diferentes. Assim, em todos os pontos a não ser aqueles que corríamos na praia, dividíamos espaço com os carros, inclusive em alguns pontos onde não existia acostamento. Uma convivência nem sempre tranquila.

A sinalização do percurso existia em alguns pontos, com cones marcando o caminho e tentando proteger os atletas. Mas em grande parte, o referencial do caminho eram os atletas que corriam juntos. Recebemos um detalhado caderno contendo cada detalhe do circuito, o que foi importante. Mas visualizar no papel e correr é diferente.

Tudo bem que nos pontos de encruzilhada, pessoas com camisas da organização indicavam o local exato que o atleta e os carros de apoio deveriam seguir. E em outros pontos mais críticos, como a Praia da Joaquina e o Morro do Sertão tínhamos postos de água e orientação. Mas existiam locais que a distância entre um atleta e outro era tanta e não tinha ninguém para indicar nada que podia dar um certo desespero no atleta, apesar de ser tudo muito intuitivo mesmo, sem muitas dificuldades para entendermos o caminho certo.

Outra preocupação é o temido Morro do Sertão. Maior trecho da prova, um desafio de 15k em que o atleta sai da praia para subir um morro com elevações mais do que intensas. E não existe nenhuma sinalização no morro. É tranquilo por que tem uma pista larga, trilha de carros. Mas há alguns cruzamentos que podem bagunçar a identificação. E muita gente pega o Morro à noite, e nele não há luz nenhuma. E o pior é que justamente nele começou a chover, tornando a pista escorregadia.

Na verdade, tudo isso é um tempero a mais para tornar a prova mais mágica. É claro que, isso, depois de termos superado o desafio. Traz aquela adrenalina incrível que uma prova de aventura proporciona.

Terminamos a prova às 19h53, com uma noite chuvosa e fria, na avenida beira-mar onde tudo começou, com uma festa com direito a DJ e fotos. Fizemos uma festa, por que a superação de cada um foi incrível, um sentimento que é igual para todas as equipes.

Durante o trajeto, a gente acaba conhecendo pessoas de outras equipes, que encontramos nos postos de troca, e, no final, ficamos tão amigos que queremos saber como eles foram e coisa e tal. E ficamos tristes por saber que equipes não conseguiriam sequer fechar sua participação, por que, entendemos, a luta e a garra para superar os 150k é incrível em todas as equipes e nesta prova, não existe principiantes. Só gente bem preparada mesmo.

Bom, o kit, pela grandeza do evento, foi bem fraco. Um boné, bonitinho, e uma camiseta da Asics, muito estranha. Um corte feio, com uma gola meio canoa, que não caía bem no corpo de ninguém. Pelo nome da fabricante e pelo referencial que é o evento, deveria ser bem mais interessante.

Água e isotônico em alguns pontos, já que cada equipe tinha a responsabilidade de dar apoio aos seus atletas. Em um posto de troca tinha massagista também, na Praia da Joaquina. 

Mas valeu, por que é uma prova difícil e termos superado os 150k, fazendo as trocas em todos os postos no prazo previsto, antes de seu fechamento, foi sensacional. Nunca vou esquecer de cada momento dos nossos atletas: a chegada de cada um nos posto de troca, correndo mais e mais para passar a tempo o chip, a superação em cada circuito, o apoio em cada ponto. Inesquecível.

Boas passadas.

Um excelente evento, uma excelente prova. Gostei demais.

VOLTA DA ILHA - EU FUI!

E aí, corredor?!

A Volta da Ilha, ultramaratona de revezamento que aconteceu no último dia 30 de abril em Florianópolis/SC, foi uma das experiências mais incríveis na minha vida de corredor de rua. Tanto pela dificuldade do percurso como pelo envolvimento com a equipe, estes fantásticos companheiros da Equipe X.

É tanto que a história da prova não dá para ser resumida em apenas um post. Foram tantos acontecimento e a emoção é tanta, que não dá para fazer pequenos comentários de cada coisa. Queria falar sobre a prova, sobre a nossa equipe e alguns fatos curiosos que aconteceram no dia em que passamos correndo. E isso precisa de mais que uma publicação.

Então, prepara-se para curtir uma corrida emocionante que, seu eu fosse você, que é corredor, não perdia por nada deste mundo.

Boas passadas.