terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O INCRÍVEL PODER DA COCA COLA


E aí, Corredor?!

Não! Não vou falar aqui de como a Coca Cola é deliciosa, gelada, num dia quente de sol ou depois de um treino bem complicado. Não vou falar de como ela é adorada, sendo o refrigerante mais popular do mundo, uma das marcas mais valiosas, uma presença quase obrigatória na geladeira de várias casas.

Nem vou falar do poder energizante da Coca. Vi, em uma matéria há um tempo atrás, que ela estava sendo muito usada principalmente por triatletas como repositor energético. O xarope contém altos índices de glicose, bom para dar energia em treinos de alto performance. E por isso eles estavam preferindo ela a isotônicos ou gel de carboidrato durante o treino.

Na verdade, achei outra função inusitada para o poderoso líquido. Limpeza de medalhas de corridas manchadas. Vou contar como descobri isso para vocês.

O problema - Estava com problemas de manchas em algumas medalhas de corrida, parecidas com ferrugem, que estavam deixando bem feias a tão valiosa lembrança das provas. Acho que o problema é que, depois da prova, com o corpo suado, eu recebia a medalha e pendurava no pescoço, mostrando orgulhoso o feito. Afinal, no caso do Brasil, é onde eu posso usar e mostrá-la. Depois, chegava em casa, enrolava a medalha na fita e guardava a mesma numa lata, lugar que achei ideal para tal.

Mas acho que eu precisava limpar a medalha, tirar o suor que do que passara para ela. E não fazia isso. Isso, acho, é o principal motivo de algumas das minhas medalhas ficarem manchadas.

Outro motivo, é claro, deve ser o material usado, por que isso não aconteceu com todas as medalhas que usei depois da prova.

Enfim, o meu problema era que queria tirar aquela mancha, principalmente em medalhas mais bonitas ou de corridas memoráveis. Como foi o caso da medalha da Corrida do Fogo, que ficou bem prejudicada pelas manchas.

A Coca Cola - Procurei no “Dr. Google” uma solução para o problema e, em uma dos sites, mais precisamente em um fórum onde outros corredores perguntavam sobre uma solução para o mesmo problema, vi ali um colega que apresentou esta opção inusitada, usar a Coca para o serviço de limpeza.

Não acreditei a princípio mas, como não via solução e não queria perder a medalha, resolvi fazer o teste esta semana. Deixei a medalha imersa na Coca durante a noite e no dia seguinte, fui ver o resultado.

Medalha quase totalmente recuperada
após o banho de imersão na Coca Cola
Deu certo! Não limpou perfeitamente a medalha por que ela estava bem danificada, mas deixou ela com um aspecto bem melhor. Limpou até sujeiras que ficaram no metal. Enfim, achei que serviu muito bem para o que eu queria.

Infelizmente não tirei a foto da medalha antes da Coca, mas pensem em uma bem danificada, cheias de manchas pretas. O resultado, depois de uma noite de imersão, foi o que vocês podem ver na foto ao lado.

Uma medalha que eu já estava dando por perdida foi recuperada pela Coca Cola.

Se tiverem alguma feinha, podem testar. Mal não vai fazer. No máximo, usem um pouco e deixem o resto do líquido para matar a sede.

Boas passadas.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

CORRIDAS SEM COMPROMISSO - RUMO AOS LENÇÓIS MARANHENSES (E AO ATACAMA)

Uma das infinitas subidas do longão de 1h40 do Lago Sul 
E aí, Corredor?!


Os treinos voltaram! E com toda a intensidade. Neste final de semana corri, com os amigos da Equipe X, no sábado e no domingo, em corridas que fazem parte da preparação para os Lençóis Maranhenses, no carnaval, e para o Atacama, o deserto chileno.

No sábado, o treino foi basicamente em trilha, correndo na terra, em terrenos variados, recheados de subidas e descidas. No domingo, um delicioso longão, correndo no asfalto, percurso já conhecido mas nem por isso reservando surpresas a cada passada.

O corpo foi testado em diferentes condições. Tudo para adaptação às dificuldades que iremos enfrentar nas provas que teremos pela frente.

Os amigos reunidos com nossa mascote, a Mel, no
final do treinão do Parque de Águas Claras
Sábado de trilha - No sábado, dia 2 de fevereiro, o treino foi no Parque de Águas Claras, que fica no bairro de mesmo nome em Brasília. No parque, a pista de corrida tem um total de 4,3k de distância. Mas, no nosso caso, nada de monotonia, nada de correr o normal! O Parque reserva algumas trilhas para uma corrida diferenciada, que foi o que fizemos.

Parecia que estávamos correndo no meio do mato em alguns momentos. Não faltaram. Descidas perigosas, com o chão escorregadio, subidas intensas, curtas e longas, trechos alagados, onde a passada espirrava lama em cima da gente.

O treino, que começou com um forte aquecimento na areia, por volta da 9h30, saiu depois para a corrida, feita de asfalto, terra e grama. No total, 15 guerreiros e guerreiras.

No final, 8 km de corrida, fora o aquecimento, realizado na arei do campo de futebol do parque. E os "Amigos Corredores" todos satisfeitos, conforme relatos em nossa sala de conferencia no Wathsapp.

Os amigos no final do longão pelo Lago Sul.
18 km de subidas e descidas
Domingo de longão - No domingo, 03 de fevereiro, parte da mesma galera que encarou as trilhas do dia anterior se encontrou para correr por 1h40 no Lago Sul, bairro de Brasília. Corremos de 16 a 18k num percurso também complicado, onde o sobe e desce é constante.

O percurso foi do Pontão rumo a Ponte Jk, se desse. O objetivo, segundo a planilha de treinamento do professor Nirley, era correr por 1h40. Foram 8 guerreiros, todos também presentes ao treino de Águas Claras.

Como o objetivo era o tempo, e não a distância, a galera se desgarrou, com alguns correndo 16k, outros 17k e uns poucos 18k. O percurso, conhecido dos treinos para a Maratona do ano passado e da Volta do Lago, é complicado por que é feito de subidas e descidas. Fiz os 18k, mas senti um pouco na volta. No final, muito felicidade de completar bem o percurso.

Lençóis Maranhenses - a corrida que faremos nos Lençóis foi idealizada pelo treinador, Nirley, como preparatória para o que a galera vai encarar nas provas do deserto do Atacama, no Chile.

Serão 12 km de dunas de areia fofa e tem muita gente achando que estes 12k serão tão difíceis quanto o Atacama. Na verdade, acredito que não serão fáceis, mas como o Atacama, nada se compara.

Atacama - uma galera da Equipe X resolveu encarar este ano a difícil prova realizada no deserto do Atacama, no Chile. Alguns vão correr a Maratona, de 42,1K, e a maioria vai encarar os 23 longos km.

Na verdade, qualquer distância é complicado no Atacama, um deserto quente, seco, onde a altitude é elevada. Pelos relatos, há pontos que ela vai chegar a 2.700m e, no geral, mais de 2.000 m de altitude é o normal. Os amigos da Equipe X vão ter muita história para contar.

Boas passadas!

sábado, 26 de janeiro de 2013

CORRIDA DE REIS 2013 RECEBE 12 MIL ATLETAS

Corrida de Reis 2013 em Brasília. Uma festa com
12 mil corredores no Eixo Monumental
E aí, Corredor?!

Foi uma festa! A Corrida de Reis deste ano, em Brasília, reuniu cerca de 12 mil pessoas (segundo a organização) na molhada noite deste sábado, 26 de janeiro. Tinha atleta de todo o Brasil e inclusive estrangeiros - no caso, os africanos, papa títulos nas corridas do país.

Não parecia que a festa seria tão grandiosa. Mas novamente a prova confirma sua popularidade, lotando o Eixo Monumental com corredores e público, que, mesmo com uma chuva insistente que caia sobre a cidade, não arredou pé e prestigiou o evento.

O legal da Corrida de Reis é que é uma prova que reúne tanto a galera que só curte provas mais em conta quanto a turma que só vai em provas mais elitistas, como Adidas e outras mais caras. Era muita, mas muita gente reunida para correr. E, mesmo com a chuva que caiu sobre a cidade o dia inteiro e que deu uma trégua justamente na hora da corrida, prestigiou em massa o evento, provando que chuva não assusta corredor.

Retirada dos kits - a retirada dos kits da prova aconteceu no dia 24 e 25 de janeiro e, para pegar, o atleta teria que deixar 5 kg de alimentos não perecíveis na entrada. Não pegava o kit quem não levasse por que era necessário o carimbo na declaração do atleta. A entrega foi tranquila, realizada num espaço amplo. Mesmo com tantos corredores e por a inscrição quase ser gratuita (5 kg de alimento), nenhum problema para pegar o kit.

O kit - o kit era composto de squeeze, camisa e  malha tecnológica e um boné, o padrão de todas as Corridas de Reis. Além disso, o atleta levava o chip, descartável, e o número que iria correr. 

A multidão de corredores
A prova - A largada da prova aconteceu às 19h de Brasília. Primeiro largaram os cadeirantes e as pessoas com deficiência, depois a elite e finalmente os atletas amadores, ou seja, a massa. Os corredores inscritos nos 10 km largaram primeiro e depois foi a vez dos inscritos nos 6 km, novidade da prova.

O percurso foi todo feito no Eixo Monumental, como nos anos anteriores. Largada na altura do estádio Mané Garrincha e Centro de Convenções. Daí, subida para pegar o retorno próximo ao Palácio do Buriti, sede do governo local. Aí, descemos até a pista das bandeiras, retorno em frente ao Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, para os 10k. Depois, subida até chegarmos ao estacionamento do Ginásio Nilson Nelson, onde estava a chegada. Para a turma dos 6k, a volta era antes da rodoviária local.

Como a galera dos 6k largou depois, nós, dos 10k, acabamos encontrando essa turma no retorno, o que tornou a prova meio complicada, apesar do bom espaço reservado para corrermos. Muita gente andando atrapalhou, até a reta de chegada, complicando o sprint final. Não foi fácil, em uma subida, desviar da galera, que geralmente escolhe o meio da pista para caminhar. Mas, tudo certo, pois o que vale é a festa.

Eu e Alexandre, na chegada
Minha corrida - Fiz uma prova tranquila, sem focar muito no tempo. Parei em dois momentos para bater fotos para o E AÍ CORREDOR de tão relaxado que corri. Não tive problemas na descida nem na subida e corri super bem. No final, cruzei a linha de chegada com o meu amigo da Equipe X, o Alexandre, o que foi uma alegria maior. É legal chegar junto com um amigo. Na verdade, o único problema foi desviar dos caminhantes, muitos na prova. Mas isso é normal em qualquer corrida. Mesmo na meia da Disney tivemos que encarar este pequeno e divertido obstáculo.

A medalha
Meu tempo foi de 49min32, bom para os 10 km e para quem parou para tirar fotos. Bem, eu fiquei satisfeito. O percurso para mim é um dos mais gostosos de correr. E, com esta prova, já completei, entre corridas oficiais e Sem Compromisso, 51 km no ano. E vem muita mais por aí.

Enfim, a Corrida de Reis mostrou mais uma vez por que é a prova mais popular de Brasília. Gratuita e muito bem organizada, com uma bela medalha e tudo bem planejado. Valeu!

Boas passadas.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

MEIA MARATONA DA DISNEY - SHOW DE CORRIDA

Novas medalhas: a da esquerda, 5k, a da direita, Meia Maratona
E aí, Corredor?!

Tudo que é bom dura pouco e as férias acabaram rápido. Depois de curtir 12 dias de intensa curtição, regados a uma excelente corrida, minha primeira prova internacional, e muita diversão, hoje já voltei ao batente, inclusive de volta ao blog para matar a saudade de vocês, seguidores. Confesso que já estava com saudade.

Na verdade, até levei um computador para atualizar o E AÍ CORREDOR, mas, meus amigos, não sobrou tempo e vinte e quatro horas foram poucas para tudo o que queria fazer. Me desculpem.

A turma de corredores. Da esquerda para a direita
Jailto, Maria, Aline, Matheus, Nirley, Paulinho, Sueli
Lorena, Gislene Tião e eu (Caique) agachado
As férias começaram logo de cara com a corrida, o que foi melhor. Finalmente fiz minha estreia em pistas internacionais, e a prova escolhida foi a Meia Maratona da Disney, em Orlando/Flórida/EUA. Já vinha paquerando este corrida desde de 2010, quando vi os primeiros relatos da prova. E não foi a toa que escolhi ela para essa estreia. Ainda mais que calhou de poder realizar este sonho ladeado por grandes amigos da Equipe X.

Viajamos na quinta-feira, dia 10 de janeiro, para encarar mais de 8h de vôo de Brasília a Orlando. Na chegada, nos perdemos no caminho para o resort e fomos dormir para lá de 2h da manhã. Mas já às 4h estávamos acordados para o nosso primeiro desafio: correr a Family Run, os 5K da Disney, primeira prova do nosso calendário.

A largada da corrida era às 5h30 mas os organizadores solicitavam que chegássemos com 1h de antecedência. E como estávamos em um resort da Disney, tivemos o privilégio de termos um ônibus que nos levou até o local da largada, no Epcot Center. 

Uma festa é preparada pelos organizadores para manter a agitação dos milhares de corredores presentes ao evento. Não sei estimar quantos estavam nessa prova, mas creio que no mínimo 10 mil compareceram, de todas as idades. Percebi que lá fora os pais incentivam os filhos, mesmo pequenos, a correr. Tinha criança com 7 anos de idade correndo e caminhando no percurso. E também vi pessoas extremamente obesas ali, que saíram correndo junto com a gente. Ou seja, gente de tudo que é jeito curte o esporte no EUA.

No caminho da Meia Maratona, encontrei mais amigos:
Ana Rovaris e uma amiga, só alegria 
No caminho, fotos e mais fotos. A cada curva, uma atração da Disney para empolgar os corredores. Ou era um boneco de um personagem ou uma banda de música. E água a cada 1,5 milha, com isotônico à vontade também em todos os pontos. Muito bom mesmo. 

O percurso, uma volta no parque do Epcot Center, foi tranquilo. Plano, sem muito problema. Tinhamos que desviar das filas de pessoas que paravam para tirar as fotos a cada personagem.

Mas o grande desafio estava reservado para o dia seguinte, os 21,1 km da Meia Maratona, a Half Marathon como eles chamam, cujo personagem símbolo é o Pato Donald (É assim: Nos 5k são todos os personagens do mundo Disney, na Meia o Pato Donald e na Maratona o Mickey. Para os que fizeram o desafio do Pateta, correr a meia maratona e no dia seguinte a maratona, a medalha do Pateta.).

Primeiro, no mesmo dia da prova de 5k, dia 11, pegar os kits. Apesar da multidão de pessoas, tudo é feito com extrema eficiência e bem rapidamente. Não demoramos mais que 20 minutos para pegar tudo. Isso por que ainda tinha uma feira de venda de produtos de corrida, muito boa mesmo. 

Dia 12, sábado, 4h30 da manhã largamos para a fazer a Meia. Eram cerca de 37 mil pessoas correndo naquele dia, 27 mil só para a Meia Maratona e 10 mil no Desafio do Pateta. Muita gente mesmo, tanto que passamos pelo pórtico de largada 40 minutos depois da mesma, isso por que estávamos no segundo pelotão.

No caminho, repetiu-se a sequência de bonecos e personagens pelo caminho, além de bandas de música. O percurso cruzava o complexo da Disney, passando pelo Epcot Center e pelo Magic Kigdom, onde os corredores tiveram uma surpresa reservada: o castelo todo iluminado só para nós, de um jeito todo especial. Foi impossível não parar para tirar fotos em vários pontos, o que resultou em 2h de corrida. Além da multidão, as distrações e paradas pelo caminho foram muitas. Curtição total.

O terreno quase que totalmente plano facilitou nossa corrida. Tudo bem que fiz boa parte do percurso pela grama, já que eram muitos os caminhantes. Mas isso não impediu de, em alguns trechos, poder desenvolver bem meu ritmo. Só no final é que encaramos duas subidas, mas nada problemáticas. Tudo perfeito.

Água e isotônico novamente a cada 1,5 milha e também sal para os que queriam recompor as energias também. Em um ponto, gel de carboidrato para todos e à vontade, como tudo no evento. Enfim, foi uma corrida inesquecível.

Fiquei chateado por não ter conseguido me inscrever para o Desafio do Pateta. Quando tomei a decisão, foi tarde demais e elas já tinha encerrado. Tive que me contentar com os 26,1 k (5 da Family Run e 21,1 da Half). Mas foi ótimo, por que fiquei com vontade de voltar logo para cumprir o desafio.

No final, uma bela medalha, uma das mais bonitas da minha coleção com certeza, com o Pato Donald em dourado. Alegria total e muita energia para curtir o restante das férias, me aventurando nas montanhas russas e demais brinquedos dos parques.
RockIt, a mais radical montanha russa no parque
da Universal. E eu, pela primeira vez, encarei

Recomendo!

Boas passadas.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

E VEM CHEGANDO O DIA DE CORRER NA DISNEY

E aí, Corredor?!

Falta muito pouco para a minha estréia em corridas internacionais. Depois de planejar fazer isso nos dois últimos anos, em 2013,  já agora em janeiro, vou realizar esta vontade.

O palco não poderia ser melhor: Disney e a 20a. edição da sua Maratona. Além dos 42,195km, ainda existem, em dias diferentes, uma Meia Maratona e uma prova de 5k, além de algumas provas para a criançada. Tudo para que toda a família possa participar. E para quem não corre, no último dia, em Downton Disney, um show e uma feira.

Vou encarar duas provas: os 5k, que acontecem na próxima sexta, dia 11, e a Meia Maratona, que acontece no dia seguinte, no sábado.

A previsão é de tempo frio, já que as provas acontecem de madrugada. Temperatura de 10 graus mas com sensação térmica de 4. 

Correremos dentro dos parques da Disneyo que torna tudo mágico. Já visitei Orlando em outras oportunidades, mas correr nunca. E, pelo que pude ouvir nos comentários de amigos que já correram, é magia pura mesmo. Seremos incentivados pelos bonecos da Disney e vamos passar pelas atrações 
dos parques. 

Para os que completarem os 5k, uma medalha com a cara do Tico e Teco. Para os Meias Maratonistas, o Pato Donald. Para os Maratonistas, o Mickey. E para quem vai encarar o Desafio do Pateta, correndo no sábado a meia e no domingo seguinte a maratona, a medalha do Pateta, é claro.

Nesta competição os grandes protagonistas não são africanos, mas brasileiros. A 9 anos que o Brasil leva o título do Desafio do Pateta.

Estou ansioso e doido para chegar lá e correr. Não vai ser fácil acordar 2h da manhã para correr na fria madrugada da Flórida. Mas tudo, tenho certeza, vai valer muito a pena.

Serão 16 amigos da Equipe X dividindo esta experiência comigo. Destes, 4 vão fazer o Desafio do Pateta. A grande maioria vai ficar mesmo com os 21,1k da Meia Maratona.

Agora é arrumar as malas.

Boas passadas.

domingo, 6 de janeiro de 2013

CORRENDO EM 2013 - UM PASSEIO PELO GUARÁ

E aí, Corredor?!

Começando 2013 na correria. Já foram dois treinos este ano com o objetivo de, digamos, "manter a pegada" e não vacilar por que, por mais que sejam 21k e eu já conheço um pouco as dificuldades da distancia, é melhor estar condicionado por que cada corrida e uma corrida, não é mesmo? E não quero sofre na minha primeira corrida internacional.

Um dos treinos foi uma Corrida Sem Compromisso. Foi ontem, dia 5, que eu (Caique), Nirley e Aline resolvemos encarar mais uma " aventura urbana ". Nossa idéia era sair de Águas Claras correndo, ir até o Guará, cidade satélite próxima e correr pela pista que da a volta na cidade para depois voltarmos a Águas Claras.

O começo foi tranquilo. Pegamos uma boa descida até a saída de Águas Claras e depois a pista de acesso a EPTG, a chamada EPVP. Na marginal da EPTG, indo rumo ao Guará, o único perigo era o trânsito, principalmente por que estávamos no sentido do fluxo. Mas superamos sem dificuldades esta etapa também.

Pegamos uma via que passa pelo Setor de Chácaras do Guará e nos leva já ao Guará II. Aqui, Aline começou a sentir um pouco de cansaço mas continuou nos acompanhando. corríamos com placê de 5:40min/km.

Chegando ao Guará para começar a volta já era 6k corridos. A volta tem cerca de 8k. A distância total até chegarmos em nosso ponto de largada seria por volta, então, de 20k.

Mas o Guará se mostrou um desafio dos mais duros. A pista onde a galera se exercita é toda uma calçada. Não é asfalto, e todos sabemos que correr no cimento é mais duro que no asfalto, que já não é tranquilo. O piso ainda era irregular e o tênis às vezes " prendia" nele. 

Acrescente a isso o cansaço de Aline. Como só eu tinha levado água, ela acabou logo e tivemos que parar num posto para hidratar. Até aí ela sofreu para correr, mesmo com pace nosso acima dos 5:40min/km. Mas depois desta parada ela mudou.

Eu e Nirley, depois de muita insistência da Aline, resolvemos correr num ritmo mais apertado e deixamos ela fazer a corrida dela, já que ela demonstrou muita preocupação de estar atrapalhando o nosso treino. Aí, quando completamos 12k, paramos para esperá-la, mas ela fez foi passar por nós. Voltamos então a correr, desta vez todos juntos.

Mais uma hidratação com água de côco nos 13km, onde a parada foi bem maior, e resolvemos abortar a idéia de voltar correndo até Águas Claras por que já estava ficando bem tarde. Assim, paramos na estação Guará do metrô e dali voltamos para casa no "trem". A distância total acabou sendo de 14,3k. Faltaram uns 150m para completar a volta pela cidade e mais 6k para chegar correndo a Águas Claras.

O mais engraçado ē que Aline, com energia renovada, queria continuar correndo e cumprir o planejamento e quem refugou fomos eu e Nirley. No caso do Nirley, por que ele já tinha feito 12k na esteira. No meu caso, por que, depois da parada para a água de côco, que foi demorada, parecia que eu tinha ficado cheio de nós musculares (rss). O corpo esfriou e meio que travou a musculatura. Mas dava para voltar correndo. 

Valeu a corrida. Agora falta pouco para a Meia Maratona da Disney. A contar da corrida de ontem, 1 semana. 

Boas passadas.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

PRIMEIRA CORRIDA INTERNACIONAL - MEIA MARATONA NA DISNEY

Epcot Center, local da largada das provas da Disney

E aí, Corredor?!

Ano novo começou, eu continuo com minhas corridas me preparando para a primeira grande prova do ano, a Meia Maratona da Disney.

Pois é, minha primeira prova internacional tem que ser em grande estilo. E a prova de Orlando é bem famosa e de sucesso. Corremos por alguns dos famosos parques da turística cidade da Flórida e nos divertimos não só com as atrações como com os personagens, que ficam espalhados pelo trajeto motivando e animando os corredores.

A Meia Maratona é uma das provas que compõem o Desafio do Pateta. É assim: no primeiro dia a galera que encara o desafio enfrenta os pouco mais de 21k da Meia e no dia seguinte corre os 42,195 km da Maratona.

Para os atletas que completam a Meia, a medalha tem o formato do Pato Donald. Os Maratonistas ganham a medalha do Mickey. O "Patetas" só poderiam ganhar a medalha do Pateta.

Há bem uns 10 anos os brasileiros dominam o Desafio do Pateta. Adriano Bastos já venceu a prova 7 vezes consecutivas, de 2004 a 2010. Sua hegemonia foi quebrada nos dois últimos anos por outro brasileiro, Fredson Costa, campeão de 2011 e 2012.

Ainda vou encarar a corrida mais festiva, de 5k, chamada Family Run, que tem a medalha do Tico e Teco.

As provas acontecem dos dias 11 a 13 de janeiro. Mais 11 amigos da Equipe X vão participar das provas, sendo que alguns vão encarar o Desafio do Pateta.

Este ano os organizadores prometem arrasar por que este ano eles celebram a 20a. Edição do evento. E nós vamos estar lá, curtindo a magia da Disney de uma maneira bem diferente.

Boas passadas.