domingo, 15 de junho de 2014

JOGADOR DE FUTEBOL, UM CORREDOR NATO

E aí, Corredor?!

Quanto um jogador de futebol corre em uma partida?

Nessa época de Copa do Mundo de Futebol no Brasil, nada melhor falar do que a distância que um jogador percorre, em média, em uma partida de futebol. 

O tempo todo dando "tiros", correndo em velocidade e parando de repente, além das longas corridas para chegar naquelas bolas passadas em longa distância, o jogador de futebol precisa ter a corrida no seu treinamento normal, por que, além de dribles e gola, ele corre bastante.

Hoje em dia, em diversas partidas televisionadas, as emissoras, nas estatísticas mostradas de cada jogador, ilustram onde e quanto ele corre por partida. 

Segundo estas estatísticas, um atleta profissional corre entre 9 e 11 Km durante os 90 minutos de uma partida de futebol. Esses números, publicados em estudos científicos, batem com as distâncias percorridas pelos jogadores dos grandes clubes europeus, que, nas partidas da Liga dos Campeões, têm a quilometragem medida em tempo real. 

No Brasil, a média é um pouco menor, de 7 a 10 Km. Isso é explicado por conta das temperaturas diferentes entre os países europeus e o Brasil, já que lá elas são muito mais baixas. Sem falar no estilo de jogo, bem diferente entre cada um.

Esta característica é específica do futebol atual, onde a força física é mais importante, por muitas vezes, que o talento e, por isso, times até certo pontos medíocres conseguem vencer de grandes equipes. Até os anos 1980, por exemplo, essa média era de 4 a 7 Km, quando o passe e o talento era mais utilizado pelos jogadores. 

Em geral, os meias são mesmo os maiores corredores. Laterais e alas são os que mais correm com a bola nos pés e atacantes correm as menores distâncias, mas chegam a dar 50 piques de até 15 metros em altíssima velocidade.

Mas o mais curioso é que em muitas partidas quem mais corre é o árbitro: no campeonato italiano, a movimentação deles foi medida e se chegou a até 14 quilômetros em uma partida.

Para entender mais: os esportes coletivos, justamente por serem coletivos, não exigem esforços contínuos, pois há outras pessoas no time que poderão se movimentar ao invés do jogador que acabou de correr. A propósito, na maioria dos esportes coletivos o principal não é manter um esforço contínuo, mas, sim, fazer um máximo esforço em determinados momentos, que são decisivos (como um contra-ataque em velocidade, por exemplo). Por isso dizemos que são esportes predominantemente aeróbios, mas em que o desempenho é definido em situações anaeróbias. Ou seja, é importante que haja um bom condicionamento físico para aguentar o jogo, mas o reultado depende de movimentos realizados com força e potência, como sprints, saltos ou disputas de força.

Boas passadas e "Vai pra cima deles, Brasil!".


quarta-feira, 11 de junho de 2014

ISOTÔNICO NA CORRIDA

E ai, Corredor?!

A hidratação de um corredor vai muito além da água que ele bebe. Várias bebidas são indicadas por especialista para reposição dos eletrólitos perdidos durante uma prova ou treino. Entre elas, destaca-se os isotônicos, que certamente são as bebidas mais consumidas e difundidas depois da preciosa H2O.

Repor as energias rapidamente. Assim pode ser descrita, resumidamente, a principal função das bebidas isotônicas. Estas possuem concentração semelhante aos fluidos corporais, de forma que podem ser transferidas, facilmente, para a corrente sanguínea, repondo perdas causadas por transpiração excessiva ou diarréia. Os repositores hidroleletrolíticos têm se tornado o suplemento mais consumido por praticantes de atividade física.

Entre os corredores não é diferente. Usado para repor as energias, ele também retarda a fadiga muscular, melhora a performance em atividades de longa duração e repõe a perda de sódio, potássio e fósforo, entre outros sais minerais, e ainda de água e glicose. as bebidas esportivas promovem uma absorção rápida destes sais pelo organismo e ainda fornecem carboidratos, que servem de energia para os músculos durante os exercícios, prevenindo cãimbras,  hipoglicemia (nível de açúcar baixo no sangue) e a hipotensão (pressão baixa). 

Mas existem certas recomendações para se consumir estas bebidas. A primeira, que vale para quase tudo na vida é que "todo excesso faz mal". Substituir a água pelos isotônicos, nem pensar! O uso das bebidas é recomendado, no caso da corrida, em provas acima de 1 hora, onde ele é realmente necessário. Assim, em provas de 10 milhas (16K), Meia Maratona e Maratona, assim como treinos longos, esta bebida é muito bem vinda e necessária.

Não existe uma regra, mas a diretriz da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte recomenda a ingestão de 150 ml a 200 ml de água a cada 20’ e, como já dissemos, após 1h de atividade, que seja acrescentado o consumo do isotônico, totalizando 500 ml/h. Para se ter uma noção, a reposição necessária de carboidratos para manter a glicemia e retardar a fadiga é de 30 a 60 g por hora, em uma concentração de 6 a 8%, para evitar desconfortos abdominais.

A função deles é repor a perda de eletrólitos, como o sódio, o potássio, entre outros, também a perda de água e de glicose, retardando, assim, a fadiga muscular, a hipoglicemia e a hipotensão. Mas nada de consumir sem indicação, afinal, isso pode causar alteração de pressão, já que se estaria consumindo micronutrientes em excesso. Hidratação é feita com muita água e, quando for necessária a reposição, aí sim, entra o isotônico. 

Boas passadas!

Fontes: Sites Eu Atleta e Nutrição

segunda-feira, 9 de junho de 2014

60 K DE PEDAL

E aí, Corredor?!

Correr é "a minha praia", a pratica esportiva que gosto de fazer, que me dá um prazer enorme e uma vontade de sempre querer estar dando minhas passadas. Enxergo, em cada estrada, um novo desafio, um novo percurso a ser superado, uma nova corrida.

Mas, nos últimos meses, fui obrigado a dividir o prazer de correr com a necessidade de pedalar. Com uma bicicleta maneira, tenha substituído as passadas pelas pedaladas. Tudo por conta de lesões seguidas, que me impediram de correr por um tempo.

Mas isso não me impede de descobrir novos percursos e superar novos desafios. Pelo contrário. A bike possibilita desbravar novos caminhos, com um pouco mais de tensão que a corrida, mas de maneira mais confortável já que não existe impacto como o da corrida.

Ontem foi um dia assim. Eu e Aline partimos, de casa, em Águas Claras, para curtir um passeio de pedal na base da aventura. O caminho, a gente foi descobrindo enquanto pedalava. O que a gente tinha certeza era de onde iríamos sair, mas onde terminaria nosso pedal, não tínhamos certeza.

Foi assim que partimos às 7h da manhã pelas rua de Águas Claras. A primeira etapa consistia em chegarmos até o Parque da Cidade. Não é um trajeto fácil, principalmente para nós que somos um pouco inexperientes com o "lance" de pedalar no trânsito e, por muitas vezes, a tensão fazia a gente ficar mais temeroso de seguir um percurso mais rápido, mas mais movimentado.

O primeiro desafio foi a EPTG, pista bem movimentada, mesmo num domingo, às 7h da manhã. Em média, são 100 mil carros por dia circulando na via. E não estava diferente no nosso pedal. Movimentada, com carros passando a pelo menos 80 km/h, sem muita vontade de respeitar muito o nosso pedal.

Passado o desafio da EPTG, com suas subidas e movimento, tínhamos que correr pela pista que dá acesso ao Parque, sem acostamento e, claro, com trânsito pesado já que a grande maioria dos carros saem por ali, principalmente num domingo. Mas superamos mais este desafio.

No Parque, tranquilidade. Ciclovia para nós rodarmos com segurança e sem problema. Mas era um percurso curto e logo estávamos no movimento de novo. Eixo Monumental, que também tem uma ciclovia aberta somente aos domingos. Só que, para nossa alegria, outra ciclovia, que estava sendo preparada, no antigo gramado do Eixo, estava pronta. E alio pedalamos até o acesso ao Eixão Norte, percurso que decidimos no caminho.

Fizemos todo o Eixão Norte e ainda o Eixão Sul, pelo menos 12k de distância percorrida com total segurança, já que a grande avenida que cruza as duas asas de Brasília, ligando o bairro norte ao sul, de segunda a sábado é aberta aos carros e só domingo é fechada para esporte de 6h às 18h. 

Dali, outro trecho tendo. Resolvemos voltar a Águas Claras de bike mesmo, indo pelo Guará II. Previmos que teríamos um pouco de dificuldade por conta da subida de acesso ao Guará, curta mas íngreme e sem acostamento. Mas nos deparamos com uma calçada e por ali fomos, já que esta pista do Guará é também bem movimentada, principalmente na hora que passávamos, mais ou menos 9h30 da manhã.

No Guará, um passeio pelo Parque da Cidade Satélite mais próxima ao Plano Piloto, o Heringer. Pequeno, mas legal de conhecer. É ainda novo, e por isso faltam muitas benfeitorias, mas conta com uma pista calçada, quadra de futevôlei e espaço com sanitários.

Saímos e demos uma meia volta pelo Guará e voltamos a EPTG para, depois, entrarmos novamente em Águas Claras rumo ao ponto final, minha casa. Mas para chegar, uma subida intensa e comprida nos confrontava. 

Final do pedal: 4h11 de tempo para 60K de distância. A ideia era fazer 56K, mas aconteceu de fazermos mais 4K para completarmos os 60 Km, recorde de distância da Aline no pedal agora.

O pedal é interessante. É um complemento para a corrida, mas não a substitui. A superação e o prazer rápido que correr oferece no pedal acontece muito tempo depois. Mas é gostoso, principalmente com uma boa bike.

O fato é que parado eu não fico. Seja correndo ou pedalando, tenho que me movimentar por que o corpo pede.

Boas passadas (e pedaladas)!

terça-feira, 3 de junho de 2014

VOLTA DO LAGO CAIXA 2014 DA EQUIPE CONDOR TEAM


Equipe Condor Team (da esquerda para direita):
Claudio, Aline, Rafael, Thais, Grace, Sérgio, Renata
Caique (agachado)
E aí, Corredor?!

No último domingo aconteceu, em Brasília, a 11ª edição da Volta do Lago Caixa, ultramaratona de revezamento onde atletas, na sua grande maioria, se dividem em equipes para correr 0s 100 km em um percurso desenhado às voltas do Lago Paranoá, um dos mais famosos cartões postais da capital federal.

O percurso é dividido em 14 trechos, onde são colocados os postos de transição para a realização da transição dos atletas das equipes. Cada atleta corre distâncias que variam de cerca de 4k a 11k, dependendo do trecho que enfrenta.  E, entre estes trechos, o maior desafio, considerado por todos, e a chamada subida da Barragem do Paranoá, onde a bela vista conforta um pouco os atletas, que têm que encarar subidas pesadas num percurso de 11,57 km. Para este percurso existe até uma premiação especial para o melhor corredor.

Superação é a palavra de ordem
As equipes podem ser formadas por 2, 4, 6 ou 8 atletas, mas existem ainda duas categorias solo, uma de 100k, com largada mais cedo que a dos outros atletas, e outra de 60k, no meio do percurso.

Desde 2008 que participo da Volta do Lago e, a cada ano me pergunto por que participo tanto desta prova. Afinal, o nível de exigência é extremo: não existe percurso fácil, a competitividade aflora no mais tranquilos dos corredores, a duração da prova (em média para as equipes de 7 a 8 horas), as dificuldades do terreno, enfim, itens que deixariam qualquer um meio traumatizado só em fazer uma vez. Mas, todo ano, lá estou, mesmo neste que não pude correr e resolvi da apoio para os amigos Condores.

Pois é. Este ano, por conta de problemas físicos, não pude correr, mas encarei um novo desafio, de dar apoio para os amigos corredores do sexteto Condor Team. Meu papel, além de fornecer a hidratação durante os trechos, foi registrar cada troca de atleta e postar tudo no Instagram do E AÍ CORREDOR (@eaicorredor).

O sexteto foi formado por Thaís, nossa grande capitã, Rafael, corredor mais que experimentado, graduado por várias Voltas do Lago, entre outras provas, e ainda uma Maratona do Ushuaia, Sérgio, que já enfrentou a Maratona do Rio em 2013, Grace, pódio no K21 de Pirenópolis em 2013, Cláudio, capitão da segunda edição dos Batatas Quentes, 5º colocado na Volta do Lago de 2012, e Aline, campeã ano passado no quarteto feminino da Volta do Lago.

Enfim, uma equipe experiente, já com muitos quilômetros rodados. Mas, como sempre mencionamos entre nós, uma prova nunca é igual a outra, e este ano não foi diferente para a turma Condor.

Largada foi dada às 6h30
A largada, às 6h30, foi dada pela Aline, que pela primeira vez fazia o trecho entre o Eixão Sul e a Concha Acústica (9,27k). Deste ponto até a volta final, da L4 sul até o Eixão Sul (6,46k) levamos 8h56 de prova.

A garra e superação dos Condores foi a principal característica. Mesmo tendo passado por algum tipo de dor decorrente das corridas, por isso o “carinhoso” nome de Condor, o que só por isso já era uma superação, fizeram seus trechos brilhantemente.

Um dos destaques da equipe, sem dúvida, foi Claudio. Correndo 4 trechos, ele se superou, fazendo mais do que podia e dando suor pela equipe. Claudinho correu mais que uma Meia Maratona, com 21,28 Km de distância.

O trecho mais difícil, a subida da barragem, foi do Rafael. Thaís o convocou por que ele estava bem condicionado, já que havia encarado, em março, a Maratona do Ushuaia, prova com muitas subidas e, na maior parte, feito em trilha. Então, Rafa era o mais indicado realmente para este desafio.

Thais
Thaís pegou um dos trechos mais longos, no Lago Norte, de 9,5 Km, feito basicamente de uma reta longa e comprida. E, para o segundo trecho, ainda levou tempo, o que é bom por que pôde descansar, mas ruim pro que esfriou o corpo e quando a gente retorna, parece que o músculos estão cheios de nós.

Sergio também foi um guerreiro. Há cerca de um ano sem treinar, desde a Maratona do Rio de Janeiro, ele encarou, mesmo assim, dois trechos pesados, correndo quase 14k, sendo que o último em “perseguição” à Diva, do quarteto feminino, que naquele momento era a equipe a seguirmos.

Renata e Aline
Aline abriu a prova para o sexteto. Fez os 9,3k iniciais dando o máximo na manhã amena de domingo. O detalhe é que ela, que está treinando para a Maratona do Rio, teve que mudar todo seu ritmo de passada para a prova, de uma passada mais cadenciada para outra, mais forte e rápida. Aline, aliás, foi uma das que mais correu, com 18,2 Km rodados em dois percursos. E no segundo trecho, superou uma canelite para entregar para superar a subida do Lago Norte.

Grace encarou as trilhas da Concha Acústica/CO da UNB e da Ermida/Ponte JK. A trilha tem suas vantagens, como terreno mais macio e sombra para refrescar do sol quente. Mas tem a desvantagem de a gente não poder desenvolver muito, por conta do terreno irregular, que exige mais cuidados.
A medalha, prêmio desejado

Além deles, tivemos o apoio de Renatinha, que apareceu para acompanhar Aline em seus dois trechos e Claudio. Renata também ajudou com sua diversão na Van, que nos deslocou pelos percursos.

Enfim, a equipe foi, mais uma vez, brilhante, superando o desafio maior de terminarmos a prova “inteiros”, prontos para curtir o brinde final regado a cerveja Ghesti Beer, que é produzida artesanalmente por Grace.

A Volta do Lago tem seus mistérios. Mesmo com todas as dificuldades, mesmo estando sempre entre alguma meta do ano, uma corrida desejada, a gente se prontifica a correr, para curtir cada momento com os amigos nesta prova mais que fantástica.

Boas passadas.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

VOLTA DO LAGO CAIXA 2014 - CHEGOU!!!

E aÍ, corredor?

Neste domingo (01/06), será realizada em Brasília uma das mais tradicionais ultramaratonas de revezamento do país, a Volta do Lago Caixa. Atletas do Brasil inteiro se reúnem para correr, durante cerca de 12h do dia, ao redor do Lago Paranoá, cartão postal da capital brasileira.

Na Volta do Lago, são 100 KM de distância, divididos 14 trechos pré-determinados que podem variar de 03 a 11 km. Os atletas podem formar equipes de 02, 03, 04, 06 e 08 participantes, mistas ou não. As mudanças dos corredores das equipes acontecem nos Postos de Integração (PI’s). Também existem as categorias solo - que percorre os 100k sozinho - e solo 50k - que percorre metade da prova solo.

Mais informações podem ser obtidas no site da prova, em www.voltadolagocaixa.com.br

Depois de participar das edições de 2008 a 2013 da Volta do Lago, este ano estarei apenas no apoio do Condor Team - Equipe X, um sexteto misto. A ideia é regisrar cada passo do time durante a prova, em cada posto de troca, no instagram do @eaicorredor e, principalmente, dar o apoio de hidratação durante a corrida, além do incentivo habitual aos amigos corredores.

Acompanhem no domingo o desenrolar da prova do Condor Team !

Boas passadas!
 

terça-feira, 27 de maio de 2014

DE VOLTA !!!

E aí, Corredor?!

Demorou mas chegou o dia de minha volta à atividade física. Não foi ainda no esporte que eu queria, a corrida, mas voltei, com um grande apetite para me exercitar, seja dando minhas passadas ou no pedal, como foi o caso deste domingo.

Aline está em treinamento pesado para a Maratona Internacional Caixa da cidade do Rio de Janeiro e, por isso, para seguir a planilha de treinamento, precisava correr neste final de semana 24 Km.

Pensei: "vou ajudar Aline com água para a corrida". E assim foi que fiz o apoio de hidratação pelo belo percurso do Lago Sul. A cada 3K lá estava eu com uma garrafa de água para ela se reabastecer.

O percurso já é um velho conhecido: largada do Pontão do Lago Sul e corrida sentido Aeroporto de Brasília até completar 12 Km de ida e, no total, 24K, completados na volta ao Pontão.

Este é um dos circuitos mais planos da cidade, que usei muito nos meus treinos para as Maratonas de 2012 e 2013. Na ida, umas poucas subidas, mas na volta só alegria. Mais terreno plano que descida, mas um terreno tranquilo.

De Bike, pedalava 4 ou 5K e voltava 1 ou 2K, estabelecendo o ponto de hidratação a cada 3 Km para Aline. Aí, com esse vai e vem na Bike, acabei fazendo um total de 32 km de um delicioso pedal.

Estava parado há mais de um mês por conta da lesão, a trombo da perna direita. Aí, voltar a fazer uma atividade física foi algo mais que reconfortante. Já estava meio estressado com tanta inatividade. E poder "soltar" a musculatura no pedal, uma atividade de menor impacto que a corrida, foi realizador. Sensação de que estava fazendo tudo pela primeira vez.

Bom voltar! Bom poder sentir o sol na cara, o suor, o cansaço do esforço físico. Deu vontade de continuar pedalando mais e mais, só que tenho que me conter por que a minha volta tem que ser com tranqüilidade.

Mas o fato é que estou, sim. De volta. E não vejo a hora de dar minhas passadas.

Boas passadas!

quarta-feira, 21 de maio de 2014

CORRER - ESPORTE PARA CURTIR POR MUITO TEMPO

E aí, Corredor?!

A corrida é um esporte extremamente democrático. Qualquer pessoa pode praticar, independente da sua condição social, econômica, sexual e etária.

Na questão da idade, nosso esporte chega a ser mais generoso ainda. Em uma prova, podemos ver velhos, jovens e crianças dando suas passadas. Isto é mais evidente ainda quando corremos fora do Brasil. Lá crianças são incentivadas a correr e participam de provas, até mesmo de 5 ou 10K. E os velhos, nem se fala.

Já falei aqui do homem mais velho do mundo a completar uma Maratona, o indiano naturalizado britânico Fauja Singh. E ainda do inglês Ed Whitlock,  que aos 80 anos que, entre vários recordes completou uma maratona com a incrível marca de 3h25min40seg.

Agora surge mais um "fenômeno".  O polonês Stanislaw Kowalshi foi o destaque ao completar, aos 104 anos, uma prova de 100 metros, tornando-se o homem mais velho do mundo a conquistar este feito, terminando a prova em pouco mais de 32 segundos.

O feito foi realizado em maio deste ano no evento "Corrida de 100 metros para Centenários", realizada durante a Youth Olympics, em Wroclaw (Polônia). 

Chegar até essa idade fazendo isso que estes e outros senhores fazem não é para qualquer um. Mas com disciplina, treinamento e respeito aos limites do corpo as chances são boas.

Boas passadas!