sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CORRIDA NA ESTEIRA

E aí, Corredor?!

Nós geralmente não gostamos, mas muita vezes precisamos muitas vezes usar a esteira para correr, seja para recuperar de um lesão ou simplesmente por opção, até mesmo por gosto ( no caso de uma minoria), o equipamento sempre entra de alguma forma em nossos treinamentos.

Eu, particularmente, não gosto de correr na esteira. Sem dúvida, a rua para mim é a minha casa. O ar livre me motiva e me impulsiona para as passadas. Mas, confesso, tenho usado a esteira para para meu condicionamento.

A O2 publicou em seu site, O2 por minuto, dicas para correr na esteira. Veja aí por que vale usar dela para compor nosso treinamento.


"O treino de corrida na esteira ainda não ganhou unanimidade. Existem os corredores que não abrem mão dos treinos nas ruas, saindo para correr faça chuva ou faça sol, enquanto outros adoram as facilidades que a esteira pode trazer para o treinamento.
Existem várias diferenças entre os dois tipos de treino, mas isso não significa que um é melhor do que o outro. Benefícios e custos são encontrados nas duas situações em questão. Mas a corrida na esteira pode ser muito bem prescrita, algumas vezes na semana, para todos os tipos de corredores. Ela é uma excelente ferramenta para dias chuvosos, frios, além de fazer com que a pessoa evite a poluição e o trânsito. Também é ótima para delimitar, rigorosamente, velocidades e distâncias, e ter controle desses fatores é fundamental para a manutenção do treinamento e o desenvolvimento da aptidão física e motora do corredor.
Reunimos sete dicas para que você faça treinos mais proveitosos na esteira e ganhe rendimento nas ruas.
Aqueça antes dos treinos
Toda atividade física exige que você aqueça a musculatura, o que faz com que você renda mais e evite lesões. Na corrida na esteira não é diferente. Trotar ou caminhar em um ritmo lento por 5 minutos já é suficiente.
Inclinação usada
Para melhorar a resposta do seu corpo ao treino, defina uma inclinação até 2%. Como não há resistência do ar em ambientes fechados, essa suave inclinação simula a corrida ao ar livre. Ao mesmo tempo, não defina inclinações muito íngremes (mais de 7%), pois isso pode sobrecarregar o tendão de Aquiles e as panturrilhas.
Não segure o corrimão
O corrimão está lá, apenas, para dar mais segurança ao seu treino. Ao correr na esteira, mantenha a mesma postura da corrida na rua, com os braços em um ângulo de 90 graus. E certifique-se de manter o corpo na posição vertical. Não é necessário se inclinar para frente, já que a esteira puxa os pés para trás automaticamente.
Preste atenção no ritmo
Mantenha o seu passo rápido e curto para ajudar a minimizar o impacto das passadas. E para melhorar a performance, conte quantos passos você consegue dar em minuto. Isso fará com que você seja mais eficiente ao correr. Para que tenha como exemplo, os corredores de elite correm com cerca de 180 passos por minuto. A sua contagem deve levar em conta quantas vezes um dos seus pés passa pelo cinto de segurança da esteira em um minuto. Para melhorar o ritmo, tente aumentar esse número aos poucos, o que vai ajudar a lidar com o tédio de correr em um lugar fechado (fator que desanima muitos corredores) e ainda vai melhorar a sua corrida ao ar livre.
Esqueça o visor da esteira
Realmente, é difícil não olhar continuamente para ver quanto tempo ou a distância que você já correu. Mas ao assumir essa postura você acaba correndo com o corpo todo torto, o que pode gerar dores. Olhando para frente a corrida fica mais fácil e segura.
Desaqueça ao final do treino
Terminado o treino não negligencie o desaquecimento. Assim como o preparo do corpo na fase inicial da corrida, esfriar a musculatura é igualmente importante, para que você baixe o ritmo cardíaco, o que previne tonturas ou até mesmo a sensação de que você ainda está se movendo mesmo fora da esteira.
Leia a matéria completa no site, Clique aqui.

Boas passadas.

domingo, 14 de setembro de 2014

DE VOLTA, NO CIRCUITO DAS ESTAÇÕES CAIXA!!!!!

Largada de minha nova etapa nas corridas
no Circuito das Estações Caixa
E aí, Corredor?!

Como é bom poder voltar. Sentir um clima de uma prova, rever os amigos, arrepiar na largada, vibrar com o agito, dar minhas passadas. É bom estar de volta sim! E, desta vez, de volta mesmo. A confiança voltou junto e isso me dá a certeza de que esse retorno é o verdadeiro retorno (se é que me entendem).

Foram só 5k. Por recomendação médica, adego correr, mas no máximo 10k, e de preferência 5k. Mas foram 5k de uma realização tão parecida quanto a do recorde, de 2012, quando fiz a distância em 23min. Ou quando comecei a correr, nos idos de 2006. É uma nova marca na minha breve história no meu mundo das corridas. A marca do retorno ao asfalto.

O palco foi a Esplanada dos Ministérios
O agora Circuito das Estações Caixa tem as mesmas características do anterior, que tinha o patrocínio manter da Adidas: 4 provas, uma alusiva a cada estação do ano (outono, inverno, primavera, verão) com uma medalha em cada e, para quem fizer todas, a formação de uma mandala. Porvas com distâncias de 5k e 10k. Em Brasília, o palco continua sendo a Esplanada dos Ministérios, local onde estão os principais cartões postais da cidade. Kit bonito, bem completo (camisa da Mizuno, lata, toalhina e a linda medalha) e excelente organização (bastante água, isotônico e frutas na reposição depois do fim da prova).

Em Brasília estamos no auge da seca. O calor estava intenso, mesmo sendo 8h da manhã. O sol "queimava os miolos" retornava cada passada um jogo de estratégia. Como os primeiros, no meu caso, 2,5k são de descida, temos que saber dosar nesta fase por que depois são 2,5k de subida. E eu, depois de 4 meses longe das pistas, tentei usar uma estratégia nova, onde o principal objetivo era correr o tempo todo, sem parar nem no ponto de hidratação, coisa que não fazia a um tempo, já que dava umas andadinhas nestes pontos.

Dosei na subida. Quando senti o cansaço e o psicológico querendo "sabotar", reduzi um pouco o ritmo e fui mais cadenciado. Daí consegui correr o tempo todo, sem parar, alcançando o meu objetivo na prova.

No final, a alegria e o agradecimento a Deus, por me dar forças para manter a disciplina e conseguir me manter parado, mesmo tendo sido "seduzido" diversas vezes para voltar antes. Sinto que foi o momento certo. A parada de cerca de 4 meses foi importante. E, mesmo sentido um pouquinho a dor do esporão (que vai me acompanhar, segundo o médico), fiz bem a prova, terminando em 26min57seg.

Feliz!

Boas passadas!
O reencontro com grandes amigas das pistas

terça-feira, 2 de setembro de 2014

CORRENDO NO RIO DE JANEIRO

E aí, Corredor?!

Depois de mais um período de descanso, cá estou eu de volta ao blog, pronto para movimentar um pouco mais este nosso contato.

O fato é que fiquei um período longo, 3 meses, inativo e longe das corridas por conta de uma lesão e, realmente, não tinha muitos temas para relatar. Além disso, o dia a dia está intenso e o tempo curto demais. Mas uma coisa é certa: nada de abandonar o E AÍ CORREDOR.

Passei duas semanas de férias no Rio de Janeiro, e foi na cidade maravilhosa que resolvi voltar a "esticar as canelas". O palco: calçadão de Copacabana e Ipanema. Um retorno mais do que emblemático, ainda mais por que estava muito bem acompanhado em todas as corridas, com a minha namorada Aline. 

Como fiquei muito tempo parado, este retorno tem que ser gradual e por isso, não corri toda a extensão do Calçadão. Na primeira corrida, fiz do Posto 5, próximo ao Forte de Copacabana, até o Leblon, no fim da ciclovia, ida e volta, correndo cerca de 7 Km. 

Praias de Ipanema e Leblon, no Rio de Janeiro
Já na segunda vez, o trajeto foi ainda menor, apenas pela Vieira Souto, à partir do Posto 8 de Ipanema até o Leblon, ida e volta, percorrendo cerca de 5k. O mais maneiro foi que, neste caso, a corrida foi num incrível domingo de sol, correndo pela Vieira Souto, que fica fechada para os carros e lotada de gente correndo, andando, pedalando, patinando.

Mas as corridas pelo Rio não se limitaram à capital carioca não. Corri também pela linda praia de Geribá, na areia, margeando o mar. Duas voltas pela orla da famosa praia de Búzios, com um total de 7k percorridos.  Nada tão difícil já que Geri tem uma orla basicamente plana e com areia firme, nem um pouco fofa, na proximidade do mar, que possibilita uma corrida tranquila.

Praia de Geribá, em Búzios (RJ)
Mas o mais interessante neste caso foi a recuperação. O dia em que corremos não estava ensolarado e nem um pouco quente, pelo contrário. E a água de Geribá, que normalmente já é um pouco fria, estava bem gelada. Nada que nos assustasse e impedisse que entrássemos, o que mostrou-se ótimo para nossa recuperação mais rápida. No dia seguinte, nada de dorezinhas por ter corrido na areia, nem mesmo nas panturrilhas, tão forçada neste tipo de terreno.

O melhor de tudo mesmo foi poder voltar a correr. Sentia falta do movimento, das passadas, da sensação de liberdade e superação. Pedalar é muito bom também, mas não se compara, no meu ponto de vista, ao prazer proporcionado pela corrida. E poder, depois de tanto tempo parado, voltar a dar minhas passadas me deixou muito feliz.

Agora é me preparar para voltar aos treinos e às provas. Algumas já estão agendadas para este mês de setembro e o relato delas estarão aqui no E AÍ CORREDOR. 

Boas passadas.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

MODA ENTRE CORREDORES

E aí, Corredor?!

Já falei sobre este tema aqui no E AÍ CORREDOR, mas há sempre novidades nas pistas, rapidamente vistas em nossa comunidade corredora. Quanto mais popular o nosso esporte, mais os fabricantes esportivos criam novidades para esse público havido por consumo.

A moda dos corredores, em muitos momentos, tem a ver com a melhoria da performance. Camisas de compressão, bermudas também e meias até as canelas, todo tendo como motivador a melhor circulação sanguínea e a promessa de uma recuperação muscular mais rápida. 

Relógios cada vez mais tecnológicos, que já medem a pulsação sem precisar de cinta peitoral (uma novidade). E quanto ao pisante, principal peça de nosso vestuário, não fica atrás. Se há pouco mais de dois anos o negócio era escolher o tênis por tipo de pisada, hoje temos um específico para cada tipo de terreno ou necessidade do corredor: tem os de trilha, com "travas" na sola; os de performance, com menos amortecimento e até aqueles sem qualquer tipo de amortecimento. E continuamos tendo os com bom amortecimento, com materiais cada vez mais diferenciados (EVA, Boost, etc.).

E não para por aí. Os bonés e camisas ganharam um material que promete proteger mais dos raios nocivos do sol. E no vestuário já temos as cintas para colocação dos números, com suporte para garrafas de água, que ajudam na colocação de celular, documentos, chaves . . .

Ah! E tem o celular! os aparelhinhos estão cada vez mais modernos e concorrendo com os relógios. Sistemas cada vez mais sofisticados para os telefones já fazem muitos preferirem eles aos monitores cardíacos. Ainda mais que podemos ainda tirar fotos do momento da corrida e postar nas redes sociais instantaneamente.  Também instantânea é a colocação dos dados da corrida, como por exemplo um desenho do percurso corrido, com distância e outros dados.

Realmente correr não é apenas vestir o tênis e o short e sair. Agora, precisamos colocar muito mais "adereços", que acabam se tornando imprescindíveis para a nossa prática. Nem falei de tudo o que tem.

Boas passadas.



sábado, 9 de agosto de 2014

SÉRIE ONDE CORRER - PARQUE DA CIDADE/BRASÍLIA

E aí, Corredor?!

Vem a Brasília à negócios? Ou apenas conhecer a bela capital brasileira? Não faltaram opções na cidade para dar suas passadas. E falo isso por que conheço, já que é onde moro.

Brasília, com suas amplas e largas avenidas, oferece diversas opções de circuitos para os corredores. E um dos locais mais utilizados para qualquer prática esportiva é o Parque da Cidade.

Localizado na zona central de Brasília, o Parque da Cidade Sarah Kubistschek possui uma extensa área verde. Durante toda a semana, mais pela manhã e a noite, o Parque é intensamente utilizado por várias tribos esportivas. Ciclistas, patinadores, skatistas, caminhantes, jogadores de futebol, futvôlei, vôlei, frescobol, entre tantos outros.

O Parque possui uma pista para tráfego de carros, utilizado pelos bikers para os treinos ou passeios e por corredores para as passadas, e outra interna, onde a maioria realiza seu treino. 

Com cerca de 9,2 Km de extensão, a pista interna possui um terreno variado, com subidas e descidas e muito terreno plano, o que ajuda muito em qualquer corrida. E quem quiser, pode optar por dar as passadas no gramado. 

O Corredor tem a possibilidade de fazer vários percursos, até mesmo de trilha, no Parque. Além disso, a infraestrutura ajuda, já que temos espalhados pelo percurso bebedouros e banheiros. Nesta época de inverno, estes pontos de hidratação ajudam por causa do clima extremamente seco da cidade.

Aos domingos correr na pista interna é difícil por conta do grande movimento no parque, mas existem as opções de percurso ou até correr ao lado da pista dos carros, na grama.

Boas passadas.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

SÉRIE "ONDE CORRER" - DO LEME AO LEBLON

E aí, Corredor?!

Acredito que um dos grandes motivos para que no Brasil a Corrida de Rua venha ganhando cada vez mais adeptos - existem pelo menos 4 milhões de praticantes no Brasil - seja as belas paisagens que dispomos em qualquer cidade do país.

Seja no asfalto, trilha ou na areia, não faltam opções neste nosso país continental. E em todos os lugares, mesmo nas cidades menores, a corrida de rua é um esporte muito praticado, e provas não faltam para nossos desafios.

Daí o surgimento desta série no E AÍ CORREDOR, "Onde Correr". Tentar falar de lugares que já corri e outros, com dicas de amigos corredores. 

Para começar, nada melhor que falar do que é para mim o mais belo palco de corrida que tive a oportunidade de dar minhas passadas: o circuito entre as praias de Leme e Leblon, passando aí pela "Princesinha do Mar", a bela praia de Ipanema e a internacional Copacabana. 

É isso mesmo. O primeiro post da série é sobre a orla da Zona Sul Carioca, as mais famosas praias de nosso país. 

Com um terreno plano e seguro - durante a semana, além do calçadão, podemos dividir tranquilamente o espaço da ciclovia da orla com os ciclistas e, no domingo, uma parte das avenidas da orla fica fechada para o lazer do público - o circuito Leme-Leblon oferece um ótimo percurso, mesmo para os iniciantes.

Com cerca de 8 Km de distância, mais um atrativo do percurso é a bela paisagem e a grande quantidade de famosos que curtem dar suas passadas por ali. Aos domingos não é difícil de encontrar um ator correndo pela orla ou curtindo o mar. O que torna a corrida ainda mais interessante e cheia de surpresas.

Qualquer horário é bom de correr, seja de madrugada, para ver o sol nascer, o no pôr do sol, parando para encerrar o "longuinho" ali pelo Arpoador.

Duas famosas corridas do país passam pelo circuito: A Maratona Internacional Caixa da Cidade do Rio de Janeiro, em julho, que reuniu este ano mais de 24 mil atletas, e a Meia Maratona Internacional Caixa da Cidade do Rio de Janeiro, que acontece em agosto e reúne pelo menos 25 mil participantes.

E tem mais, a infra-estrutura é ótima. Em todo o percurso há banheiros, com ducha e tudo, em cada posto, aparelhos de ginástica em diferentes pontos e marcadores de distância a cada 400 metros. 

Outros bônus para quem corre por lá: terminar o treino com um mergulho no mar, parar em um dos muitos quiosques para uma água de coco, que é isotônico natural, geladinha, ou até recorrer a uma massagem pós-corrida, numa das muitas tendas, com direito até a maca, montadas na areia.

De negativo só duas coisas: Primeiro, a grande quantidade de transeuntes, que pode atrapalhar nosso corrida fazendo com que a gente tenha necessidade de ziguezaguear entre eles. Mas nada que atrapalhe tanto. 

Mas o maior cuidado que os corredores devem tomar é com o piso. Correr no calçadão não é bom, porque ele é de pedra, um dos terrenos mais duros que existem e, portanto, absorve menos o impacto. O ideal é correr na ciclovia asfaltada - ainda assim, como ela tem uma leve inclinação para a água escoar, o desnível pode prejudicar os joelhos. Alterne a orla com outros locais de treino, durante a semana, para não sobrecarregar as articulações.

Enfim, para quem corre, conhecer a orla Leme-Leblon é imprescindível. Agende um período para correr ali.

Boas passadas.

terça-feira, 29 de julho de 2014

TOM TOM LANÇA SEU RELÓGIO PARA CORRIDA

E aí, Corredor?!

A Tom Tom, marca fabricante de equipamentos de GPS e um dos principais concorrentes da Garmin, entrou de vez no mercado de Corrida. 

Depois de uma parceria com a Nike, que lançou seu relógio com GPS para corrida usando o mecanismo da marca, a fabricante lançou este ano o seu próprio relógio, aliás, muito parecido com o da Nike.

Segundo a marca, é possível ter acesso a informações fundamentais para a sua corrida, ou seja, distância, tempo, velocidade e calorias perdidas, além de ser um GPS, relógio também monitora ritmo e frequência da corrida. 

Mas o grande diferencial prometido é o sensor de frequência cardíaca embutido no relógio, que dispensa o uso da cinta de frequência cardíaca que muitos de nós não conseguem se adaptar.

O relógio está disponível apenas para compra online, por meio do site oficial da marca, pelo preço sugerido de € 299 (cerca de R$ 903,64).