domingo, 10 de abril de 2016

CORRENDO A 17ª MEIA MARATONA CAIXA DE BRASILIA

E aí, Corredor?!

Mais uma prova, mais 10k na rodagem, os primeiros oficiais de 2016 - já corri em "pipocas" e rodando para treinar, mas fazendo uma prova, foi a primeira do ano.

A 17ª Meia Maratona Caixa de Brasília é uma das mais tradicionais da cidade. Seus 21k são difíceis, com um percurso bastante irregular e com boas subidas. O palco é o Eixão, larga avenida de 6 faixas da capital federal que, durante a semana, é extremamente movimentada.

O percurso não é novo para que acompanha o E AÍ CORREDOR. Já fiz essa prova algumas vezes, às vezes, 7k, outras 5k e outras também o percurso total, 21k. E nunca foi fácil. Ainda mais hoje, que dia estava quente e seco.

Este ano, a prova contou com três distâncias: 5k, 10k e os 21k oficiais. Como sempre, ele recebe certificação da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), e contou com atletas estrangeiros - africanos basicamente - e nacionais, a elite da pista, já que ela conta para o Ranking Caixa CBAt, que, ao final do ano, dá aos 10 primeiros colocados uma ajuda de custo para treinamento, durante todo um ano.

Daí que isso torna a prova bem concorrida. São milhares de amadores querendo mandar ver e tentando superar os atletas de elite, um feito quase impossível por que os caras parecem voar na pista, com suas passadas largadas e rápidas.

A prova tem uma boa organização. Bastante hidratação, isotônico, reposição básica, prêmio em dinheiro para os primeiros colocados. Mas o kit deixa sempre a desejar: camisa fraca, um boné e uma sacolinha bem fraquinha, mas tudo recompensado pela boa organização já citada e pelo custo baixo da inscrição.

Fiz os 10k, o primeiro depois de muitos meses fazendo apenas 5k. Meu compromisso comigo mesmo foi fazer uma prova tranquila, sem me cansar muito, e foi assim que fiz, com um ritmo constante, aumentando o ritmo das passadas gradativa e naturalmente. Tanto que acabei terminando em mais de 1h, a primeira vez em meus 10 anos de corredor nos 10k. Já fiz em 59min, mas mais de 1h, primeira vez.

Se fiquei triste? Nem um pouquinho. Foi um retorno aos 10k, e queria era completar e chegar inteiro. Não queria me arriscar, já que estou retorno de uma grave lesão. E por isso, voltar a correr bem os 10k foi a minha vitória.

Agora, é continuar crescendo. Meu objetivo são os 15k da São silvestre e, se possível, uma meia até o final de ano. Vamos torcer para que dê tudo certo e eu consiga alcançar minhas metas.

E vamos que vamos! 

Boas passadas!

sexta-feira, 4 de março de 2016

QUANDO CORRER VIRA UMA NECESSIDADE

E aí, Corredor?!

Tudo começa do nada, ou por tudo. Do nada, quando a gente dá os primeiros passos por tentar, sem nada que nos "empurre". Por tudo, por que percebemos que precisamos de praticar um esporte, de ter uma atividade física para viver, para a saúde.

Correr para mim, na infância e adolescência, nunca foi prazeroso. Um esporte chato, maçante, sem nenhum "UP!". Precisei de 38 anos para perceber que era o esporte mais fácil de praticar, mais fácil de  tornar regular, mais fácil de CURTIR!!!

Daí já se vão 10 anos. Comecei em 2006, oficialmente em agosto, e não parei mais. Correr virou necessidade, hobby, atrativo, o combustível para viver mais e com uma qualidade melhor. Correr tornou-se algo comum, como respirar.

A corrida me trouxe saúde - mental, espiritual, física. Correr já não é mais, hoje, um martírio". Parado, quero correr. Correndo, quero correr mais e mais! Sinto aquela necessidade de estar nas ruas, naqueles grupos malucos que acordam 7h da manhã para praticar o seu esporte. Malucos, mas nem tanto, por que, depois que comecei a correr, maluco é quem fica em casa para ficar vendo televisão.

Os primeiros passos foram quando, em Brasília, corrida de rua era um esporte que poucos se arriscavam e provas, um ou outra. E hoje, quando vejo esse "boom", vibro por que percebo que este nosso esporte se tornou um dos mais populares do país e do mundo, ou melhor, do mundo e do país, já que em outros países a corrida de rua de popularizou muito antes.

E antes, lembrei agora, não se viam muito "apelos" para o "correr na rua". Hoje, 9 entre 10 filmes que vejo, por exemplo, sempre aparece pelo menos um figurante correndo ao fundo, quando não é mesmo o protagonista da película.

Ou seja, correr ficou muito mais fácil, mais motivador, mais "da moda". Quer ter saúde, vai lá e corre! Não é vai lá e nada, ou vai andar de bike, ou vai lá e malha ... é vai lá e corre, parceiro!!!!! Tá na "crista da onda" praticar a corrida de rua e, mesmo com todas as implicações negativas que essa popularização pode trazer, acredito que o que vem são mais coisas positivas. 

Até por que, amigo, sou corredor, e tenho a endorfina "passeando" pelas veias.

E vamos correr!!!!!

Boas passadas!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

CORRER, NOVO LIVRO DE DRAUZIO VARELLA

E aí, Corredor?!

Drauzio Varella é oncologista, voluntário numa prisão, pesquisador do uso medicinal de espécies amazônicas, celebridade na TV e ainda autor de best-sellers. Com toda a sua vida atribulada e agenda lotada, o médico mais pop do país, há mais de vinte anos, ainda arruma tempo para treinar e correr.
 
E o seu mais novo livro, CORRER, conta como e por que decidiu espantar o sedentarismo com a prática regular da corrida; relata o desafio da primeira maratona; nos dá um panorama da história das corridas desde sua suposta origem na Grécia antiga; oferece informações médicas sobre a prática; e, de quebra, nos leva de “carona” num passeio sensível pela alma humana.
 
E tudo começou de maneira inusitada, ao encontrar um velho conhecido de ginásio. Ao perguntar ao médico qual a sua idade, então com 49 anos, o conhecido vem com a seguinte afirmação: “Ano que vem, cinquenta, idade que tem início a decadência do homem”.
 
Aquilo martelou a cabeça de Dráuzio Varella, que resolveu então mostrar que isso não era verdade e daí veio a história da Maratona e o estreia em Nova York, então uma prova nem tão badalada assim.
No livro, o Dráuzio corredor conta particularidades de provas, treinos, enquanto o Dráuzio médico dá dicas e informações sobre alguns dos males que acometem nós corredores durante nossa prática.
 
Acabei de ler CORRER e, sem nenhuma dúvida, é uma das melhores obras sobre o nosso esporte. Cheguei a sentir uma certa cumplicidade com o doutor, como se fôssemos grandes amigos, colegas de equipe de corrida, e estivéssemos conversando um com o outro. Parece realmente aqueles papos que temos com nosso colegas corredores, falando da nossa prova, de como foi correr os 42k ou treinar.
 
E o melhor é que é pequeno, sem muitas páginas, de leitura fácil e rápida.
 
Leitura indispensável para quem corre ou quer se aventurar neste universo.
 
CORRER esta a venda nas principais livrarias, na internet ou nas lojas. Na Saraiva, ao preço promocional de R$ 19,90.
 
Boa leitura e ótimas passadas.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

CALDO DE CANA É UM REPOSITOR NATURAL DE CARBOIDRATOS

E aí, Corredor?!

Fonte de vitaminas e minerais, a garapa vem sendo estudada como alternativa para substituir a maltodextrina, a dextrose, as bebidas esportivas ou o gel de carboidrato.

Pesquisas estão sendo desenvolvidas na área esportiva com o objetivo de utilizar o caldo de cana como repositor energético e de carboidratos para atletas, por exemplo, em substituição à maltodextrina, dextrose, bebidas esportivas ou gel de carboidrato. 

O caldo de cana é altamente energético, hidratante, excelente fonte de sacarose, não contém proteínas ou gorduras. Excelente fonte de minerais e vitaminas, como ferro, sódio, cobre, cálcio, fósforo, manganês, potássio (a composição depende do pH do solo), vitaminas do complexo B e vitamina C.

E o melhor de tudo: é uma bebida É um alimento natural, abundante em nosso país e de baixo custo.
Mas, é bom reforçar, o consumo é bom para quem pratica uma atividade esportiva para reposição energética.


Veja a matéria completa no site EU ATLETA  (Clique aqui para acessar)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

CORRIDAS EM FEVEREIRO

E aí, Corredor?!

Fevereiro é o mês do carnaval, principal festa brasileira. Mês de correr atrás do Trio Elétrico ou no meio do bloco de rua. Curtir Samba, Axé, passear pela folia de Momo.

Mas nem só de carnaval vice o mês de fevereiro. Pra variar, o mês está recheado de corridas interessantes, sem ano Brasil ou no exterior. Confira algumas delas (Fonte: Portal Sua Corrida)

Em Santa Catarina acontecem três corridas no mês, em três cidades diferentes. Em Navegantes será realizada, no dia 7 de fevereiro, domingo de Carnaval, a 8ª Corrida Rústica de Praia Portonave Caixa, com distâncias de 5 e 10 km. No dia , Blumenau terá a Maratona do Vinho e em Palhoça teremos os 30K Ponta do Papagaio Guarda do Embaú, que além da distância principal (30 km), terá ainda 9 e 5k. Os corredores podem optar também por correr, além de individualmente, em dupla, trio ou quinteto.

Em São Paulo, meca da Corrida de Rua brasileira pela quantidade de provas realizadas durante o ano,  acontece no dia 13, a São Vicente Night Run, no Ilha Porchat Clube, com premiação para os primeiros colocados. Na capital paulista teremos a tradicional Meia Maratona de São Paulo, no dia 21.

Brasília terá, no dia 28 de fevereiro, penúltimo dia do mês. a 8ª Meia Maratona das Pontes, que percorre a distância de mais de 21k entre as pontes JK e a do Pontão do Lago Sul, cartões postais da cidade. Também na região centro-oeste, na paradisíaca cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul, teremos a 1ª etapa da Amazing Runs, nos dias 27 e 28 de fevereiro.

No exterior, teremos um mês de fevereiro recheado de Maratonas. A primeira é a de Los Angeles, no dia 14. Logo depois teremos a de Tóquio, no dia 28. Em Lisboa, no dia 10, acontece a Meia Maratona de Lisboa.

Confira outras provas no Portal Sua Corrida e em outros sites no menu lateral direito do E AÍ CORREDOR.

Boas passadas.


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

PLANOS PARA 2016

E aí, Corredor?!

O ano começa cheio de corridas. Em Brasília, das que eu sei,  já rolou no final de semana passado a etapa da cidade do Circuito do Sol e, neste final de semana, dia 31, acontece a tradicional Corrida de Reis.

Com todas as inscrições realizadas, a Corrida de Reis promete lotar as seis faixas do Eixo Monumental de Brasília de corredores e caminhantes. Só de inscritos são 10 mil, mas acredita-se que a quantidade de "pipocas" seja até maior.

Eu ainda não encarei nenhuma prova oficial este ano. Neste primeiro mês, como proposta para recuperação, treinei e comecei a correr, leve, com pace médio de 5:40 min/km. Consegui correr, sem parar, 9 km, o que me deixou realizado. Afinal, desde agosto do ano passado que não corro esta distância com receio da lesão voltar.

O esporão, que tanto já mencionei aqui, é meu parceiro. Mas ele não tem afetado tanto a prova. Com técnicas orientadas pelo fisioterapeuta e treinador, tenho conseguido sentir menos. Antes do treino, um leve aquecimento, com trotinho e exercícios leves, como ficar na ponta dos pés flexionando o calcanhar. Depois da corrida, um forte alongamento, com uma fita.

Isso tem sido muito positivo e ajudado na recuperação pós-prova ou treinos. Além disso, nesse período sem correr, não deixei de ir a academia para fortalecimento. E estou tentando ainda combinar a corrida com outras modalidades aeróbicas: bicicleta e natação. Tudo leve, sem estresse.

Com isso, planejo um 2016 interessante. Minha meta e conseguir correr provas de 10k e, se me sentir bem, até o final do ano, uma prova de 21k - Meia Maratona ou, se der, terminar o ano correndo a São Silvestre. Sempre bem leve, sem pensar em tempo mas em chegar bem, uma filosofia que já adotava mas que agora tenho que tornar uma LEI.

Os objetivos são poucos: fazer pelo menos uma prova por mês, a partir de abril já que em março estarei de férias. Seja ela de 5k ou 10k. Neste primeiro semestre pelo menos não quero passar dos 10 km. Já no segundo, vou tentar crescer um pouco mais a distância a medida que for me sentindo mais confiante e, quem sabe, retornar com minhas saudosas "Corridas sem Compromisso", quando traçava um ponto de chega e ia até ele, correndo, sem saber ao certo a distância a percorrer.

Mais do que provas oficiais, meu maior desejo é poder retornar a essas corridas. Me sentia bem pegando o tênis, saindo cedo e indo até o objetivo traçado para o dia. 

E que venha 2016, um ano que, TENHO CERTEZA, será bem mais corrido.

Boas passadas.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

DR. DRAUZIO VARELLA E A ATIVIDADE FÍSICA

E aí, Corredor?!

Encontrei o doutor Drauzio Valerra na minha última Maratona, no Rio em 2013. Estava correndo com um esporão calcâneo incomodando e, na orla de São Conrado, encontrei o doutor o doutor em seu ritmo cadenciado e constante.

Virei um fã dele naquele mesmo dia. Já sabia que ele corria, e há muito tempo. Mas não esperava encontra-lo em uma prova. Boa surpresa.

Drauzio Verella além de doutor, editou uma série de vídeos sobre saúde que estão disponíveis no Youtube. Já fez várias participações no Fantástico e recentemente lançou um livro, Correr, onde ele fala de sua experiência na corrida. Um livro de corredor para corredor, onde além da sua vivência como praticante, traz diversos dados estatísticos que comprovam o quanto benéfica é a prática regular  de uma atividade física.

Uma delas é o estudo que trata este vídeo publicado pelo doutor sobre. Confira.


Boas passadas.