terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

NEM SÓ DE CORRIDA FOI FEITO O 1º X-CAMP



Equipe em "formação" na hora do aquecimento
E aí, Corredor?!

Domingo foi dia do I X – Camp Equipe X, um treinamento idealizado pelo professor Nirley, que levou cerca de 60 pessoas a correr em trilhas, no meio de riachos, atolando o tênis no barro, fazendo flexões e agachamentos na água, além de correr por uma pista de arais fofa passando por baixo de cordas, pulando tambores, pneus e carregando troncos de árvore, tudo em equipe.

Circuito na areia fofa começava com o
carregamento de toras
Foi um treino realmente diferente. A nova onda do exercício funcional, inspirado em treinamentos militares, foi no que Nirley se baseou para preparar o circuito. Tudo foi previamente testado por ele e Eduardo na Fazenda Taboquinha. Desde o "fardamento" - camisetas de corrida com o logo da Equipe X lembrando um batalhão do militar, com patentes e estrelas -  até os exercícios, definidos e testados antes pelos dois, desde o aquecimento até os circuitos de corrida. Isso sem contar as personagens que a dupla encarnou: coronel Nirley e tenente coronel Eduardo, mandando e desmandando na galera. E tudo adaptado para um grupo bem heterogêneo, com corredores amadores de diferentes níveis e idades.

Tudo começou com o aquecimento, na grama. Polichinelo, uma primeira sessão de agachamentos e outro exercício para descontrair e esquentar os músculos. Depois, a preparação, com as instruções sobre o que faríamos no circuito de areia fofa: carregar, em grupo, grandes toras de madeira; rastejar por baixo de uma série de cordas, pular outros troncos menores, pular um tambor, uma série de pneus e depois pular uma cerca e subir outra. Este era o circuito. Tudo pausado, para dar tempo para o corpo descansar e buscando reduzir o desgaste, já que seriam mais de 2h de treinamento.

Subindo o morro pela corda
Antes do circuito na areia, uma corrida leve de 1,5k passando por uma trilha com direito a ponte pênsil – e balançante – e riacho, onde Nirley fez uma brincadeira de fazer flexões e outros vários exercícios na água, molhando roupas e tênis mesmo. Depois, voltamos para o “campo de provas”, na areia.

Depois dos exercícios na areia, novo circuito de corrida, no trote, em outro percurso, com uma subida de morro segurando uma corda, depois passando por uma “teia” de barbantes e terminando correndo no rio, passando pela água e lama, pedras um pouco lisas, num circuito bem diferenciado.

Correndo pelo rio
Foram 2h15 de treinamento funcional, com exercícios variados, que trabalham todos os grupos musculares. Trabalhamos também a mente, “passeando” por um circuito bem lúdico e diferenciado, sem nenhuma monotonia. Tudo buscando a saúde, fazendo com calma, mesmo com toda a gritaria, encarnada pela personagem que Nirley e Eduardo encenaram durante todo o treino.

Ótima forma de nos exercitarmos e passarmos o dia. Aliás, o treinamento funcional, imitando os exercícios militares, são uma tendência atual utilizada pelo educadores físicos, buscando novas formas de levar à prática de exercícios físicos de maneira lúdica e descontraída, mas sem deixar de trabalhar todo o corpo, de maneira equilibrada e saudável.

Este foi o primeiro X CAMP – Equipe X. Dia 30 de março já tem a segunda edição.

Boas passadas!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

TREINAMENTOS FUNCIONAIS - PRÁTICA QUE AJUDA NA CORRIDA


E aí, Corredor?!

Nos treinamentos realizados pela Equipe X, antes de qualquer treino específico de corrida, professor e amigo Nirley passa para gente uma série de exercícios educativos, com o objetivo de propiciar um aquecimento do corpo antes da prática e dar algumas dicas de passadas e biomecânica. Estes educativos tem duração de cerca de 30 minutos.

Este ano, os educativos foram acrescidos de exercícios funcionais, com maior duração e uma lista mais extensa de exercícios. São 40 minutos de “escada”, trotes, levantamento de joelho, tornozelo e coxa, elástico, abdominal, agachamento e outros mais, em uma série que se inova a cada treino para, segundo nosso treinador, não cairmos na “mesmice” nos treinos.

Por isso, ao ler a matéria do site da O2 sobre a importância do treinamento funcional para evoluir na corrida, não me surpreendi tanto, já ciente desta importância.

Segundo a matéria, o treinamento funcional possibilita trabalhar força, velocidade, equilíbrio, flexibilidade e coordenação motora, utilizando só o peso do corpo nos exercícios ou algum equipamento, como cones, elásticos, bolas, escadinha, entre outros.

“Com esses aperfeiçoamentos, obtêm-se o aprimoramento da postura estática e em movimento, a otimização da utilização dos músculos, refina a execução do movimento de corrida e, consequentemente, eleva o desempenho individual”, ressalta a reportagem (Clique para ler a reportagem completa no site da O2).

Lembro-me, quando comecei na Equipe X, de Nirley falando sobre o tiros que ele dá no educativo. “O importante neste exercício não é chegar primeiro na fila que você corre, não é ser o mais rápido. É treinar o alargamento da passada e a biomecânica, coordenando o uso dos braços com cada passo”.

Os tiros propiciam a força muscular e ajudam nesta adaptação da passada e biomecânica. E o educativo, tenho certeza, ajuda muito para que possamos depois sair para as corridas do treino, seja de tiros curtos ou de longão.

O mais importante de tudo, no entanto, é fazer os exercícios funcionais orientado por um profissional, já que, por serem mais “Livres”, se feitos de maneira errada em vez de ajudar atrapalham e podem gerar até lesões.

Boas passadas!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

CAMISETAS DE CORRIDA, CONTANDO A HISTÓRIA DE CADA PROVA

Um dia resolvi me "desapegar" das minhas
camisas de provas que já participei.
que dificuldade ! (rss)
E aí, Corredor?!

Todo corredor valoriza, além de uma bonita medalha ou troféu, um kit maneiro, que venha, principalmente, com uma bela camiseta para nossos treinos. Na verdade, assim como a medalha, a camiseta traz a história de uma prova, a lembrança daquele desafio vencido.

Mas elas vão se acumulando em nossos armários. A cada corrida, uma camiseta preenche o espaço vazio. Até que lota e não tem mais espaço para outra.

O pior é que o valor sentimental de cada peça não deixa que a gente se desfaça de uma peça ou outra. Até faço um “bota fora” a cada fim de ano ou quando “dá na telha”. Mas tem algumas camisas que, por mais feinhas, trazem um monte de recordações boas.

Foi fácil, por exemplo, me desfazer das camisas da Volta da Pampulha. Participei de três edições, mas em nenhuma delas a camiseta agradou. Foi fácil  colocar elas entre as descartáveis.

Mas é incrível a resistência que tenho para me desfazer da minha camisa da São Silvestre. Participei de uma edição, a camisa nem é lá essas coisas, mas é tanta recordação e o status é tanto que fica difícil doar. Fiz a prova de 2011/2012, depois de várias tentativas frustradas e meio que não me sentia um corredor, mesmo tendo participado de maratona e tudo mais. Afinal, a primeira pergunta que todo leigo faz para gente é se participamos de uma São Silvestre e, quando falamos que não, lá vem aquela cara de decepção, mesmo a gente sabendo que esta não é a prova mais difícil do país.

Outras camisas que não me desfaço são as das provas patrocinadas pela Adidas. Neste caso, mais pela qualidade do material do que pelo valor sentimental. Apesar de que existem provas ímpares que participei com a Adidas: as três meias maratonas internacionais do Rio de Janeiro, por exemplo.

Enfim, nesta brincadeira, as camisas vão se acumulando, lotando o armário e deixando a gente cada vez mais sem espaço. Aí, a cada novo ano, pelo menos, lá vamos nós nos desfazer de nossos momentos de glória, representados por cada camiseta das provas.

Boas passadas!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

CORRIDA DE REIS 2014. MAIOR CORRIDA DE RUA DE BRASÍLIA

16 mil inscritos, recorde em corridas de rua de Brasília
E aí, Corredor?!

16 mil inscritos, mas cerca de 100 corredores de elite (quenianos e brasileiros, entre outros) e cerca de 4 mil "pipocas". Com estas estatísticas, a Corrida de Reis se firma e se consagra, na sua 44ª edição, como a maior corrida de rua de Brasília.

A procura pelas inscrições movimenta o início de ano dos corredores do DF e das cidades próximas de Goiás e Minas, principalmente. No primeiro dia fora colocadas a disposição 12 mil vagas, que foram preenchidas em menos de um dia. Depois de uma semana, a organização resolveu colocar mais 4 mil vagas a disposição, que foram preenchidas em cerca de 40 minutos.

É inquestionavelmente um sucesso e, com este quantitativo de participantes, se considerarmos apenas os oficialmente inscritos - 16 mil - temos a corrida com recorde de inscritos, superando de longe corridas chiques e "queridinhas" da galera, como Circuito das Estações e Golden 4.

Eu era um dos 16 mil inscritos. Consegui minha inscrição na primeira leva. Decidi, naquele momento, correr os 6K - o atleta podia escolher entre os 6 e os 10 Km de distância - mas no dia me empolguei e resolvi encarar os 10 Km, a distância maior e mais desafiadora.

Organização - apesar de ser uma prova com inscrição gratuita - bastava levar 5 kg de um alimento não perecível - a Corrida de Reis tem uma organização que não deve a nenhuma prova cara. Foram três dias para pegar o Kit e o Chip, descartável, é retirado no mesmo dia, junto com o número. Tudo bem, a camisa deste ano não estava lá com um material maneiro, mas, oras, era de graça. E ainda tinha um squeeze. 

Na entrega, tranquilidade total. Entre deixar os alimentos e pegar o kit devo ter levado uns 5 minutos. Muito rápido e prático.

No dia da prova, a largada foi realizada me 4 pelotões - Elite, portadores de necessidades especiais, 10 Km e, por fim, 6 Km. Para largar, tranquilo, a não ser pela "multidão" de corredores. Mas a pista do percurso era ampla, com todas as seis faixas do Eixo Monumental reservadas apenas para os corredores. Pelo menos até a quebra entre os 6K e os 10K. Para galera dos 10K, em menor quantidade, no trecho da Esplanada dos Ministérios, 4 faixas foram reservadas, um bom número.

Tivemos 3 pontos de Água para os 10K e creio que 2 para os 6K, o suficiente. O único problemas esta na chegada. Pelo menos na hora que passei, não faltou água para ninguém, mesmo com o "mar" de copinhos esparramados pelo asfalto.

Na chegada o único problema, que a organização, que tem parte da culpa no processo, precisa resolver. Entre o pessoal dos 6K, muitos caminhantes, que fazem esta caminhada em bloco, ficando 3 ou até 5 lado a lado conversando enquanto anda até a chegada. Como os corredores dos 10K, que geralmente estão mais focados em correr e fazer tempo, se encontram, justamente na maior subida, com essa galera, nos 2 Km finais fica ruim de correr, por que a turma caminhante dos 6K atrapalha demais. De repente, uma solução e ter percursos diferentes ou a turma dos 6K largar antes da dos 10K. Enfim, precisa mudar isso.

Na entrega das medalhas um certo tumulto, mas era muita gente. Tinha umas 10 baias com gente entregando medalha e kit de reposição, mas todos com filas enormes. Só que, repito, era muita gente mesmo. Só que, pelo menos na minha vez, a fila andava.

Uma outra reclamação foi feita por uma amiga minha. Ela correu com o relógio com GPS dela e conferiu o tempo final informado pela organização e o do relógio, que não bateram. Para quem gosta de ver o tempo, uma chateação.

Percurso - Como mencionei, eram duas distâncias - 6 e 10K. Foram 10 mil atletas nos 6 Km e 6 mil nos 10 Km. A largada de ambos era em frente ao Estádio Nacional e começava com uma subidinha até o primeiro retorno. Daí, descida até o Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, para depois subirmos cerca de 5 Km, com trechos pesados como o subidão da rodoviária. 

Para a turma dos 6K, a largada era um pouquinho mais abaixo, no resto, igual, com a descida indo até antes da rodoviária e depois, acredito, cerca de 3K de subida até a chegada, que de ambos os percursos era em frente ao Ginásio Nilson Nelson.

Amigos corredores, sempre um bom motivo para
continuar neste esporte
Minha corrida - Estava receoso por conta da minha lesão, o esporão calcâneo, que me persegue desde julho de 2013 e não sarou totalmente, por isso e pelo tempo de inatividade, resolvi me inscrever nos 6K. Mas, na hora da prova, acabei correndo os 10 Km mesmo, sendo desclassificado na tomada de tempo.

Procurei cadenciar a passada, buscando a pisada mais confortável possível, que conseguia ao alargar a passada. Na subida, continuei no mesmo ritmo, menos no subidão da rodoviária, que resolvi caminhar rápido por uns 300 metros para não forçar muito o calcanhar. Depois, até a chegada, correria. E cheguei bem, inteiro, sobrando. Gostei do meu desempenho, mesmo não fazendo um tempo maravilhoso - 55min16 - mas feliz por completar correndo bem e em menos de 1h.

Gostei da minha prova. Curti cada passada, já pensando no grande desafio do primeiro semestre, a meia maratona de Nova York. corrida maneiro que vou fazer como Aline em março. Queria estudar o melhor jeito de correr e encontrei. Fiquei feliz, principalmente por que o psicológico foi "de boa". 

Correr é uma terapia e tanto para mim. E estava com saudade de correr mais que 5 Km, distância que tornou-se obrigatórias para mim no segundo semestre. Foi muito bom.

Agora é curtir e esperar o próximo desafio de 2014.

Boas passadas!  

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

62K DE PEDAL

E aí, Corredor?!

Fim de semana de recorde pessoal batido. Mas não foi correndo não. Foi pedalando. Mais de 62 Km pedalando, por cerca de 3h30.

Resolvi sair no domingão nublado com minha Magrela e andar, com um percurso  pré-definido mas que mudou um pouco a cada pedalada.

A idéia era sair de casa e ir até o Parque da Cidade, no Plano Piloto em Brasília. De casa, em Águas Claras, até lá devem dar cerca de 10Km. Mas a ideia não era  só chegar, mas ainda dar uma volta pelo circuito interno do Parque - cerca de 10K de distância - e voltar para casa, rodando depois o Parque de Águas Claras. 

Tudo planejado mas cumprido em parte. Acabei dando duas voltas no Parque da Cidade e ainda rodando pela ciclovia da EPVP - avenida que dá acesso a Águas Claras e outros bairros. Além disso, ao invés de voltar ao final da ciclovia resolvi seguir em frente, passeando pela EPNB até a entrada que dá acesso ao Guará - cidade satélite do Distrito Federal - e daí voltando a EPVP rumo a minha casa.

Nesta história toda acabei não passeando pelo Parque de Águas Claras já que, pensei, de tão lotado que estaria, seria impossível curtir um pedal tranquilo pelo seu circuito.

No caminho, tipos diferenciados de terrenos: asfalto, grama e trilhas recheadas de muitas subidas e descidas. Sem esquecer do trânsito, mais intenso na EPTG, avenida que liga Águas Claras, e outros bairros, ao Plano Piloto onde circulam, diariamente, uma média de 100 mil carros por dia.

Pedal - Saí tarde de casa, um pouco antes das 8h da manhã. A preguiça abateu e quase nem pedalo. Mas venci a danada e fui. A saída de Águas Claras estava tranquila, e assim foi durante todo o caminho de ida até o Parque da Cidade, no Plano, sem grandes sustos.

As duas volta pelo circuito interno do Parque foram fazendo o "8", para que a distância de 10K fosse cumprida à risca. Na segunda volta, percebi que a pista estava enchendo e saí fora, até por que teria a "pedreira" da EPTG, mais movimentada e com mais subidas na volta.

Aí, o grande susto. Resolvi pegar a pista dos ônibus, lado esquerdo da via, já que na ida fiz o mesmo e nenhum veículo grande me passou. Mas o horário era outro e, no início do trecho, um ônibus passando pertinho do meu lado, balançando a bike. Ainda bem que Deus estava comigo, e fiquei calmo. Mas logo depois, saí daquela faixa e fui para a direita, ficando no ponto certo, dos veículos mais lentos.

Daí, tudo muito bom. Cheguei na ciclovia sem mais problemas e cheio de "gás". Aí, resolvi fazer os 8K dela e, no caminho, ir até a estrada férrea, voltando para casa pela EPVP.

O final, mais de 3K, é de uma subida bem chata. E eu, com as pernas cansadas, parecendo dois chumbos, fiz na marcha lenta. Um pedal maluco e surpreendente.

No final, recorde de pedal: mais de 62 Km rodados. Muito bom.

O melhor é que descansei o tornozelo lesionado e ainda fiz um bom exercício. E o projeto outlet ficou mais próximo depois dessa aventura.

Boas passadas ... e pedaladas também.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

ÓCULOS DE SOL. AMIGÃO DO CORREDOR

E aí, Corredor?!

Corredor experiente tem vários itens indispensáveis para sua prática. Uma camiseta esportiva, própria para corrida (que dissipa o suor com mais rapidez e com proteção do sol), tênis específico para a pisada, boné, relógio com cronômetro. São tantos os acessórios que é melhor a gente deixar tudo pronto no dia anterior ao treino ou prova, para não esquecer nada.

E entre esses itens não pode faltar o óculos de sol - no caso de a prova ou treino ser durante o dia, como normalmente acontece. E não é só um artigo de luxo não. Pesquisas constatam regularmente a importância do acessório. E isso ficou ainda mais claro para mim ao ler a reportagem do site "O2 Por Minuto": Óculos de sol garantem saúde dos olhos.

A reportagem do site fez uma entrevista com o oftamologista Newton Kara José Júnior, do conceituado hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, que enfatizou a importância do uso dos óculos de sol na nossa corrida. "Na retina, a radiação ultravioleta diminui sua vitalidade, apressando o envelhecimento das células responsáveis pela visão", cita o médico,

Leia a reportagem e confirme também a importância de correr com um bom óculos de sol. Prevenir é melhor que remediar, já diz o ditado.

"Óculos de sol garantem saúde dos olhos

Para muitos corredores, os óculos de sol são apenas um apetrecho na hora do treino. Porém, o item é de extrema importância, principalmente nas épocas mais quentes do ano, quando os raios solares – prejudiciais aos olhos – são mais intensos.

Várias partes do órgão responsável pela visão são afetadas por esses raios. “Na retina, que é a porção posterior do olho [como o filme de uma máquina fotográfica], a radiação ultravioleta diminui sua vitalidade, apressando o envelhecimento das células responsáveis pela visão”, explica o oftalmologista Dr. Newton Kara José Jr., do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. 

A longo prazo, isso pode prejudicar a qualidade visual de maneira irreversível, de acordo com o médico.Outra região que sofre danos com o excesso de exposição ao sol é o cristalino – comparável à lente de uma máquina fotográfica. “A radiação ultravioleta acelera a formação da catarata”, afirma o oftalmologista. A doença é a opacidade parcial ou total do cristalino, que pode levar à cegueira. 

Por último, “na superfície ocular, os raios UV podem causar câncer”, garante o médico.Os óculos de sol com lentes de proteção contra raios ultravioleta protegem os olhos contra todos esses problemas. “Ele previne doenças oculares e mantém a qualidade visual para o futuro, especialmente em corredores, que ficam muito tempo expostos ao sol.

”Para garantir a saúde da visão, não compre quaisquer óculos. Para saber se as lentes realmente têm proteção contra os raios solares, temos que leva-las ao Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), na Universidade de São Paulo (USP)”, diz o Dr. José Jr. Por isso, ele recomenda a compra do acessório sempre em lojas especializadas e, de preferência, com uma marca conhecida. “Óculos escuros sem a proteção UV fazem mais mal aos olhos do que não usar nada”, finaliza."


Boas passadas . . . com um bom óculos de sol para proteger a visão.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

DE VOLTA AOS TREINOS

Clube da Caixa, em Brasília, 4 de janeiro de 2014. Cerca
de 30 amigos curtindo o primeiro treino da Equipe X de 2014
E aí, Corredor?!

Acabou a moleza! Neste domingo, dia 4 de janeiro, voltei aos treinos de corrida junto com a Equipe X. Depois de 2 meses longe, só correndo algumas provas de 5K e pedalando nos finais de semana, num repouso provocado, voltei. E como foi bom ter voltado.

O treino, idealizado pelo professor Nirley, consistia em um aquecimento e, logo depois, uma corrida de 7 Km. O percurso, uma ciclovia que margeia a L4 Norte, avenida dos clubes em Brasília, consistia em um circuito relativamente tranquilo, com uma descida, que na volta virou subida, mais pesada.

A ciclovia, ainda sendo pavimentada, era metade de terra e metade de asfaltada. No trecho de subida, asfalto, o que possibilitava uma corrida mais rápida.

A "grande" subida
Mas o calor "pegou". O pesado calor da manhã de domingo, quando a corrida começou, prejudicou o psicológico, forçando uma corrida mais cadenciada na segunda metade. Eram 9h/10h da manhã, e o calor esta demais. 

Cerca de 30 amigos da Equipe X compareceram para o treino, um número bem legal para este período de férias em que a galera esta mais viajando. E ainda bem que tinha esta turma. Foi ótimo voltar ao convívio dos amigos, poder "papear" sobre nosso esporte e nossos planos para o ano. Todo mundo com um objetivo, uma corrida diferente.

Foi bom estar de volta. Bom demais!

Boas passadas.
Aquecimento. E eu arrancando para um novo ano de corridas