sexta-feira, 25 de abril de 2014

CORRIDA - PAIXÃO MUNDIAL

Nike Running, loja exclusiva para corrida da Nike em NY
E aí, Corredor?!

As corridas estão "bombando" geral pelo mundo afora. Grandes provas já aconteceram no Brasil e no exterior, como as Maratonas de Boston e de Paris e a Volta da Ilha e a Meia de SP. O mundo respira corrida. Por onde passei nas férias, pude ver a paixão pelo esporte e a quantidade extraordinária de participantes.

Nas minhas férias, tive a oportunidade de passar por três grandes metrópoles: São Paulo, New York e Miami. E em todas elas vi o quanto a corrida se tornou algo comum nas ruas das cidades. Em São Paulo, ainda passei um tempo em Praia Grande, litoral, e corri na praia. Mas todos os dias, não só naquele que corri, pude ver o fascínio e no crescimento da corrida de rua. Eram vários praticantes, no calçadão, na ciclovia, na areia da praia. 

Em Sampa, na corrida de treinamento que fiz preparatória para a Meia de NY, corri no Parque da Água Branca e pelos seus arredores. E, mesmo sendo um dia de semana, vi muitos corredores pelo pequeno Parque, correndo, dando seus tiros, treinando nas subidas e trilhas.

Em New York, a experiência não poderia ser diferente. Muita gente correndo, mesmo no frio terrível da primavera nova-iorquina. Em plena 7ª avenida, grupos de corredores dividiam espaço com os pedestres nas calçadas. Era um sobe e desce rumo a Central Park incrível. E na corria, a Meia de NY, o mundo parecia estar correndo na cidade. Gente de todos os lugares do mundo, com suas bandeiras ou camisas de time de futebol.

Porém, a experiência mais interessante das férias em termos de corrida aconteceu em Miami. Em um dia que estava em Downton, esperando para ir ver um jogo de basquete na arena local. Andando pela calçada, de repente percebo, do outro lado da grande avenida, um grande número de corredores. No começo, achei até que era uma prova oficial, já que a multidão corria apenas para um lado da pista. Mas comecei a achar diferente por que não via camisetas de prova em nenhum deles, nem sequer números de inscrição. Ou seja, eram mesmo milhares de pessoas - crianças, jovens, adultos e velhos de ambos os sexos - correndo. Para quem gosta do esporte, uma visão de encher os olhos.

Nos EUA, aliás, pude perceber o grande fanatismo do americano pela corrida de rua. Constatei isso ao ver, em New York, pelo menos três lojas especializadas exclusivamente em corrida, vendendo artigos específicos para nossa prática, sendo que uma delas de um grande fabricante esportivo, a Nike. Tudo para corrida podíamos encontrar ali.

Fora isso, em várias lojas esportivas, que vendiam artigos para todos os esportes, a corrida tinha um lugar especial no mostruário, só dela. Lugares sempre cheios de gente procurando artigos e novidades.

A corrida é uma paixão, e está dominando o mundo mesmo. Esporte fácil de praticar, que exige cuidados como todos os outros, mas que te possibilita, sendo você do jeito que for, com o tipo físico que tiver, encarar o desafio, na sua medida. Basta vontade e determinação. Por isso seu sucesso.

Voltei feliz e com mais vontade ainda de voltar logo aos meus longões. 

Boas passadas. 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

FIM DE SEMANA DE PEDAL

E aí, Corredor?!

Resolvi dar um descanso para os pés neste mês de abril. Nada de corridas e nem treino, para não cair na tentação nem ficar com aquela vontade de dar um corridão com a galera. Mas nem por isso o corpo vai ficar parado. Ao invés de correr, vamos pedalar. E nos dias de semana, academia para fortalecimento, com uso do elíptico para manter algum exercício aeróbico e tentar não perder o condicionamento.

Confesso que academia não é a minha praia. Mas, por que sei que ajuda, já estou eu encarando as quatro paredes há uns 4 anos sem deixar cair o ritmo. O elíptico nem conhecia mas, para evitar qualquer impacto, nada de esteira. Por isso a escolha do novo aparelho.

Mas a curtição mesmo é o pedal. Por enquanto procuro pegar minha magrela pelo menos em um dia do meu fina de semana. E neste domingão, 13 de abril, lá fui eu rodar pelas ruas de Brasíia.

O legal do pedal é que dá para gente rodar muito e passar por vários lugares maneiros, conhecidos e desconhecidos. Eu e Aline não refugamos e acordamos cedo para encarar a bela manhã de sol. O percurso foi meio planejado mas, no meio do pedal, resolvemos encarar novas paragens

Percurso - Nosa saída foi no final da Eixão Sul, a larga avenida de 6 faixas do Plano Piloto de Brasília que corta todo o bairro da Asa Sul. O objetivo: fazer o "avião", ou seja, sair do final do Eixão sul, descer até a Praça dos 3 Poderes, subir de volta e pegar o Eixão Norte até o final delee depois voltar e ir até a Catedral Rainha da Paz, No Eixo Monumantal, para depois voltar para o final do Eixão sul e daí para o nosso ponto de largada. Já fizemos este percurso uma vez e deu um total de 42 Km de pedal.

E lá fomos nós, curtindo a paisagem e deixando o sol da manhã nos embalar. De cara pegamos a disfarçada subida do Eixão Sul até o centro da cidade, no Setor Bancário Sul. Nada demais para nosso início de pedal. 

Chegando à rodoviária, viramos para descer até a Praça dos 3 Poderes. E neste ponto passamos por pontos famosos da cidade, já narrados em muitas das minhas corridas: Museu Nacional, Catedral, Esplanada dos Ministérios, Palácio do Itamarati, Congresso Nacional, Praça dos 3 Poderes (com o Palácio do STF, da Alvorada, Panteão da Inconfidência, Monumento aos Candangos, entre outros), Palácio da Justiça eTeatro Nacional.

No Eixão Norte, hora de encontrar todas as tribos do esporte curtindo a manhã de domingo. Galera do pedal, corredores, caminhantes, famílias com crianças, tribo do Skat. Este lado da avenida atrai mais gente por ter mais pontos para hidratação, com carrinhos vendendo água de coco.

E aqui um encontro maneiro. Nosso amigo Tiãzinho, maratonista dos mais fortes, fazendo seu longão preparatório para a Maratona de Brasília, que acontece no dia 4 de maio. Este era o dia do longão de 33K, mas Tião acabou correndo 36, conforme postou depois em seu facebook.

Deixamos Tião fazer o seu longão e rumamos para fechar o "avião". Subimos o Eixão Norte e pegamos novamente o Eixo Monumental, desta vez sentido Catedral Rainha da Paz. Aqui, subidas fortes e mais pontos turísticos: Torre de TV, Planetário, Estádio Nacional, Ginásio de Esportes, Palácio do Buriti, Memorial JK e a Catedral. Eu segui até um pouco depois do último monumento e Aline virou ali. Mas aí veio a surpresa do percurso. Entramos pela ciclovia do Sudoeste/Cruzeiro, outros dois bairros do Plano Piloto, para conhecer e nos surpreendemos com a boa infra-estrutura e tamanho. Fomos por ela até o Parque da Cidade, onde entramos na pista interna e pedalamos até o Quiosque do Atleta para retornarmos ao Eixo Monumental.

Daí, caminho e volta até o Eixão Sul, indo até o final do mesmo e depois voltando, para terminar, para o ponto da largada, onde deixamos o carro. Ainda andamos cerca de 1K para cima e voltamso mais 1K paradar 50 Km certinho.

Fim de pedal, alongamento e a satisfação e certeza que fizemos bem em acordar cedo e partir para o pedal.

Maio, estou de volta, se Deus quiser e ele quer, para a corrida. Mas alternando com o pedal. Vou treinar junto com Aline, que vai fazer sua primeira Maratona e julho, no Rio de Janeiro.

Boas passadas e bom pedal!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

RUNTHERAPY - EU SOU A RUA, SUA MELHOR TERAPEUTA

E aí, Corredor?!

Corrida combina com rua, liberdade, ambiente externo, paisagem. Para realmente dizer que corremos, treinamos, demos nossas passadas, temos que sair para rua, encontrar nosso espaço, conversar com nosso habitat.

A Puma lançou um filme maneiro sobre este nosso ambiente de realização. Runtherapy mostra a rua como nosso terapeuta. Nada mais adequado.

Curta. Inspire-se. Corra!




Boas passadas!

segunda-feira, 7 de abril de 2014

CORRENDO NA FLÓRIDA

E aí, Corredor?!
As férias neste início de ano foram alongadas e, logo depois de Nova Iorque, fui visitar uma amiga que mora na cidade de Boca Raton, próxima a conhecida Miami, nos Estados Unidos. E pude constatar que, assim como a Big Apple, na Flórida a corrida de rua “bomba”.
Também, com espaços existentes para a prática da corrida, na fica difícil de entender o porque do sucesso do esporte por lá. Em Boca Raton, onde fiquei mais, ao lado de uma avenida bem movimentada, existe um espaço especifico para que corredores e ciclistas possam praticar o seu esporte.
Ali, eu e Aline resolvemos marcar nossos passos na Flórida, correndo 10 Km neste espaço. Na verdade, saímos da casa de nossa amiga, em um dos condomínios próximo à grande avenida Palmetto, e corremos até à praia de Boca Raton, o que dá uma distância de 9,8K. Para completar os 10K, corremos 200m em uma pequena calçada que fica paralela à praia.
É incrível como a cidade oferece possibilidades aos esportistas. Todas as vias são pavimentadas e limpas, ótimas para correr e o percurso que utilizamos era totalmente plano. Só na chegada da praia que encaramos uma pequena subida para pega o acesso à praia, identificado por um bonito mirante.
Além disso, existem as diversas praias. Passeamos por algumas além de Boca Raton. Miami Beach e Palm Beach, onde acabamos correndo cerca de 2k na areia fofa, para dificultar um pouco a corrida.
Em um dia que estávamos pelos lados do centro de Miami, andando por uma das avenidas principais próximo ao estádio do Miami Heats, time de basquete da cidade, nos deparamos com uma cena incrível: centenas de corredores treinando e todos correndo em uma só direção, numa pequena subida. Eram vários, tanto que ficamos inicialmente na dúvida se aquil não era na verdade uma corrida. Mas depois vimos que não, já que nenhum correr trazia número de peito à frente.
Além de lojas especializadas e exclusivas para o nosso esporte, nos deparamos com essa maravilha, sonho de todo o corredor: vários espaços para podermos praticar nosso esporte com segurança.
Não deixe de levar o tênis indo à Flórida.


Boas passadas. 

segunda-feira, 31 de março de 2014

CORRENDO EM NOVA IORQUE

E aí, Corredor?!

Um sonho de corredor foi realizado. No dia 16 de março corri em Nova Iorque, a famosa cidade dos Estados Unidos, principal destino turístico do mundo. 

Na fria primavera deste início de 2014, cerca de 25 mil corredores "passearam" pelas ruas mais conhecidas do mundo, correndo na Meia Maratona de Nova Iorque. A largada, no Central Parque, já preparava os participantes para enfrentar o maior desafio dos 21,09 Km do percurso: o frio.

Minha participação na prova começou dois meses antes. Fechamos as incrições, eu e Aline, com a Camel, única agência turística do Brasil habilitada pelos organizadores para inscrever corredores. A Camel não se restringiu apenas em nos increver. Uma representante esteve presente conosco em todos os dias do pacote, bem como um brasileiro, morador de Nova Iorque, que nos ajudou com diversas dicas para "curtirmos" os 5 dias do pacote.

O único "vacilo" foi no dia a prova, ao nos levar para o local da largada, no Central Park. Realizada em grupos, separados pelos paces indicados por cada corredor, os horários de largar eram diferenciados. Primeiro a elite e os atletas com tempo na casa dos 4min/Km. Depois o grupo dos que tinham paces maiores que 4min/Km até 6min/km e finalmente o grupo dos que correriam com pace maior que estes.

Fiquei no grupo 2, indicando um pace médio de 5min/Km. Dentro deste grupo haviam vários pelotões, separados pelo número. largamos às 7h40 da manhã, resistindo mais de 1h30 na gelada madrugada nova-iorquina. E nem precisávamos chegar tão cedo. Daí o único erro da Camel.

Os primeiros 10 Km foram todos realizados dentro do Central Park. Feito de subidas e descidas constantes, cada quilômetro foi vencido com garra, já que o frio, maior inimigo, como já mencionado, insistia em nos acompanhar, mesmo tendo corrido cerca de 10K.

Depois, alegria correndo pela 7ª avenida rumo a Times Square. Só descida e festa. Festa que nos acompanhou também no famoso parque, mas que ficou maior na avenida. Na Times, bandas tocavam ao vivo em cada posto de hidratação, este um ponto alto da organização. Eles apareciam a cada 1,5 milha do percurso, sempre recheados de água e isotônicos distribuídos em copos por dezenas de voluntários. Em um deles, sachês de carboidrato à vontade.

A festa continuou pelo percurso no trecho que margeava o rio Hudson. Aqui o terreno, até então de asfalto, passou a ser de um piso parecido com cimento, mais duro e de mais impacto. Além disso, o frio voltou com o vento que vinha do rio. Aqui, meninas líderes de torcida (como as que vemos em jogos de Basquete e Futebol Americano) faziam acrobacias. Dj's também marcaram presença, motivando nossa corrida até a chegada, que veio depois de passarmos por um viaduto longo. No fim dele estava Wall Street, o centro financeiro da cidade e, por que não, do mundo.

Minha corrida foi tranquila. Meu foco todo estava em vencer o frio. A sensação térmica era de -8º, nada agradável, e por isso minha concentração toda estava em me aquecer. Corri com duas calças térmicas, três camisas, sendo duas e manga curta e uma segunda pele, térmica, além de um casaco corta vento, luvas e touca de frio. Após os 10K, tirei as luvas e o casaco foi amarrado à cintura.

No guarda volumes deixei roupas secas para poder usar na chegada, tirando pelo menos uma camisa molhada. E esperei Aline chegar, o que levou gelados 30 minutos.

No final, a alegria de receber uma linda medalha e de ter conseguido superar, em 2h02,  meu maior tempo para uma Meia Maratona, o percurso em New Iork. Com um tempo menos frio e mais bem preparado não é difícil quebrarmos recordes nesta prova. Não foi meu caso, mas consegui realizar meu desejo de correr na Big Apple.

Boas passadas.

domingo, 9 de março de 2014

LONGÃO PELA PRAIA GRANDE, EM SÃO PAULO

E aí, Corredor?!

A Meia Maratona de New York continua sendo a meta dos treinos, e neste sábado, 8 de março, foi a vez de fazer o longão com a maior distância antes da prova nos EUA. Corremos, eu e Aline, pela areia da Praia Grande, em São Paulo, onde estamos passando parte de nossas férias.

O dia não estava inspirador para correr. Mais uma vez uma garoinha teimava em cair na manhã fria do sábado e a preguiça de levantar era tamanha que quase nos impediu de curtir o excelente longão no maravilhoso percurso da Praia Grande.

Acordamos, forçosamente, mas conseguimos vencer a acomodação e, por volta da 7:10 da manhã, partimos rumo à praia para correr.

A orla da Praia Grande possui, além de um calçadão, um extensa ciclovia com demarcação de quilometragem e tudo, além de toda a infra-estrutura necessária para curtir um bom dia de sol para os banhistas (quiosques, barracas com cadeiras e guarda sol além de venda de bebidas e comidas).mSão cerca de 27K de ciclovia e 22K de orla, o que possibilita um bom percurso para treino.

Afora isso, o grande plus da praia é a areia, plana e batida, propiciando um excelente palco para correr. Tanto que, depois de corrermos 1,8K na ciclovia e calçadão, resolvendo testa a areia, onde acabamos por fazer todo o nosso longão.

Tendo em vista os problemas de segurança, resolvemos não correr com relógio e por isso, a marcação de distância e tempo ficou por conta das indicações na ciclovia e do relógio dos barraqueiros. 

Então, colocamos uma meta, o ultimo prédio grande da orla (Costa do Sol), e lá fomos nós, correndo sem pressão até nosso objetivo. Chegando lá, subimos até o quiosque para ver a indicação da distância na ciclovia e para beber uma água. E nós surpreendemos: já tínhamos corrido 10K em pouco mais de uma hora.

Tomamos a água e ingerimos o gel de carboidrato para partimos para segunda metade do longão. Como nosso objetivo era correr 15K, já imaginávamos correr parte da volta e depois caminhar. Mas, ainda no início da nossa corrida de volta, aparece um corredor local e começa a conversar conosco e "nos carregar" até o final do nosso treino.

Ari, um empresário de Praia Grande, corre desde os 17 anos e hoje curte ultra maratonas (provas de mais de 100K). Conhece amigos de Brasília e já correu por lá, fazendo, solo, a Volta do Lago. Um craque das ruas e trilhas. Esta treinando para participar, na cidade, uma prova de 24 horas em pista de atletismo, esperando correr 240 Km na competição.

Ele nos acompanhou até o nosso final, indo em direção ao forte, de onde saímos. Conversando e contando suas aventuras, seguimos e corremos uma distância que não esperávamos, 18,5K.

Excelente longão e ótimo treino, nos tranquilizando mais para fazer a Meia Maratona de NY.

Boas Passadas.


RUMO A MEIA MARATONA DE NY - TREINANDO NO PARQUE DA ÁGUA BRANCA, EM SÃOPAULO


E aí, Corredor?!

Faltando pouco mais de uma semana para correr pelas ruas de Mahattan, em New York, não dá para descuidar do condicionamento. Mesmo que a proposta seja uma corrida leve, para curtir a cidade, não posso me descuidar.

O frio promete ser o nosso principal desafio da corrida. A temperatura em NY tem estado sempre baixa, e o mais quente foi 3 graus com sensação térmica de 0 grau. Como a corrida será de madrugada, com certeza vamos ter uma prova bem gelada.

E para isso não tem como a gente se preparar no Brasil. Mas precisamos correr, para que, pelo menos fisicamente, estejamos prontos para completar os 21,09K da prova.

E foi assim que na quarta-feira de cinzas corremos 10K, "passeando" pelo Parque Da Água Branca e adjacências. Foram subidas, terrenos irregulares, boas descidas, uma pequena trilha e voltas intermináveis dentro do pequeno parque, que no passado era uma fazenda. Foi um "passeio" interessante pela novidade e pelo belo parque, que fica incrustado no meio da selva de pedra que é São Paulo.

No local, muitos corredores dividindo espaço com bichos diversos. Um local bem bucólico, cheio de verde, com muitas árvores. Corremos em uma pequena trilha e demos voltas, pegando caminhos diferentes, para aumentar a distância.

Parque da Água Branca - Criado em 1929, o Parque Doutor Fernando Costa, conhecido como Parque da Água Branca, é um espaço de 137 mil metros quadrados que abriga atrações para todas as idades. O Museu Geológico, por exemplo, tem exposições permanentes que são mantidas pelo Instituto Geológico. A Casa de Caboclo é uma réplica das residências da zona rural, onde o visitante pode experimentar a Cavaca, uma broa de milho assada na chapa do fogão a lenha.

O Parque fica na Av. Professor Francisco Matarazzo, número 455, Zona Oeste da capital.