quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

QUAL É A SUA MOTIVAÇÃO PARA CORRER?

E aí, corredor?!

Mais um ano vai terminando. Ano de muitas provas, muitos quilômetros superados, metas conquistadas, etapas vencidas e alguns objetivos adiados. 


Fiz minha primeira Maratona, correndo até mais que 42,195 km, conforme registrado no meu GPS (exatos 44,1 km). Corri duas meias maratonas, em Brasília e no Rio de Janeiro. Consegui, junto com a Equipe da Volta do Lago, subir ao pódio com um troféu de 3º lugar. Mas não fiz uma prova internacional, objetivo que tive que adiar.

Mas aí chega o final do ano. A Volta da Pampulha, prova disputada no último final de semana, vem marcando o fim de minha temporada nas corridas oficiais. Depois dela, só festivas e sem compromisso.


E como manter a vontade de correr até a primeira prova de 2010, que provavelmente será a Corrida de Reis ou a Corrida do Sol em Brasília mesmo?

Este ano, um dos mais importantes fatos que me aconteceu foi, após a Maratona Internacional do Rio de Janeiro, eu definitivamente me sentir "mordido pelo bichinho da corrida". Após terminar a prova, da maneira como foi, quando quase que por conta de uma cãibra não consigo completar o percurso, eu estava estafado. Realizado e feliz, mas estafado. Foram 4h11 de corrida, tempo que nunca fiz em uma prova, é claro. E depois da chegada, falei aos amigos que me esperavam que nunca faria aquilo novamente.

Mas no mesmo dia, algumas horas depois, já estava sendo convidado por um amigo para correr com ele em 2011 a mesma Maratona Internacional do Rio de Janeiro, no que aceitei prontamente por que minha recuperação se mostrou rápida, acontecendo, praticamente, logo após um banho morno (rss), um sinal claro de que, apesar das dificuldades, minha preparação foi boa (valeu, Nirley!).

E daí percebi que não poderia mais de afastar deste esporte, a corrida de rua. Estou definitivamente "viciado" em correr. Tanto que depois da prova carioca fiz várias Corridas Sem Compromisso, sozinho mesmo, sem precisar de mais nada além da vontade de estar fazendo isso. E aí constatei que não precisava mais de nenhum tipo de motivação para correr. Apenas começar a dar minhas passadas e pronto. Não é mais necessário ficar estabelecendo uma meta específica, como a prova tal ou superar aquele recorde pessoal de tempo ou distância. Para mim, hoje, basta ter vontade, colocar um tênis e correr. 


Mas sei de amigos, principalmente os mais competitivos, que não têm como estabelecer este tipo de meta para motivar a permanência no esporte. E como convencer esta turma a correr por correr, sem uma motivação, de certa forma, tão palpável?

Acredito que a maioria dos corredores tem este parâmetro para poder se motivar nos treinos e nas corridas. Correr mais rápido, mais longe, emagrecer. Objetivos visíveis, quantificáveis. Agora, sair para correr e pronto, sem nada para parametrizar ou um objetivo específico, é mais difícil mesmo.

Já tive, neste 4 anos de convivência com o esporte, que estabelecer metas para me motivar a correr e ir aos treinamentos. Era a vontade de querer quebrar recordes pessoais, primeiro  de tempo e depois de distância, ou estabelecendo uma prova específica, como conquistar a mandala do Circuito das Estações Adidas, ou vencer uma meia maratona, correr fora de Brasília, fora do Brasil. Mas percebi que nada daquilo podia ser meu motivador, por que logo depois ficou mais difícil aumentar a distância, quebrar um recorde e, depois daquela "prova do ano" superada, ter "gás" para continuar nos treinos.

E daí veio a Maratona e a minha história e meu pensamento nas corridas mudou completamente, como já mencionei.

E você? Qual é, agora que o ano está terminando e as provas diminuem, qual é o motivador que utiliza para se manter nas corridas? Fala aí ! Dê seu comentário!

Boas passadas.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

VOLTA DA PAMPULHA 2010 - EU FUI

E aí, corredor?!

Mais uma Volta da Pampulha realizada, a terceira consecutiva. E apesar de já ter feito três vezes o mesmo percurso em BH, nenhum foi igual ao outro. Cada um apresentou suas características próprias. Cada um teve a sua história.

A prova prometia por que a capital mineira apresentava já no sábado um sol abrasador e um calor insuportável. Ao pegarmos o kit da prova, cuja entrega é realizada no próprio bairro da Pampulha, local de realização da prova, já pudemos sentir o tempo quente e úmido. Mas havia muitas nuvens e uma chuva forte caiu no final da tarde. Aí, tivemos a esperança de correr com o céu nublado no dia seguinte.

Pois bem, Não foi isso que aconteceu. Apesar das previsões do site Clima Tempo, a manhã de domingo era de sol quente logo cedo. Seria realmente a primeira vez que correria a Volta da Pampulha sob o temível sol da cidade e a altíssima umidade, que provocava já na concentração uma forte sensação de desconforto.

Mas estávamos todos os corredores da Equipe X preparados para tudo. Por mais difícil que fosse, conseguiríamos, com o condicionamento dado pelo amigo e professor Nirley, vencer a Volta da Pampulha por que sabíamos como fazer isso. Cada um no seu nível sabia como deveria correr para superar os 18k da prova.

E foi assim que aconteceu. Especificamente no meu caso, consegui correr bem, num ritmo interessante. Fiz um pace médio de 5:13min/km, um pouco mais alto do que esperava mas totalmente justificável por conta do calor. Diante do quadro que se apresentou durante a prova, me senti realizado por conseguir manter um ritmo bom, pois a sensação de desconforto com a alta umidade e o calor era muita intensa. Estava bem fisicamente, tanto na parte respiratória como na muscular. Mas o calor realmente cansou.

Meu primeiro erro foi me posicionar muito atrás na concentração. Passei do local da largada com 8 minutos de prova acontecendo. Eram 12.500 atletas, muita gente para dividir o apertado espaço da avenida que dá a volta na Lagoa, principalmente no início quando a aglomeração é maior. Daí, tive que ir buscando meu lugar e fazer uma corrida de pequenos tiros para conseguir desenvolver o meu ritmo o que, como eu sabia, cansa e o corpo poderia me cobrar no fim da prova.

E cobrou. Mas não com dores musculares ou falta de "pulmão", mas sob a forma de um tremendo calor que me fez sentir o corpo pesado. Mas estava preparado e consegui seguir em frente, mantendo o meu ritmo desejado para tentar fazer a prova em, no máximo, 1h40.

Cheguei ao final com um sprint de mais de 1 km, sendo saudado pelo público que acompanhava a prova, simpático com todos os corredores. Aliás, este público sempre faz a diferença. O pessoal de BH vai ver a prova, mesmo aqueles que não têm ninguém participando. E sempre gritam frases de apoio para todos nós. Um diferencial da prova mineira.

Terminei com 1h36 (tempo líquido). Foi, em relação às 3 provas feitas, o pior tempo - em 2008 fiz os 18k em 1h33 e ano passado em 1h30 - mas, pela dificuldade maior, a vitória foi mais tocante. Afinal, vi muita gente caminhando no percurso, enquanto eu corri todos os 18,51k que acabei fazendo (contado no meu GPS). Vi até mesmo colegas corredores desmaiando e precisando ser socorrido e as ambulâncias não paravam de trabalhar. Muita gente precisou de ajuda. E fiquei sabendo, com pesar, que 3 amigos acabaram falecendo durante a prova. O calor realmente tornou-se um inimigo terrível.

Mais uma prova para entrar para minha história, esta com um sabor especial. Afinal, cheguei inteiro, consegui controlar o ritmo e meu ímpeto de querer correr mais e mais e comemorei muito mais esta vitória pessoal.

Alguns pontos negativos em relação a organização da prova: a camisa do kit foi de péssima qualidade. Nos anos anteriores pelo menos o tecido era melhor. Este ano, mesmo com o patrocínio da Fila e mesmo sendo a Pampulha uma prova internacional, eles desejaram muito a desejar na camisa. A medalha seguiu o mesmo padrão de outra que fiz, também organizada pela Yescom. A única variação eram as cores e a identificação da prova.

De positivo os muitos, e necessários, pontos de água a cada 4 ou 5k, as placas de quilometragem a cada 1k vencido (apesar de às vezes a gente ficar agoniado e ver a distância percorrida e ficar pensando no que ainda falta para completar a corrida), a rapidez na entrega dos kits, o percurso bem sinalizado e o público de BH, que sempre nos incentivava durante o percurso.

Acho que esta foi minha última corrida oficial do ano, como em 2009. Talvez aconteça de correr mais uma ou duas provas, como a Zero Hora e a Festa do Corredor, mas nada seriamente, só de maneira festiva. As metas de 2010 já foram superadas e já estou com o pensamento voltado para 2011.

E, mesmo com a dificuldade apresentada este ano, aconselho a quem ainda não correu uma Volta da Pampulha que programe-a para o ano que vem. Vale muito à pena.

Boas passadas.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

PREVISÃO PARA A PAMPULHA - TEMPO CHUVOSO E MUITA CORRERIA

E aí, corredor?!

Está chegando o dia de correr mais uma Volta da Pampulha, a charmosa e tradicional corrida de 18 km que acontece em Belo Horizonte sempre no primeiro domingo dos mês de dezembro. E que reúne cada vez mais corredores.

A prova é patrocinada pela Rede Globo, e isso atrai muita gente. Além do que é uma corrida internacional, o que é garantia certa da presença de algum queniano para ganhar a corrida. É, por que até na Corrida da Caixa em Brasília os caras estavam lá, levando o prêmio de 1º lugar dos brasileiros. Até mesmo em corridas de 10 km eles estão entrando e vencendo.

Mas, para nós amadores é até um orgulho poder estar correndo a mesma prova que eles. Muitas vezes nem vemos os medalhões, mas só de saber já é legal. O que importa para nós mesmo é estar correndo, e em uma das provas mais tradicionais e disputadas do país.

A Volta da Pampulha tem uma excelente organização e uma boa participação de público. O calor da torcida externa chega a ser maior que no Rio de Janeiro. O pessoal apóia mesmo, e isso faz a diferença. Afora isso, correr pela Lagoa e no charmoso bairro da capital mineira é muito gostoso. Não me lembro em nenhum ocasião de ter corrido sem apoio de muita água. A cada 3k tem, junto com banheiros e um pórtico marcando a quilometragem, sendo que em alguns sai aquele jatinho de vapor d'água para nos refrescar.

Outra característica interessante da Volta da Pampulha é que em todo o trajeto corremos ao lado de muitos corredores, por que a pista não é larga e dá a volta na Lagoa. Em alguns trechos podemos ver a massa de corredores atrás e na nossa frente. Uma imagem que sempre me emociona em qualquer corrida.

Como já mencionei, é a minha 3ª Volta da Pampulha. Como moro em Brasília, é uma prova que fica mais em conta ir fora da minha cidade, e mais tranquilo em relação ao tempo, isso por que BH é perto de Brasília, o que facilita a viagem.

Mas tenho um carinho especial por essa prova. Foi minha primeira corrida de mais de 10k, e que me abriu as portas para a Maratona, que realizei este ano no Rio de Janeiro. Além disso, só depois dela me senti credenciado para enfrentar as meias maratonas também.

Espero que, no dia, não tenhamos chuva, apesar da previsão do tempo para a cidade mostrar justamente o contrário e, pelos anos anteriores, ter certeza de clima chuvoso. Em 2008 corremos com o tempo nublado e uma garoa. Ano passado, fomos recebidos por um verdadeiro temporal que alagou todo o percurso. Se tiver que chover, que seja a garoa. Aí, até ajuda.

Mas, faça chuva ou faça sol, lá estaremos nós, somando mais estes 18 km em nosso currículo de corredores amadores.

Boas passadas.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

VOLTA DA PAMPULHA - AGORA É 2010

E aí, corredor?!

Mais um ano vai acabando e eu, novamente, vou terminando minha temporada 2010 de corridas já começando o último mês com uma prova de grande estilo e tradição, a Volta da Pampulha de Belo Horizonte/MG.

Será o 3º ano consecutivo que correrei os 18k da Pampulha, uma corrida charmosa, interessante e empolgante. Charmosa por poder correr em um dos cartões postais da capital mineira, interessante pelo percurso, basicamente plano, e empolgante por que além dos muitos corredores que sempre correm ao nosso lado, tem uma torcida sempre presente, faça sol ou chuva.

Falando nisso, este ano espero pegar um tempo mais firme que ano passado, quando largamos embaixo de um temporal que encharcou a gente e o percurso e não facilitou para nós corrermos. Saímos com o corpo frio e tendo que desviar de muitas poças para não ficar o tênis pesado logo no começo da prova. Dificultou um pouco o desenvolvimento na prova, mas nada de atrapalhar.

Em 2008, ano que estreei na Pampulha e em provas de mais de 10 km, fiz a prova em 1h33. Em 2009, quando o temporal dificultou nossa performance, baixei o tempo para 1h30. Nada surpreendente, mas foi uma quebra de tempo natural, sem muito estresse para correr. Aliás, a Pampulha é uma das poucas provas longas em que consigo correr quase todo o percurso com prazer, sem grandes sacrifícios.

Este ano mais uma vez estarei indo com vários amigos da Equipe X. Não tantos como o ano passado, quando lotamos 2 ônibus de corredores. Mas vários guerreiros valentes que vão defender as cores da Equipe em BH.

Bom, para quem vai, deixo aqui os linques para outros posts, do ano passado, em que trazia dicas para a Volta da Pampulha. E, claro, minha prova, tanto em 2008 quanto em 2009. Acho que dá para dar uma idéia de como é interessante correr esta prova tão mágica. É só clicar no título para acessar:


Boas passadas.

domingo, 28 de novembro de 2010

CIRCUITO DE CORRIDAS DA CAIXA 2010 - ETAPA DE BRASÍLIA

E aí, corredor?!

Mais uma corrida oficial, mais uma Corrida da Caixa e seu circuito que aconteceu desta vez no palco oficial de corridas de rua em Brasília, a Esplanada dos Ministérios. Um circuito difícil onde nós, corredores de 10k ou de 5k, somos "brindados" com metade da prova em subida (ufa!).

A Etapa de Brasília do Circuito de Corridas da Caixa fecha todo o, digamos, campeonato que escolhe os 10 melhores corredores para receberem uma ajuda da empresa durante o ano de 2011. São provas de 5 e 10 km que passa por diversas cidades do país - Ribeirão Preto/SP, Campo Grande/MS, Goiânia/GO, Belo Horizonte/MG, Porto Alegre/RS, São Paulo/SP, Fortaleza/CE, Curitiba/PR, Uberlândia/MG e Brasília/DF. É maior circuito de corridas do Brasil e o que visita mais cidades e estados do país. 

Em Brasília é feito tradicionalmente o encerramento do Circuito. A prova, que ano passado aconteceu no Eixo Rodoviário Sul, o Eixão Sul, este ano mudou para a Esplanada, utilizando, basicamente, o mesmo trajeto das provas Fila Night Run e Circuito da Estações, ou seja, desce até o Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente do país, e volta numa grande subida até o final.

No caso da prova da Caixa, a largada foi dada próxima ao Palácio do Itamarati e Congresso Nacional. De lá, seguimos até o então Jaburu, passando antes pela Praça dos 3 Poderes onde temos o Palácio da STF, Palácio do Planalto, Panteão da Independência, pontos turísticos da capital. No Jaburu, voltamos, correndo em uma subida de 5 km até a altura do Museu Nacional. Passamos aí por todos os Ministérios e pela Catedral, entre outros monumentos da cidade. Aí, terminamos a prova em uma descida até a chegada, diferentemente das outras provas que lá ocorrem.

Comecei minha prova muito atrás no pelotão, só para variar. Tive então que correr desviando dos mais lentos. Fui junto com o Dr. Maurício e com o garoto Zé, duas feras da Equipe X. Corremos juntos até mais ou menos o 7 km, quando Maurício começou a abrir. Depois da subida do Congresso Nacional foi a vez de eu falar para o Zé "rasgar". Estava meio cansado da noite anterior, sentindo o calor. Não me controlei e tomei um vinho, o que deve ter me prejudicado. Mas consegui terminar a prova em 51min.

Encontrei mais uma vez a Alessandra, seguidora do E AÍ CORREDOR, e desta vez nos conhecemos mesmo, já que ela veio conversar comigo na largada. Muito legal encontrar gente que conhecemos assim, escrevendo e curtindo o mesmo esporte. Muito bom conhecer gente assim, através deste delicioso hobby que é correr.

Depois, ficamos lá no estande da Caixa, aguardando a premiação. A Equipe X, na categoria Economiários, levou todos os pódios praticamente, tanto no feminino como no masculino. Uma gostosa sensação de orgulho por ver os amigos lá, subindo e representado a Equipe.

Agora, a próxima prova oficial, e provavelmente a última do ano, será a Volta da Pampulha, já na semana que vem, domingo, dia 05 de dezembro. Minha terceira volta seguida. Só espero que este ano não seja de tanta chuva como no ano passado. 

Boas passadas.

( E NÃO ESQUEÇA DE ACOMPANHAR O E AÍ CORREDOR NO TWITTER)

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

TESTE DA PISADA NA RUNNING SHOP NESTE SÁBADO - 27/11

E aí, corredor?!

Para quem vai ficar em Brasília neste final de semana, ótima oportunidade para fazer um teste de pisada, que identifica o seu tipo certo e exato de pisada. E vai acontecer neste sábado, dia 27 de novembro, na Running Shop. Uma ótima oportunidade para conhecer a loja e seus produtos e perceber o atendimento especializado que a galera da loja dispensa aos clientes.

Merece divulgação. É a única loja especializada em artigos para corredor da cidade. Aproveite!


Boas passadas.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

CAIXA ENCERRA SEU CIRCUITO DE CORRIDAS DE RUA EM BRASÍLIA NESTE FINAL DE SEMANA

E aí, corredor?!

A Caixa Econômica Federal é a patrocinadora oficial do atletismo Brasileiro. Além da Confederação, ainda patrocina diversos atletas brasileiros como por exemplo Maurren Maggi, inclusive quando da conquista do ouro olímpico no salto em distância da Olimpíadas de Pequim, na China.

Como patrocinadora oficial do atletismo, a Caixa criou o seu Circuito de Corridas de Rua, que congrega atletas profissionais com amadores, passando por diversas cidades do Brasil. 

Para os atletas profissionais o incentivo na participação está no fato de que, a cada corrida, ele tem uma pontuação dependendo de sua colocação na prova e os 10 primeiros colocados ganham o apoio da Caixa durante a temporada seguinte. Para os atletas amadores o incentivo é de correr uma prova oficial ao lado de grandes atletas do país por um preço de inscrição bem em conta em relação aos atualmente cobrados em provas com estrutura semelhante ao oferecido nas provas do Circuito Caixa.

Pois bem, o Circuito está terminando este final de semana, dia 28 de novembro, em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, palco de 8 entre 10 corridas que acontecem na capital federal. A prova terá, com sempre, duas distâncias, 10 km e 5 km, para atrair todos os níveis de corredores.

Eu vou. E te encontro lá.

Boas passadas.