domingo, 16 de janeiro de 2011

CORRENDO NO EIXÃO NORTE COM ALINE

E aí, corredor?!

Corri!

Hoje foi um dia especial. Corri junto com Aline no Eixão Norte, durante quase uma hora, por 10 km de subidas e descidas num sol rebelde que resolveu dar o ar de sua graça neste domingo onde as previsões apontavam como sendo um dia de temporal forte em Brasília.

O Eixão Norte tem um circuito já conhecido de quem acompanha o E AÍ CORREDOR. São 8 km de extensão com fortes subidas e, consequentemente, descidas. O mais incrível é que a gente, correndo, e de longe, já consegue vislumbrar e se assustar com o subidão. E hoje, com a umidade em padrões amigáveis, um fator excepcional em Brasília, correr pelo circuito, mesmo sendo ainda complicado por conta das subidas e da altitude da cidade, foi um prazer enorme.

Isso por que o Eixão estava bem cheio. O pessoal aproveitou o sol para tirar o domingão para o exercício físico ou simplesmente sair de casa mais cedo para curtir o rei sol. Foi muito maneiro ver tanta gente curtindo o Eixão, correndo, andando de bike ou a pé, de patins, ou só sentado olhando o movimento. Demais!

Combinamos, eu e Aline, de correr durante 1h, sem importar muito com a distância. No dia anterior curtimos um maravilhoso show musical onde ficamos até 1h da manhã acordados. Mas corredor de "fé" é corredor, e lá estávamos nós de pé às 8h para dar nossas passadas. 

Chegamos ao Eixão e começamos a correr por volta das 9h50 e terminamos nossa corrida quase 11h da manhã. Começamos a correr na altura das quadras 13 e 14 norte e seguimos em direção ao início da asa norte, para o centro da cidade. De cara uma subida forte, que já se anunciou para gente ao longe, bastando que a gente levantasse a cabeça e a encarasse.

Mas vencemos esta e a outra subida que faz parte do trajeto. Terminamos a primeira parte da corrida sem compromisso em menos de 30 minutos. Chegamos na metade com 26min. E a volta, supostamente mais tranquila, se mostrou também difícil por conta de um vento contrário que nos forçava a imprimir um ritmo mais pesado.

E foi com tranquilidade que, em menos de 1h, completamos os 10k, que acabou virando a nossa meta, já que completamos o mesmo bem onde começamos a correr, na altura da quadras 13 e 14 norte.

Maravilha e excelente astral para curtir o resto do domingo que prometia. Aniversário do sobrinho e muita alegria com o deus sol brindando-nos nesta manhã de janeiro, depois de alguns dias bem chuvosos.


O percurso todos conhecem, mas aí está para verificar, com seus detalhes. Reparem, ao clicar em "ver detalhes", no principal vilão do corredor de Brasília, a altitude da cidade.



Boas passadas.

sábado, 15 de janeiro de 2011

POR QUE OS QUENIANOS SÃO OS REIS DAS CORRIDAS LDE RUA?

E aí, corredor?!


Quando se fala de provas de média e longa distância, de 10 km ou mais, logo vem à cabeça os quenianos e sua supremacia no esporte. Em todos os cantos do mundo, onde existe uma prova com premiação, pode saber que entre os 3 primeiros colocados, quando não os 3, são do Quênia. Para se ter uma ideia, um comparativo mundial mostrou que, em 2003, 55% dos vencedores em corridas eram quenianos.
E por que isso acontece?
Estudos foram realizados por especialistas de todo mundo sobre o assunto e chegou-se a conclusão que não se trata de um, mas de vários fatores que integrados tornam os quenianos em super corredores. 

Primeiro e mais óbvio, o tipo físico. Eles são leves, magros e donos de longas e resistentes pernas. Um estudo publicado em um jornal especializado da Europa, os quenianos te o VO2 máximo (índice que marca o aproveitamento de oxigênio) muito alto e uma economia de corrida impressionante e acumulam menos ácido láctico e amônia ( subprodutos associados a fadiga) no sangue durante a prova. Tudo isso combinado torna os quenianos perfeitos para as provas de média e longa distâncias.
Outro fator é o local onde eles vivem. A maioria dos atletas quenianos nasce e treina a uma altitude maior que 2 mil metros. Assim, como mencionam os especialistas, o corpo acostuma-se a trabalhar com menos oxigênio e promove adaptações gerais que melhoram a economia de corrida, como, por exemplo, o aumento de hemácias no sangue, células responsáveis por transportar o oxigênio pelo corpo. O treinamento acontece em terrenos de terra batida e montanhas, o que traz menor risco de lesões. 

Os quenianos preferem o treinamento muito duro e quase sempre em subidas e em trilhas, o que aumenta o ganho de força e a qualidade do mesmo. E, em geral, a semana de treinos é preenchida com duas sessões de repetições curtas em subidas, uma de intervalados, uma de fartlek ou tempo-run e dois longões. Um tipo de treinamento considerado muito pesado para a maioria dos treinadores.

Os hábitos de vida também auxiliam na criação do super corredor. Por morarem a sua grande maioria em regiões rurais, as crianças do Quênia têm que caminhar e correr longas distâncias diariamente, o que os torna muito ativos na infância.
Também tem a alimentação. Os quenianos preferem alimentos simples e nutritivosricos em carboidratos e com pouquíssima gordura, com destaque para o ugali, uma espécie de polenta feita de milho, que comem muitas vezes ao dia. No prato, legumes, verduras, pouca carne e muito chá. Pequenas porções de frango ou carne assada e muito leite fornecem as proteínas necessárias.
Além disso, a corrida é a única chance dos garotos do Quênia saírem da miséria e ajudarem seus familiares. Para isso, eles deixam tudo e seguem mundo afora em busca de oportunidades de prêmio. Não importa se a corrida é fácil, difícil, com muito frio ou só com subidas. Tendo a chance de competir, eles sempre entram para ganhar e correm de cada prova como se fosse a última de suas vidas.


Enfim, esta supremacia não vai acabar tão cedo.


Boas passadas.


Fonte: site da Revista Sportlife (http://sportlife.terra.com.br/index.asp?codc=1455) 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

BRASIL BRILHA NOVAMENTE NA DISNEY


E aí, corredor?!


Enquanto corria a Corrida de Reis, nos EUA, mais precisamente em Orlando - Flórida acontecia a Maratona da Disney, prova que tem o Brasil como papão de títulos, com Adriano Bastos, 7 vezes campeão.


A Maratona da Disney é o acontecimento final  do evento chamado Disney Marathon Weekend, que, entre outros, tem, além da prova de pouco mais de 42k, a meia maratona, que acontece sempre no dia anterior.


As provas são realizadas dentro dos parques temáticos da Disney, em Orlando, na Flórida/EUA. Quem corre a meia maratona leva no final a medalha do Pato Donald. Para o vencedor da maratona, a medalha do Mickey e para quem participa das duas provas, a medalha do pateta. Afinal, correr mais de 21k num dia e no seguinte mais de 42k não é para pessoas normais (rss). 


A competição na qual bastou sagrou-se hepta-campeão consiste no chamado "Desafio do Pateta", que é quando o atleta corre em um dia a Meia Maratona, levando a medalha com a imagem do Pato Donald, e no dia seguinte a Maratona, quando o atleta leva a medalha do Mickey. A participação nas duas competições, por se tratar de um feito difícil, dá aos participantes a medalha com a imagem do Pateta.

Mas este ano Adriano se machucou na preparação para a prova e não foi bem, conseguindo ficar em 14º lugar.

Quem levou o título foi outro brasileiro, de nome ainda desconhecido aqui: Fredison Costa, de 33 anos, com 2h21, e que ano passado foi segundo lugar na prova. Fredison chegou 6 minutos antes do 2º colocado, o norte-americano Michael Wardian, que terminou em 2h27.

Boas passadas.


Mais sobre a Maratona da Disney: Brasileiro se torna rei da maratona da Disney (JAN/2010); Corrida da Disney - festa de brasileiros (ABR/2009)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

41ª CORRIDA DE REIS - EU FUI!

E aí, corredor?!

Sábado, dia 08 de janeiro, foi aberta oficialmente minha temporada de corridas de rua em 2011. Participei da 41ª edição da tradicional Corrida de Reis em Brasília. É o segundo ano consecutivo que participo da prova, onde estreei em 2010.

O evento este ano teve polêmica: a falta de informação sobre o número limitado de inscrições provocou um pequeno protesto de colegas corredores, que, mesmo tendo ido se inscrever um dia antes da data de término, não conseguiram por que as 3 mil vagas disponíveis já tinham sido preenchidas. Realmente frustrante.

Eu, ainda bem, consegui fazer minha inscrição e no dia 5 fui pegar meu kit, que achei muito bom, ainda mais pelo fato de a inscrição ter sido quase gratuita (5kg de alimento não perecível) Sacolinha com squeeze, boné e uma camiseta em material de ótima qualidade. E a entrega sem tumulto, pelo menos no dia em que fui, 06 de janeiro. 

No dia da prova esperávamos que o tempo estivesse chuvoso, mas não foi o que aconteceu. O sol deu o ar da graça no sábado e ficou permanente até o final do dia. Corremos às 19h, mas como estamos no horário de verão, em Brasília começa a escurecer depois de 20h e o tempo todo tivemos uma "noite clara".

A largada do pelotão de elite, que contava com vários atletas quenianos, foi dada por Marilson Gomes dos Santos, cidadão brasiliense que é hoje o maior nome do atletismo nacional, principalmente depois da vitória na São Silvestre, no dia 31 de dezembro de 2010.

Mais de 3 mil corredores participaram da prova, isso sem contar os "pipocas", que não eram poucos já que, como mencionei antes, tivemos problemas com as inscrições. E o mais legal é que mais um grande número de pessoas foi prestigiar e torcer no dia da prova, algo raro em Brasília. E durante a prova, muita gente apoiando nós corredores, buzinando e gritando palavras de incentivo. Muito legal.

A prova tinha 10 km ou 6 km. Eu fiz 10k, em um percurso realmente muito interessante. A prova é toda realizada no Eixo Monumental, grande avenida que corta o centro da cidade e passa por vários pontos turísticos. Para citar alguns: Congresso Nacional, Catedral, Museu Nacional, Ministérios, Torre de TV, Palácios do Itamarati e da Justiça.

Começamos a correr em uma pequena subida, para logo depois pegarmos um descidão de cerca de 4 km, onde tivemos que dividir, em certo ponto, a rua com os pedestres que deixavam o trabalho e iam pegar o transporte para casa. Tudo na maior harmonia, sem problema nenhum. Depois do descidão a volta, que é feita, portanto, em um subidão, onde no quilômetro 8 encaramos uma parte mais íngreme que chega a assustar, mas tem cerca de 700 metros e por isso a gente acaba fazendo tranquilamente.

Terminei os 10k em 48min27, com ritmo médio de 4 min/km, que considerei bom para início de temporada. 

Alguns problemas na organização que tenho que registrar: tanto na entrega, que em Brasília insistem em fazer sempre no mesmo dia da prova, quanto na devolução dos chips tivemos que enfrentar uma fila monstruosa e lenta. 

Depois, achei que o primeiro ponto de água ficou muito longe, apenas no quarto km. E a noite estava bem quente, aumentando a necessidade de água mais próxima. Na descida, um vento contra refrescava mas na subida nada de vento e o calor foi grande. Aí, tudo maneiro. Pontos de água no quilômetro 6 e 8. Mas para quem fez 6k, só um ponto de água. Aí é ruim.

A vitória, tanto no feminino quanto no masculino, ficou para os atletas quenianos, só para variar. No feminino: 1º lugar para Chantai Rionotukei, 2º para Maurine Jelagat e 3º para Jepkirui Kitur. No masculino 1º para Kipkemei Bett, 2º para Mathew Kiptoo Cheboi e 3º para o brasileiro Damião Ancelmo.

A próxima prova agora é o Circuito do Sol, no dia 30 de janeiro.

Boas passadas.


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

PARQUE DA CIDADE DE BRASÍLIA ABANDONADO

E aí, corredor?!

São 4,2 milhões de metros quadrados localizados no coração de Brasília, que além de uma extensa área verde, possui quadras polivalentes, quadras de areia para a prática de vôlei e futebol, além do frescobol que uma galera faz aos domingos, preferencialmente. Tem ainda uma extensa pista interna, de quase 10 km, que dá a volta pelo local, onde todo dia é possível encontrar corredores, ciclistas, patinadores. Ainda existem locais para malhação, tanto para jovens como para adultos.

Quer mais? Dois parques de diversão animam o pessoal, a Nicolândia e o Parque Ana Lídia. Banheiros em vários pontos, vestiário onde se pode guardar os pertences em armários (basta levar o cadeado) e tomar um banho, duchas, bebedouros, lanchonetes, restaurantes.

Este local é o Parque da Cidade Sara Kubitschek, ou apenas Parque da Cidade como todo mundo que mora aqui chama. Um local público e gratuito que, pela sua extensão, é maior até do que o famoso Central Park de Nova York/EUA.

A grande diferença porém é que, apesar de toda essas maravilhas, o Parque está abandonado. Para a maioria dos frequentadores pode até não parecer, mas os dois últimos governos estaduais (GDF) simplesmente deram as costas para o local. Os banheiros são mantidos à duras penas pelos funcionários, a segurança está deficiente pois o contrato acabou e não foi renovado, as placas de sinalização são concertadas, quando dá, pelo DETRAN, em auxílio ao pessoal que administra o Parque. 

E tem mais: os restaurantes já tem licitações vencidas há mais de 2 anos e são pouco atraentes, e as lanchonetes muito mais. E ainda temos a Piscina de Ondas, grande atrativo na inauguração do Parque, desativada e servindo de criadouro para mosquitos e outros insetos, praças em mau estado de conservação, locais como o Parque Burler Marx abandonados, o lago do pedalinho ao descaso. E o GDF nada.


Pelo contrário. O pouco dinheiro arrecadado com os restaurantes e bares que lá existem, cerca de R$ 10 mil reais, que daria até para fazer alguma coisa, vai para os cofres do Governo e pronto. Nada de investir no próprio parque.

Daí, quando a gente que passa por lá vê postes à noite apagados e oferecendo risco para nossa segurança, ou a porta de muitos dos vários banheiros fechadas por que estão desativados, ou quando não vemos placas sinalizando a distância percorrida, não dá para reclamar, a não ser que façamos isso diretamente com o GDF, para dar mais atenção a esse "oásis" da cidade.

E vale muito à pena lutarmos pela conservação do Parque da Cidade. Além dos vários atrativos já mencionados, é uma excelente área de lazer e para prática de esportes, existe também o lado histórico. Inaugurado em 11 de janeiro de 1978, teve na sua concepção o arquiteto Oscar Niemeyer, o paisagista Roberto Burle Marx e o azulejista Athos Bulcão. Inclusive, o local é tombado junto com toda a cidade.

Se não dá para transformá-lo em um Central Park, que é o que ele merece, pelo menos que tenhamos mais carinho por ele. Uma das formas seria, por exemplo, ele ser mais utilizado para provas de corrida de rua. Poucas acontecem lá. Ou eventos culturais, como shows gratuitos.

Vejam o que o Parque da Cidade oferece:
  • 4,2 milhões de metros quadrados de área
  • Paisagismo feito por Roberto Burle Marx
  • Desenhado por Oscar Niemeyer
  • Nos banheiros, azulejos de Athos Bulcão
  • 74 churrasqueiras
  • 26 quadras poliesportivas (5 de tênis)
  • 16 estações com banheiros
  • 13 estacionamentos
  • 7 campos de futebol
  • 5 campos de futevôlei
  • 4 pontos de alongamento
  • 1 pista para corrida, bicicleta, patins de quase 10k de distância, com várias possibilidades de percurso
  • 3 restaurantes
  • 2 vestiários
  • 2 pistas de aeromodelismo
  • 2 pistas de kart (uma desativada - a gratuita)
  • 1 lago
  • 1 ponto de aparelhos para ginástica para 3ª idade
  • 1 pavilhão de eventos
  • Bares e restaurantes
Vamos defender o nosso Parque da Cidade e . . .

Boas passadas.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

CORRIDA DO PARQUE OLHOS D'ÁGUA

E aí, corredor?!

Depois de vários dias de chuva constante em Brasília, São Pedro deu uma trégua e pude fazer o que mais gosto em termos de esporte, que vocês já sabem muito bem o que é: correr. Academia é legal, necessário, mas correr é a "minha praia" atualmente. Então, como o fim de tarde estava propício, coloquei meu tênis e me mandei para a minha 20ª Corrida Sem Compromisso, a primeira de 2011.

Pois bem, resolvi então correr em um local da cidade muito utilizado pelos moradores e onde já corri há uns anos atrás mas que tinha abandonado desde que comecei a treinar no Parque da Cidade, o já famoso Parque Olhos D'Água. Para quem não conhece, ele fica entre a 413/414 norte, possui 2 km de extensão na pista interna e é extremamente arborizado e com vários plantas nativas, além de nascentes de água, um pequeno lago com peixes e tartarugas, pássaros diversos e muita gente praticando sua atividade física ou apenas curtindo o local.

O Parque foi criado por uma luta dos moradores, mais especificamente da 413/414 norte que, vendo que a especulação imobiliária poderia tirar aquele espaço incrível que eles conseguiram junto ao Governo Estadual, "bateram pé" e conseguiram não só a demarcação da área como uma certa organização, já que o parque foi cercado e nele colocado uma banheiro, um espaço para palestras, uma área com equipamentos para malhação (paralela, barra, abdominal, etc), além do plantio de árvores e outras plantas nativas e cuidado do pequeno riacho que existe dentro dele, além da nascente de água, onde você pode ver a água brotando de dentro da terra. Muito legal.

Bem, voltando à corrida, resolvi fazer hoje um percurso que nunca fiz: correr primeiro em volta do parque, na parte externa, e depois dentro. Foi um teste, mas que de antemão já não aconselho a ninguém por causa do risco quando a gente pega a L2 norte, uma avenida movimentada e local que não tem um calçamento para dar mais segurança pra gente. Tem um gramado, mas em alguns trechos é meio complicado correr nele por que tem um barranco e árvores com galhos bem baixos. Mas como eu não conhecia fiz o teste, que acredito que não repetirei (rss).

Bom, a volta dentro do parque tem 2 km exatos e fora do parque tem . . . 2,2 km. Daí mais um motivo de não valer a pena correr o risco de dar as passadas fora da área interna. Ambas as pistas tem grandes subidas, o que dificulta a corrida. Em um sentido, indo na direção da 414 norte, você tem uma elevação menos íngreme mas com uma distância considerável, cerca de uns 500 metros. No sentido da 413 norte a gente tem uma elevação menor, de uns 300 metros, mas bem mais íngreme e difícil. 

Fui com meu fiel companheiro, o Garmin, e os detalhes do percurso que fiz estão aí para quem quiser conferir. Corri 6,2 km em 33:32 min, com pace médio de 5:24 min/km e ritmo máximo de 3:41 min/km (provavelmente na descida - rss). 


Boas passadas. 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

CALENDÁRIO DE CORRIDAS 2011

E aí, corredor?!

Vamos começar o ano de 2011 com uma reativação: o calendário de corridas para o ano de 2011. 

No site Corredor de Rua, que está entre os nossos LINQUES RECOMENDADOS, você pode encontrar um calendário bem detalhado e várias formas de pesquisa para poder se planejar. O calendário prioriza as provas de Brasília, mas tem também a data das principais provas nacionais.


Mas quem quiser saber o calendário de provas pelo país pode acessar o site do Revista O2. Lá tem as provas em todo o Brasil e até internacionais, em especial as patrocinadas pela revista, é claro. Na página principal, é só achar no menu esquerdo, SERVIÇOS, o CALENDÁRIO. 


Outro site muito interessante é o da Revista Contra o Relógio, que também traz uma agenda com provas nacionais e internacionais.

Quem ficou em Brasília em janeiro terá a chance de correr duas provas interessantes, a Corrida de Reis e o Circuito do Sol.

A tradicional Corrida de Reis terá sua 41ª edição, com percursos de 6 km e 10 km e largada no dia 8, às 19h. O legal desta prova é que para se inscrever basta levar 5 kg de alimento não perecível até o Quiosque da Saúde no Parque da Cidade. Inscrições até o dia 5. Outro atrativo é o percurso, diferenciado e pouco utilizado em outras provas realizadas na cidade.

O Circuito do Sol teve sua primeira edição em Brasília em 2010 e foi um sucesso. Realizada nos mesmos moldes do Circuito das Estações Adidas, tem o mesmo percurso e as mesmas distâncias, ou seja, 5 e 10 km. Inscrições com desconto até dia 09 (R$ 62,50). Depois passa para R$ 72,50. O maior atrativo da prova é a excelente organização e o kit, com uma bela camiseta.


O Circuito tem provas no Rio de Janeiro (09/01 - Aterro do Flamengo), São Paulo (16/01 - Pacaembu), Belo Horizonte (23/01 - Lagoa da Pampulha) e termina em Brasília no dia 30 de janeiro, na Esplanada dos Ministérios.

Para fevereiro, prepare-se por que temos duas Meias Maratonas para correr. Primeiro, a de São Paulo, com distâncias de 6 km e 21,09 km. 

Em Brasília acontece a Meia Maratona das Pontes, que tem como atrativo o belo percurso, margeando o Lago Paranoá e passando pela bela Ponte JK. Preço de R$ 50,00 na inscrição que vai de 25 de janeiro até 15 de fevereiro. A partir do dia 16 de fevereiro até o dia 20 de fevereiro a inscrição passa para R$ 60,00.


Fique de olho por que, com certeza em sua cidade deve estar ocorrendo já neste final de semana alguma prova interessante. Se quiser que a gente publique, fale conosco clicando nos COMENTÁRIOS no final do post.

Prepare-se. O ano promete. Corridas de março e abril nos próximos posts ou pelo calendário.

Boas passadas.