sexta-feira, 20 de agosto de 2010

MEIA MARATONA INTERNACIONAL DO RIO DE JANEIRO 2010 - PRÓXIMO DESAFIO

E aí, corredor?!

Domingo que vem, se Deus quiser, estarei correndo novamente pelas ruas da orla carioca na Meia Maratona Internacional Caixa Cidade do Rio de Janeiro. Será, como vocês já sabem, a segunda vez que faço a corrida e também será a segunda vez este ano que dou minhas gostosas passadas na paradisíaca paisagem carioca este ano, já que em julho estava fazendo minha primeira maratona na cidade maravilhosa.

A expectativa pela prova, é claro, é diferente em relação à tudo o que senti ano passado. Isso por que em 2009, esta era a "prova do ano" para mim e eu iria fazê-la primeira vez e ainda por cima nunca tinha corrido no Rio, cidade que sou verdadeiramente apaixonado. Daí, somavam-se à minha ansiedade o fato de não conhecer o percurso e de ter sido avisado anteriormente pelos amigos dos trechos mais críticos, já mencionados em post anterior.

Porém, apesar de conhecer cada centímetro do percurso e saber exatamente o que vou enfrentar, a ansiedade por correr lá continua, como acontece em cada prova que faço. Aliás, acho que é justamente na hora que eu perder este chamado "friozinho na barriga" de antes de uma largada é que vou perceber que a corrida já não é mais a mesma coisa para mim. Espero que isto nunca aconteça e tenho quase certeza que não acontecerá (rss).

Aliado a tudo isso, existe a máxima de que cada prova é uma prova. Por mais que a gente tenha enfrentado um percurso diversas vezes, existe toda uma atmosfera que torna a corrida um "novo" desafio e dos mais sensacionais. Claro que treinamento adequado e experiência contam na hora de correr, mas não sabemos nunca como estaremos na hora de correr, o clima da cidade se vai estar bom, enfim, muitas coisas que influenciam em qualquer corrida que a gente faz.

Por isso, vou com toda a ansiedade para fazer a prova. Estou "louco" para que logo eu possa estar lá, correr pela orla, olhando e "conversando" com aquele mar lindo. E este ano, como é a segunda vez, tem um detalhe muito bom: vou poder curtir com mais calma cada detalhe do percurso, já que conheço todo ele e sei onde "o bicho pega".

Enfim, vamos lá, curtir mais esta oportunidade de correr no Rio de Janeiro, viver cada momento da corrida e depois colocar tudo para vocês depois em nosso blog.

Boas passadas.

P.S. : Esta foi a publicação que fiz mais cedo até hoje. Daí já dá para ver que e ansiedade pela prova carioca tem a mesma intensidade que ano passado (rss).

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

DA SÉRIE PROPAGANDAS DE TÊNIS DE CORRIDA

E aí, corredor?!

Achei no YouTube uma propaganda muito bem humorada que a Nike fez para seu tênis Nikeshox.

Divirtam-se

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O MITO CAI

E aí, corredor?!

A lenda viva do atletismo mundial, o jamaicano Usain Bolt, que desde de julho de 2008 não perdia uma final de 100 metros rasos, foi derrotado pelo norte-americano Tyson Gay na etapa de Estocolmo, na Suécia.

Na verdade, Bolt não correu em suas melhores condições e a derrota era meio que esperada. Com fortes dores nas costas, uma contusão que o tem perseguido em 2010, o atleta não foi páreo para Gay e ficou "longe" da sua melhor marca, o recorde mundial de 9s58, fechando a prova de Estocolmo em 2º lugar com 9s97, treze milésimos de segundos depois de Gay.

O atleta, depois da derrota, resolveu inclusive cuidar da contusão e não correrá mais em 2010, deixando sua volta para 2011, quando espera estar totalmente recuperado das dores. 

Boas passadas.

MEIO MARATONA INTERNACIONAL CAIXA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

E aí, corredor?!

Pois é. Não esperava, mas, como uma forma de compensação por não poder correr a Meia Maratona de Buenos Aires resolvi voltar ao Rio de Janeiro, cerca de um mês depois da maratona, para fazer, pelo segundo ano consecutivo, a Meia Maratona Internacional Caixa Cidade do Rio de Janeiro.

Ano passado corri a prova, a qual estabeleci como a do ano para mim, e achei fantásticos os mais de 21 km de distância, dando as minhas passadas pela orla carioca. Certamente, uma das corridas mais bonitas do mundo.

Em julho, na Maratona Internacional Caixa Cidade do Rio de Janeiro, corri os mais de 42 km também pela orla carioca, com uma grande diferença, além da distância, é claro: a prova sai do Recreio, ou seja, corremos toda a orla, desde o início do bairro da zona oeste carioca até findarmos no Aterro do Flamengo, aos pés do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar como pano de fundo junto com a Baía de Guanabara.

Na Maratona, como vocês puderam ver nas minhas várias narrativas sobre a prova, a organização ainda organiza uma Meia Maratona, que sai da Barra da Tijuca, e uma prova de 6,5k, a chamada Family Run. Isso ajuda por que todo mundo pode, assim, ter a sensação de participar de uma prova internacional, mesmo que para a pontuação oficial da Confederação Internacional de Atletismo só valha mesmo a Maratona.

Assim, a prova da Meia sai da Barra, pega o Elevado do Joá, desce em São Conrado, sobe a Niemayer para pegar o Leblon, Ipanema, Copacabana, Botafogo e Aterro, onde quem chega chegou, sem precisar dar uma longa volta para cruzar a linha de chegada.

O percurso da Meia Internacional de agora, mais precisamente 22 de agosto, é um pouco diferente. Saímos de São Conrado, pegamos a Niemayer logo de cara e seguimos para o Aterro, onde passamos pela alegria da linha de chegada e corremos mais uns 3k em direção ao Monumento dos Pracinhas para depois voltarmos estes mesmos 3k e cruzarmos finalmente os 21 km. 

A desvantagem é justamente este ato de passarmos pela linha de chegada e correr mais um montão para chegarmos até podermos terminar a corrida. Mas a vantagem é a única grande subida é a da Av. Niemayer, que pegamos no início e portanto descansados, sem poder desenvolver muito por que a galera está toda junta ainda neste trecho.

De qualquer forma, correr no Rio de Janeiro é um sonho. Poder dar nossas passadas pelas praias cariocas é uma sensação fantástica que só podem descrever aqueles que já fizeram isso. E o povo do Rio prestigia os corredores, incentivando e brincando, como é o hábito do carioca, com os competidores.

Estarei lá mais uma vez, com o simples objetivo de correr mais uma vez pela linda paisagem da cidade maravilhosa.

Boas passadas.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

"NÃO EXIJA DEMAIS DO SEU CORPO"

E aí, corredor?!

A frase acima, que coloquei entre aspas de propósito já que se trata do título do editorial do treinador físico Nuno Cobra na revista O2 de julho, é bem o que gosto de seguir para minha vida como um corredor de rua amador.

Aliás, sempre é o que leio primeiro quando a revista chega em casa. São mensagens que uso para minha vida como corredor, e que procuro passar para todos os meus amigos que também estão neste mundo das corridas, tão competitivo e, por isso mesmo, traiçoeiro como todos os esportes.

No texto, existe um trecho que encaixa bem no que considera a minha filosofia adotada para a minha prática. Nuno Cobra diz:
"Se você corre para melhorar sua qualidade de vida, lembre-se de que faz sua corrida hoje, única e exclusivamente para que possa fazê-la amanhã! Portanto, corra leve, corra gostoso... Obtenha da corrida todos os seus benefícios, melhorando sua saúde, fortificando seus sistema imunológico, aumentando sua força emocional, mental e espiritual, Dê a você esta fantástica oportunidade que a corrida promove para a fabricação de hormônios fabulosos que fornecerão a sensação única de se sentir maravilhado com a vida, tornando-a completamente diferente, saudável e feliz!

Se você corre para competir, sinta mais motivação para continuar a treinar com entusiasmo. E não se arrebente buscando tempo. Nunca exija do seu corpo nada além daquilo para o qual ele está preparado. A competição tem de ser o resultado da usa atual performance e nunca a fabricação dela. Para participar de uma competição a corrida deve ser um estímulo, não o motivo para contusões.

Seja qual for o seu objetivo, lembre-se: mais cedo ou mais tarde, seu organismo sempre virá cobrar a conta. O corpo é sábio e não falha na sua tarefa de proteger o coração - por isso acontecem as lesões. Os que se protegem conseguem correr a vida toda sem nunca se contundir. Outros vivem contundidos, têm vida atlética curta demais e quando chegarem à idade mais avançada - quando a corrida fará a maior diferença para manter a juventude - já estarão totalmente sem condições eficientes para realizar uma corrida solta, gostosa e saudável."

Apenas um trecho do editorial, interessante e elucidador, tudo aquilo que eu procuro seguir para a minha vida como corredor. Como Nuno, corro há e graças à Deus, nunca me lesionei gravemente. Uma cãibra facilmente absorvida e solucionada na maratona, que nem considero lesão, é claro. 

Aliás, como já mencionei, meu lema nas corrida é devagar e sempre. Devagar, sem exigir demais do corpo para poder correr por muito tempo ainda.

Boas passadas.

P.S.: A matéria completa de Nuno Cobra você encontra na página 98 da edição da revista O2 de julho/2010. 

domingo, 8 de agosto de 2010

CAPITAL RUN - NIGHT

E aí, corredor?!

Ontem, dia 7 de agosto, experimentei correr em um espaço novo para mim, e, pelo que eu saiba, nunca utilizado em Brasília para corridas de rua. A chamada L3 norte, rua que dá acesso, entre outros locais, à Universidade de Brasília - UNB.

A corrida fazia parte do circuito Capital Run, uma série de 3 corridas, todas com as distâncias de 5 e 10k, sendo a primeira já realizada em junho no bairro Sudoeste de dia, a segunda, que aconteceu ontem, na asa norte à noite e a última no aeroporto, todos bairros de Brasília.

A inscrição foi feita de última hora e a um preço mais em conta pelo nosso amigo e professor Nirley. O preço normal era de R$ 60,00 e ele conseguiu por R$ 50,00 para nós. 

Logo na chegada, uma surpresa desagradável: a retirada do chip, que em todas as provas realizadas aqui acontece a cerca de uma hora antes da corrida (o que acho péssimo), foi uma confusão por que a Vetor, organizadora do evento, resolveu inovar. O local de entrega era o mesmo onde ficava o guarda-volumes, ou seja, uma confusão de gente aglomerada no mesmo espaço. E para piorar, não existia a separação por número de inscrição na entrega. Foi uma guerra conseguir retirar o precioso equipamento.

Aí, para atrasar o horário programado para início da prova foi fatal. E a corrida, que era para começar às 19h começou com 20 minutos de atraso. 

Pois bem. Fora isso, a Vetor não vacilou mais. O kit foi legal, com uma camisa de manga longa com malha da Body For Sure, na cor branca para os homens e vermelha para as mulheres, feita de um bom material. Tudo dentro de uma sacola bonita, onde ainda tinha uma toalha fitness e um energético. A medalha, como a figura da ponte JK estampada e os dizeres "Capital Run" ficou bem interessante. E a prova teve a quantidade de água suficiente (3 postos para o 10k e 1 para o 5k) e muita animação, com DJ e VJ.

Particularmente foi a minha melhor prova até hoje. Corri os 10 km como se estivesse fazendo um tiro de 2k nos treinos do parque da cidade. Sempre forte, sem sentir as subidas e descidas do terreno. Saímos da altura da 409 norte, em direção ao início da asa norte. Na L2, voltamos para o ponto de largada, do qual passamos e, pela L3, chegamos até o final da asa norte, passando pela animação da chegada, e voltamos para cruzar a linha final. Foram 10k exatos, contados no GPS que levei comigo.

E o reflexo do meu bom desempenho foi traduzido no meu tempo. Mais um recorde batido nos 10k. Se na Corrida do Fogo cheguei aos 46min, ontem superei esta marca, antigo recorde, e fechei em 45min27. Nunca pensei que conseguiria este feito por que meus tempos sempre se mantiveram entre os 47 a 50min. Mas superei, sem tanto sacrifício e correndo apreciando a prova. Obrigado professor Nirley e academia!

Comigo estavam alguns grandes amigos da Equipe X. Os MuXquitos Jane, Ranieri e Cássio. Ainda, Elaine e karine (esposa e cunhada do Cássio), Nati e sua filha com o namorado, Nilson, Gislene, Tião, Orion, Ariane, Nirley, Eduardo, Márcia e marido, Renata e mãe, Dr. Maurício e esposa, Dil, Sílvia e Kennedy e tantos outros amigos da Equipe que vou parar por aqui para não ficar devendo tantos que foram. 

Pois é galera, mais uma quebra natural de tempo, sem estresse nem tanto sacrifício. Pelo visto, as corridas noturnas ajudam, e muito, na minha performance. Até por que é este o horário que costumamos treinar. Em duas provas de 10k consecutivas baixei meu recorde, que era do Circuito das Estações Adidas do ano passado de 47min para os 45min27 desta prova noturna. E, enfatizo, correndo com prazer.

Próximo desafio: Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro. Acabou que resolvi correr, já que estarei de férias e vou ficar um tempo lá na cidade maravilhosa.

Boas passadas.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

MUXQUITOS ESTREIAM NA MARATONA PÃO DE AÇÚCAR

E aí, corredor?!

A Maratona Pão de Açúcar de Revezamento teve sua 3ª edição de Brasília realizada ontem, na Esplanada dos Ministérios, palco da maioria das corridas da cidade ultimamente.

Foram 7 mil corredores participando do evento distribuídos em 1181 equipes, que podiam ser de dois, quatro ou oito integrantes. É claro que a maioria das equipes tinha 8 integrantes, e entre elas estava a nossa, Equipe X - Os MuXquitos.

Na verdade, a Equipe X participou com vários integrantes. Tivemos 2 grupos da Equipe X - Taboquinha, sendo um só de mulheres e outros misto. A Equipe X - Onças também esteve presente, com sua Toca das Onças e uma equipe feminina muito unida e animada. E aí estava a gente, Equipe X - MuXquitos, um apelido carinhoso que assumimos a partir desta corrida de revezamento.

O nome surgiu sem querer. Em uma de nossas Corridas sem Compromisso, na Morada dos Nobres, mais especificamente na casa do Cássio e da Elaine, quando fizemos um percurso de 10k comemorando o aniversário da Elaine conhecemos o cachorro Basset Hound da família, o Mosquito. Esperto, corredor e muito alegre, o cachorrinho foi a atração da festa e eu toda hora o chamava, com um sotaque carioca. Era muxquito para cá e para lá. 

O Ivan achou engraçado e a partir deste dia começou a me chamar de Muxquito e eu a ele, de brincadeira. Mas outras pessoas mais chegadas foram ouvindo e também começaram a nos chamar de Muxquito também. Justamente as pessoas da nossa equipe de revezamento do Pão de Açúcar: Jane, Ranieri, Deborah, Elaine, Cássio, Karine, Bel, Hamilton e Giovanna. 

Daí para colocarmos como nome da equipe Os MuXquitos, com o X da equipe, foi um pulo e já decidimos que sempre chamaremos nossa equipe de revezamento com este nome. E tem mais: nossa equipe ainda contou com uma participação ilustre da Equipe X, Jailto, um dos "top", corredor experiente e uma fera das pistas que correu comigo a Maratona do RJ este ano.

Agora, voltando para a Maratona de Revezamento, nossa participação foi brilhante. E não foi assim por causa de tempo que levamos para completar os mais de 42k da prova. Mas foi pelo companheirismo, pela alegria, pela amizade reinante entre todos nós. 

Bel iniciou nosso revezamento às 8h da manhã, com a habitual garra de sempre e ficou até o final da competição para incentivar os outros participantes, mesmo tendo um compromisso para a manhã. Depois foi a vez do Ranieri correr os 5,275 km da prova, seguido por mim, Jane - nossa capitã - Giovanna, Hamilton, Jailto - o melhor tempo da equipe - e para fechar o Cássio.

Terminamos a prova antes do meio dia, em menos de 4h portanto, e ficamos muito felizes de podermos participar da prova, muito bem organizada como sempre. Bastante água, kit bonito, boa reposição para quem terminava e uma linda medalha.

E para completar o dia, Cássio avisou-nos que ontem, por coincidência, era aniversário do Mosquito, o cachorro Basset mascote da nossa Equipe X - Os MuXquitos.

A primeira de muitas outras provas que viram por aí para nós, os MuXquitos.

Boas passadas.