terça-feira, 31 de agosto de 2010

5 KM EM NATAL/RN

E aí, corredor?!

Estou de férias em Natal, capital do Rio Grande do Norte, cidade de fluxo turístico constante, que possui belas praias e muito lazer voltado justamente para curtir este espaço natural tão apreciado pelo brasileiro.

Mas, como a corrida já está no sangue, resolvi fazer, junto com meu amigo Andrade, que me guiou no percurso, uma nova Corrida Sem Compromisso, em um ttrecho menor, de 5 km, que corta duas praias conhecidas da cidade, a Praia dos Artistas e a Praia do Meio. Infelizmente são praias impróprias para para banho, apesar de muita gente cair nas suas águas, mas o visual é fantástico.

Recortadas por recifes e pedras bem próximos à orla, o visual é impressionante. O pessoal brinca dizendo que dá até para vermos a ponta da África. E da casa de minha irmã, onde estou hospedado, que fica no alto, onde temos uma visão privilegiada das praias, realmente dá esta impressão.
Voltando ao circuito que fiz com o Andrade, saímos da casa da minha irmã, no bairro de Petrópolis, e descemos um ladeirão que desenbocava na Praia dos Artistas. O ladeirão tem cerca de 500 metros. Para descer "todo santo ajuda", mas a gente fica depois imaginando a volta, quando teríamos que subir tudo aquilo. Enfim, cada coisa no seu tempo.

Depois do ladeirão, já na praia dos artistas, seguimos pelo calçadão da Praia dos Artistas. Feito de pedras portuguesas, não foi tão fácil dar nossas passadas por ali por que as pedras não deixavam a gente firmar os passos. Mas tudo bem, conseguimos seguir bem. 

Até o final da Praia do Meio, seguimos um pequena parte numa pequena ciclovia, asfalto e terreno mais plano. Tudo tendo a companhia do belo visual da praia e do mar batendo forte. Aí foi o momento de voltar, nisso já havíamos percorrido metade do percurso, 2,5k.
Na volta uma dificuldade inesperada, um forte vento contrário vindo do mar que provocava uma grande resistência e fez com que a gente tivesse que forçar mais o ritmo. Se na primeira etapa do circuito fizemos tudo em pouco menos de 12 minutos, a volta parecia reservar todas as difucldades já que o grande desafio ainda estava por vir, o ladeirão.

Realmente, a volta foi mais pesada. Acompanhei Andrade em todo o calçadão, mas no ladeirão tive que impor meu ritmo e ele o dele, e segui um pouco mais ã frente. No final, vencemos o desafio e Andrade ainda impôs um belo sprint para chegar bem ao nosso ponto de largada e chegada, a casa da minha irmã.

Levamos pouco mais de 30 minutos para fazer o percurso, que mesmo sendo curto, exigiu muito por conta do vento e principalmente da intensa subida. Mas nada que pudesse parar-nos. E o mlehor foi poder correr com um novo amigo aqui em Natal, o grande corredor Andrade, guia do percurso.

Vamos ver se consigo conhecer outros pontos em Natal para colocar como bons circuitos para correr. Este já é um interessante.

Boas passadas.

sábado, 28 de agosto de 2010

MEIA MARATONA VIVA BEM CAIXA SEGUROS

E aí, corredor?!

Uma corrida diferente agitará o domingo de Brasília, dia 29, em um espaço pouco utilizado para o nosso esporte pelos organizadores, a Meia Maratona de Revezamento da Viva Bem Caixa Seguros.

Corri apenas uma vez no autódromo de Brasília, em 2008, a Ayrton Senna Racing Day, uma Maratona de Revezamento que teve apenas uma edição na cidade. 

A prova da Caixa Seguros é mais interessante por que traz a inusitada distância de 21k (meia maratona) para uma prova de revezamento. Geralmente, as provas de revezamento utilizam a distância da maratona, de 42,195 km ou menos. Mas este ano as organizadoras de corridas de rua resolveram inovar. Até a Yescom vai fazer em Brasília a ECO30, uma prova de revezamento de 30k.

O autódromo tem um circuito interessante. É o mesmo utilizado nas provas automobilísticas, caso a prova da Caixa Seguros utilize o mesmo formato da Ayrton Senna. São pouco mais de 5k para cada atleta em sua volta. O percurso é cheio de curvas, subidas e descidas leves e muito interessante. 

Os atletas podem montar equipes de 2 ou 4 atletas para completar os 21 km. E a Equipe X estará representada por várias equipes que darão suas passadas pelo circuito.

Boas passadas.  

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

4 ANOS DE CORRERIA

E aí, corredor?!

Dia 25 de agosto completei 4 anos na prática regular desta fantástica atividade física, a corrida de rua, que adotei e que me adotou como um dos seus adeptos. Estabeleci a data oficial como sendo este dia por que foi nele que em 2006 fiz a minha primeira prova oficial, a Corrida de Duque de Caxias, um dos eventos que fazem parte das comemorações da semana do Exército brasileiro.

Comecei, de cara, fazendo os 10 km, ao invés de iniciar com os 5k, distância que também fazia parte da prova. Mas nos meus primeiros anos, não tinha a orientação nem o apoio de uma assessoria esportiva e de uma equipe de amigos, que vim a participar somente em 2008, quando resolvi ser um dos integrantes da Equipe X.

De lá para cá já participei de 83 corridas no total, sendo destas 16 não oficiais, inclusive aquelas idealizadas por mim junto com muitos amigos, e 67 oficiais, sendo a última no domingo passado, quando corri os 21k da Meia Maratona Internacional Caixa Cidade do Rio de Janeiro. Foram muitas provas de 10 km, outras tantas de 5 km, 4 Meias Maratonas e 1 Maratona, cujo desafio venci este ano, também no Rio de Janeiro, em julho passado.


Corri principalmente no asfalto, na praia de frente para o mar, na calçada, em trilhas, debaixo de muita chuva, com tempo nublado e com o sol à pino, em Brasília, no Rio de Janeiro, em Cabo Frio, Belo Horizonte. Sozinho e acompanhado. Em corridas simples ou de revezamento. De tênis ou mesmo descalço. De noite ou de dia.

Vi a evolução das provas de rua na cidade onde moro, Brasília. Quando comecei, em 2006, a maioria era organizada pelos militares e pelo Governo do DF, com custo de R$ 15,00 a inscrição. Já em 2007 algumas provas famosas que só aconteciam em São Paulo e no Rio de Janeiro começaram a ser trazidas para a cidade, como a TracK&Field, mas foi em 2008, com a vinda das provas do Circuito das Estações Adidas e das 10 Milhas da Mizuno, que este boom aconteceu, encarecendo inclusive o preço das inscrições, mesmo das oficiais, que de R$ 15,00 passaram a custar R$ 35,00 ou R$ 50,00 e até R$ 80,00, como a Run Series Track&Field.

Isso por que o número de pessoas que adotaram a corrida como esporte oficial só cresceu. Brasília é hoje um dos principais pólos do esporte no Brasil, tanto em número de provas como em quantidade de praticantes. Dizem, é até o segundo do país, sendo barrado apenas por São Paulo. Não tenho esta estatística oficial por isso não confirmo, mas que a capital federal é um dos maiores centros da corrida de rua do Brasil isso é inegável.

Cresci na corrida. Iniciei minha performance correndo os 10k em 57 minutos. Na prova, meu objetivo era fazer a distância em menos de 1h, o que consegui. Depois fui vagarosamente quebrando meus recordes pessoais chegando aos 49min nos 10k apenas em 2007, ainda sem supervisão do treinador e amigo Nirley. Depois de entrar na Equipe X até a minha idéia do que queria nas corridas mudou. De um cara que queria apenas quebrar recorde mudei meu objetivo para buscar o prazer de correr em todas as provas, e passei  a não exigir demais do meu corpo, mas correr sempre num estado de conforto supremo, usando como lema o meu "devagar e sempre" (evoluir, mas naturalmente para poder correr por muito tempo). Se quebrasse tempo, seria uma consequência natural da evolução do meu condicionamento. E consegui, apenas neste ano de 2010, a baixar meu tempo e tendo atualmente como recorde pessoal nos 10k 45min27 da Capital Run Night.

As minhas maiores realizações trazidas pela prática da corrida de rua foram, desde 2006, além é claro, da saúde, os grandes amigos e a descoberta de um esporte que comecei a correr sem nenhuma vontade e que hoje fiquei viciado. Além disso, começar a fazer o E AÍ CORREDOR. Este deve ser o décimo blog que faço mas é de longe o mais duradouro e o que me dá mais prazer. E até fui surpreendido com o convite para ele estar encartado entre os blogs do site da Federação de Atletismo do DF. Uma realização.

Em termos de prova, minha maior realização foi, sem dúvida nenhuma, os mais de 42 km da Maratona Internacional do Rio de Janeiro, que fiz em julho deste ano, em 4h11min. Uma prova de total superação, onde nem as fortes dores na panturrilha me impediram de completá-la. A primeira que me fez ter planos de fazer pelo menos uma a cada ano. Espero ano que vem poder estar lá no Rio de novo ou, se for possível, correr fora do país. 

Aliás, metas mostraram-se importantes para que o "pique" de treinar nunca cessasse. Primeiro foram as quebras de tempo, depois as distâncias. Sempre depois de uma prova procuro visualizar outra para manter "a pegada" no treinamento. Já foram minhas metas a Volta do Lago Caixa (este ano, nossa equipe conquistou até um troféu de 3º lugar), a Corrida da Pampulha e Belo Horizonte/MG, a 10 Milhas da Mizuno, a conquista da mandala do Circuito das Estações Adidas, a Meia Maratona e finalmente a Maratona. Ano que vem, a meta é mais uma maratona ou duas, se puder, sendo uma fora. 

Mas hoje sei que só paro de correr se tiver uma lesão que me impeça de praticar o esporte. Não me vejo mais sem correr, sem praticar este esporte que tanto prazer me dá. Correr virou algo essencial, como, sem exagero, respirar para mim. Adoro a festa de uma corrida, curto demais estar com os amigos, e entra em várias corridas naqueles estado que os praticantes do Yoga chamam de nirvana. Totalmente fora do mundo, concentrado apenas em correr.

A verdade é que atualmente tenho 2 datas de aniversário: 3 de maio, quando comemoro minha data natalícia, e 25 de agosto, ano que nasci para a corrida. Exagero, pode até ser, mas é isso que representa para mim esta data. Correr hoje para mim é fundamental.

Obrigado, amigos, pelo apoio e garra que me passam, obrigado pelos incentivos. Obrigado professor e amigo Nirley pelas orientações e paciência. Obrigado a minha família, minha primeira incentivadora quando dei minhas primeiras passadas no condomínio onde moram. Obrigado Deborah, minha ex-esposa, pelos anos de apoio e incetivo e mesmo agora, com o fim de nosso casamento, mas o começo de uma amizade cheia de cumplicidade e apoio, tenho certeza. Obrigado atualmente a todos da Equipe X, aos MuiXquitos, grandes parceiros de montagem das Corridas sem Compromisso e que abraçam a idéia comigo (temos que recomeçá-las este ano). Tenho que agradecer especialmente a Jane, que tanto apoia estas loucuras nossas, Jailto e Maria, casal nota 1000, Garotinho Cássio e família, uma outra família que tenho. Giovanna, Hamilton, Bel, Juliano (tá sumido das corridas, mas é amigo demais). Mais recentemente à Aline, que me apoiou nos treinos para a Meia do RJ deste ano. E, enfim, todo mundo. E a Deus, sempre. E a todos os leitores deste Blog, principalmente aos seguidores que me acompanham por aqui e me motivam a escrever mais e mais.

Sim, quero pedir obrigado por que são 4 anos que nem esperava que acontecessem. Não pensei que iria durar no esporte, por que já pratiquei tantos e acabei meio que desistindo de todos. E ainda por cima nunca pensei que um dia fosse gostar de correr. E hoje, vejam só, não me vejo sem (rsss).

Que mais 4, 5, 10, 20 anos venham. Que eu possa seguir no esporte por muito, mas muito mais tempo mesmo. Que eu possa correr onde tenho vontade: Nova York, Paris, Berlim, Disney. Principalmente que eu possa correr muito, dar minhas passadas, correr em um longão da Equipe X, em uma Corrida Sem Compromisso com os Amigos. Deus me ajude, me dê saúde e me proteja para realizar essa minha principal meta de correr por muito tempo ainda.

Boas passadas.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

MEIA MARATONA INTERNACIONAL DO RJ 2010 - EU FUI

E aí, corredor?!

Ontem percorri pela terceira vez na minha pequena história como corredor amador de rua a orla carioca. Corri em julho a Maratona Internacional do RJ (como todos que acompanham o blog já sabem), ano passado a Meia Internacional e neste domingo, dia 22 de agosto, repeti a dose na Meia Internacional.

Ao contrário do ano passado, este ano corri acompanhado o tempo todo pelo sol, que inundou de cor todo o trajeto da corrida. Realmente, mesmo com as dificuldades que traz para quem está correndo, fica muito mais interessante correr com o solzão iluminando a paisagem, já que a cidade fica mais colorida e o povo mais feliz.

Foram 18 mil atletas inscritos e devia ter mais ainda com os "pipocas". Todos para correr a única distância da prova, so 21k. A euforia era grande e a ansiedade de  todos maior ainda. Gente de todo o Brasil, que se identificavam por meio de placas, cartazes, bandeiras e camisas, e de vários países do mundo.
E como o sol invadiu a fria manhã de inverno, o carioca, que sempre prestigia a prova, desta vez foi em maior quantidade torcer por todos nós. Além de, durante todo o trajeto estar cercado por muitos, mas muitos corredores mesmo, ainda pude contar com as palavras de incentivo e brincadeiras do povo da cidade, que aplaudia e gritava à nossa passagem. Certamente, um ótimo revigorante.

Como tinham muitos corredores, em vários momentos tive que busca um espaço, desviando aqui e ali para continuar mantendo o meu ritmo e todo todo o cuidado para não atrapalhar ninguém, nem os que estavam em um ritmo mais lento nem aqueles que também procuravam abrir seu espaço no meio da galera. Tudo na maior civilidade e tranquilidade, sem nenhum estresse, é claro.

A prova começa logo com a subida da Avenida Niemayer. Mesmo sendo a única subida considerável, lá a multidão de corredores ainda está aglomerada e não dá para desenvolver muito. Na Orla, ao contrário do ano passado, a ciclovia foi protegida, evitando que alguns atletas "escapassem" do tumulto da pista por ali. Ali, o trecho é basicamente plano e vai assim do Leblon até o final de Copacabana, quando seguimos rumo a Botafogo passando pelos túneis.

Já no Aterro do Flamengo, parte final da prova, o trecho que considero o mais difícil. Corremos em direção ao Monumento dos Pracinhas e Marina da Glória, passando pela animação e o burburinho da chegada e subimos cerca de 4 km. Uma subida leve, que mostra-se terrível psicologicamente por se tratar de um final de prova. Depois voltamos por uns 2,5 km para aí sim cruzarmos a linha de chegada.

Enfim, a prova do Rio não é a ideal para quebra de tempo.  A não ser que você chegue bem cedo para ficar na linha de frente, logo depois da elite, fica difícil pensar em recorde. São muitas pessoas correndo e dividindo o espaço com você o tempo todo. Mas se você quiser correr uma prova tranquilo, curtindo cada momento do percurso, acho que ela é insuperável.
Cheguei com 1h53 de prova, um minuto a menos que ano passado. Meu recorde pessoal permanece sendo a Meia Maratona de Brasília deste ano, em que terminei os 21k em 1h51. Acredito que esta será a minha última porva com distância maior que 20k. Ainda posso tentar a Volta da Pampulha, que tem 18k e, no mais, muitas provas de 10k. Então, baixar de 1h50 só ano que vem. E que bom que tenho esta pequena meta para estas provas.

O melhor foi que cheguei inteiro, andando sem dificuldade e sem dores, ciente que já estaria recuperado no dia seguinte. Foi a minha melhor meia maratona até hoje com certeza. Apesar de não ter conseguido reduzir tanto o tempo em relação ao ano passado nem superar o recorde de Brasília, estive inteiro em todo o percurso e consegui manter um ritmo quase único, o que é o meu grande objetivo em qualquer corrida.

No final, antes de ir embora, pude acompanhar a chegada de outros atletas, principalmente aqueles que fizeram a prova em mais de 2h30, que mostravam toda a sua superação e emoção ao cruzar, muitos sem conter o choro diantes do objetivo conquistado.

Fazendo um comparativo entre a prova de julho, a Maratona, e esta agora, diria que a de julho é bem melhor, por que percorremos a orla inteira ou quase toda, no caso da meia maratona. Ainda, achei mais organizado o evento de julho. A única coisa que a Meia Internacional ganha é na camiseta do kit, por que a medalha da maratona é bem mais bonita também.

De qualquer forma, correr no Rio tem uma certa magia, tanto com sol quanto com chuva. E vencer os 21k da cidade maravilhosa será sempre uma conquista ímpar. Convido a todos para experimentar, vale muito à pena.

Boas passadas.

P.S.: Dedico esta corrida a Aline, que me ajudou muito a superar os 21k da prova.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

MEIA MARATONA INTERNACIONAL DO RIO DE JANEIRO 2010 - PRÓXIMO DESAFIO

E aí, corredor?!

Domingo que vem, se Deus quiser, estarei correndo novamente pelas ruas da orla carioca na Meia Maratona Internacional Caixa Cidade do Rio de Janeiro. Será, como vocês já sabem, a segunda vez que faço a corrida e também será a segunda vez este ano que dou minhas gostosas passadas na paradisíaca paisagem carioca este ano, já que em julho estava fazendo minha primeira maratona na cidade maravilhosa.

A expectativa pela prova, é claro, é diferente em relação à tudo o que senti ano passado. Isso por que em 2009, esta era a "prova do ano" para mim e eu iria fazê-la primeira vez e ainda por cima nunca tinha corrido no Rio, cidade que sou verdadeiramente apaixonado. Daí, somavam-se à minha ansiedade o fato de não conhecer o percurso e de ter sido avisado anteriormente pelos amigos dos trechos mais críticos, já mencionados em post anterior.

Porém, apesar de conhecer cada centímetro do percurso e saber exatamente o que vou enfrentar, a ansiedade por correr lá continua, como acontece em cada prova que faço. Aliás, acho que é justamente na hora que eu perder este chamado "friozinho na barriga" de antes de uma largada é que vou perceber que a corrida já não é mais a mesma coisa para mim. Espero que isto nunca aconteça e tenho quase certeza que não acontecerá (rss).

Aliado a tudo isso, existe a máxima de que cada prova é uma prova. Por mais que a gente tenha enfrentado um percurso diversas vezes, existe toda uma atmosfera que torna a corrida um "novo" desafio e dos mais sensacionais. Claro que treinamento adequado e experiência contam na hora de correr, mas não sabemos nunca como estaremos na hora de correr, o clima da cidade se vai estar bom, enfim, muitas coisas que influenciam em qualquer corrida que a gente faz.

Por isso, vou com toda a ansiedade para fazer a prova. Estou "louco" para que logo eu possa estar lá, correr pela orla, olhando e "conversando" com aquele mar lindo. E este ano, como é a segunda vez, tem um detalhe muito bom: vou poder curtir com mais calma cada detalhe do percurso, já que conheço todo ele e sei onde "o bicho pega".

Enfim, vamos lá, curtir mais esta oportunidade de correr no Rio de Janeiro, viver cada momento da corrida e depois colocar tudo para vocês depois em nosso blog.

Boas passadas.

P.S. : Esta foi a publicação que fiz mais cedo até hoje. Daí já dá para ver que e ansiedade pela prova carioca tem a mesma intensidade que ano passado (rss).

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

DA SÉRIE PROPAGANDAS DE TÊNIS DE CORRIDA

E aí, corredor?!

Achei no YouTube uma propaganda muito bem humorada que a Nike fez para seu tênis Nikeshox.

Divirtam-se

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O MITO CAI

E aí, corredor?!

A lenda viva do atletismo mundial, o jamaicano Usain Bolt, que desde de julho de 2008 não perdia uma final de 100 metros rasos, foi derrotado pelo norte-americano Tyson Gay na etapa de Estocolmo, na Suécia.

Na verdade, Bolt não correu em suas melhores condições e a derrota era meio que esperada. Com fortes dores nas costas, uma contusão que o tem perseguido em 2010, o atleta não foi páreo para Gay e ficou "longe" da sua melhor marca, o recorde mundial de 9s58, fechando a prova de Estocolmo em 2º lugar com 9s97, treze milésimos de segundos depois de Gay.

O atleta, depois da derrota, resolveu inclusive cuidar da contusão e não correrá mais em 2010, deixando sua volta para 2011, quando espera estar totalmente recuperado das dores. 

Boas passadas.