segunda-feira, 5 de setembro de 2016

CIRCUITO DAS ESTAÇÕES CAIXA - ETAPA PRIMAVERA 2016

E aí, Corredor?!

Mais uma prova dos Circuito das Estações Caixa cumprida, mais 10 km entregues neste que é um dos mais atraentes e interessantes circuitos de Corridas de Rua do país. 

Diferentemente de outra provas, a Etapa de Primavera de 2016 teve que ser realizada em um percurso novo para o Circuito das Estações Caixa. Ao invés da tradicional Esplanada dos Ministérios, a prova passou pela Eixo Monumental entre a Torre de TV e a Rodoferroviária de Brasília.  Essa decisão teve que ser tomada às vésperas da realização da prova, por determinação da Secretaria de Segurança do DF.

Esta mudança, para quem não tinha como meta avaliar a evolução em relação às prova anteriores, que ocorreram na Esplanada, foi muito interessante por vários motivos, entre os quais destaco a possibilidade de correr em um percurso novo, raramente usado pelos organizadores de corridas de rua de Brasilia, e o fato dele ser tão ou mais desafiador que o circuito anterior, que, confesso, já estava achando monótono.

Percurso
A diferença principal é que não dá para dividir a prova em duas etapas, uma só de descida e outra só de subida, como acontecia no percurso da Esplanada. No percurso do Eixo Monumental, a gente de cara já se deparou com uma subidas de mais de 2 km, que ia da Torre de TV até o Memorial JK. Depois, uma grande descida até o limite do Eixo Monumental, nas proximidades da Rodoferroviária para preparar a volta, com uma nova subidona de mais de 2 km para entregarmos os 10k em um descida até a reta de chegada. 

Adoro chegadas com descida. A gente pode soltar tudo e aumentar a velocidade naturalmente, sem vacilar, por que uma grande descida é cheia de armadilhas. A gente acha que vai ser fácil, joga tudo da gente e pode, no meio do caminho cansar e até quebrar.

Não fiz o meu melhor tempo nos 10 km, Terminei a prova com 58min49, com um ritmo médio de 5min47/km, meu novo pace depois das lesões. Neste ritmo, consigo ir bem tranquilo, sabendo que tenho força e energia para correr até mais.

Fim de prova, medalha no peito e beijo da namorada. Realizado por mais uma boa prova concluída.

Medalha da Etapa Primavera do Circuito das Estações Caixa
Organização - O Circuito das Estações Caixa tem sempre uma boa organização. A medalha, que este ano tem como tema máscaras tribais, foi muito bem talhada e é bonita. A camisa é de um tecido tecnológico que propicia a rápida liberação do suor, mas achei quente.  No kit ainda tinha uma banda com desenhos também tribais, que eu acho completamente desnecessária (algumas pessoas até usam o acessório, mas eu particularmente não gosto).

Os pontos de hidratação estavam bem espalhados pelo percurso, com pessoas entregando na mão. O kit de reposição é o de sempre: isotônico, frutas - maçã e banana - só que contado por que o atendente alertava que as pessoas só poderiam pegar uma fruta de cada. 

Boas passadas.

14 KM ENTREGUES!



E aí, Corredor?!

O dia 30 de agosto poderia ter sido uma terça-feira normal de inverno em Brasília, Tempo seco, com umidade relativa do ar beirando os 20%, e quente, 28º mais ou menos.  Mas não para mim! Depois de quase 2 anos, consegui novamente correr 14 km sem parar.

Não tinha um percurso definido e tudo aconteceu de surpresa. Minha primeira ideia era correr por 20, 30 min para cumprir um desafio sugerido pela empresa onde trabalho. Superada esta meta, resolvi fazer 5 km, o que consegui de maneira relativamente fácil. Aí, fui atrás dos 10k, com o objetivo de cumprir outro desafio sugerido por um programa onde trabalho. Mas, como tudo foi feito no Parque de Águas Claras, bairro onde moro em Brasília/DF, resolvi estabelecer outro objetivo, que foi de fazer todos os percurso imagináveis dentro do Parque, no asfalto.  No final, acabei fazendo os 14,1 km.

O percurso
Não foi uma meta fácil. O calor e a baixa umidade não contribuíam para tornar a aventura tranquila. Acrescido a isso, ainda veio no final uma unha me incomodando (ela quase ficou roxa depois) e que me fez compensar e prejudicar minha passada o que fez eu terminar a corrida num trotinho bem vagaroso.

O fato é que o Parque de Águas Claras é um dos percursos mais difíceis para correr na cidade. Ele é feito essencialmente por subidas e descidas, não tendo terreno plano. Tem uma distância de 4,3k, que na minha corrida sempre acrescento mais 700 m, correndo um pequeno trecho na pista dos carros. Nele existe uma pista pavimentada, no asfalto - a de 4,3k - mas quem quiser se arriscar pode também fazer as trilhas existentes pelo trajeto. O que você não vai deixar de encontrar são boas subidas, um excelente combustível para o condicionamento.

No parque existe uma subida de cerca de 2 km. Outras menores são bem íngremes, para não facilitar as passadas. E ainda existem muitas, muitas curvas pelo percurso. É um terreno bem desafiador, que atrai muitos praticantes da Corrida de Rua.

Isso tudo tornou o feito de completar os 14,1 km uma vitória pessoal das mais comemoradas. Percebi que estou no caminho certo na busca pelo melhor condicionamento e novamente posso me aventurar por distâncias maiores, assim como fazia antigamente.

É esperar para ver qual vai ser minha próxima Corrida de Aventura.

E é isso. 14 km entregues!

Boas passadas!

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

RIO2016. O BRASIL ENTRA PARA A HISTÓRIA

E aí, Corredor?!

Fim do Jogos Olímpicos Rio2016. Fica agora um vácuo e a saudade já bate forte dos dias de esporte, de competição, de torcer pelo Brasil, mesmo em esportes que não tínhamos nenhuma chance. E se orgulhar de cada momento da Olimpíada. Arenas modernas, elogios da imprensa do mundo. Conseguimos organizar, desde a abertura até o encerramento, um espetáculo incrível. Conseguimos deixar os mais de 10 mil atletas e seus comitês apaixonados pelo Brasil.

A 31º edição dos Jogos Olímpicos no Rio ainda ficarão marcados como a última competição pudemos assistir astros como Michael Phleps, o homem peixe, supercampeão das oliempíadas, 28 medalhas conquistadas, e de Usain Bolt, o raio, tricampeão olímpico dos 100m, 200m e 4x100m. Os dois anunciaram que não competiriam mais nos Jogos Olímpicos, só para citar dois exemplos.

Na competição, também fomos felizes. Apesar das expectativas do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) serem maiores - a meta eram 23 medalhas no total e o 10ª lugar - nossos atletas se superaram, conquistando um recorde de medalhas de ouro em uma edição dos Jogos, 7, e o maior número de medalhas, 19 no total.

Tivemos decepções: no atletismo, Fabiana Murer mais uma vez falhou, sequer se classificando para a final do salto com vara - a atleta teve uma lesão, uma hérnia de disco, antes do início dos Jogos. O vôlei feminino de quadra não passou das oitavas, caindo diante da China. As meninas da praia, apesar de garantirem uma prata, podiam mais. 

Mas aí tivemos conquistas surpreendentes: nossa primeira medalha veio do tiro, com oFelipe Wu. Rafaela Silva fez história e ganhou o primeiro ouro feminino no Judô. E o que falar de Isaquias Queiroz, brasileiro com maior número de medalhas conquistadas em uma mesma edição de Jogos em um esporte que não tínhamos tradição nenhuma, a canoagem. E teve Thiago Braz, que honrou o atletismo levando um ouro inédito e inesperado no salto com vara masculino.

E tivemos mais: finalmente ouro no futebol feminino, mais um título dos homens do vôlei, primeiro ouro também no boxe, o taekwondo com o bronze de Maicon, e a nossa ginástica artística, esporte de primeiro mundo onde o Brasil conquista suas medalhas, 3 no total. Foi uma olimpíada histórica para o Brasil, não só pela organização como pelas conquistas dos atletas brasileiros.

Poderíamos ter feito mais? Acho que sim. Nunca foi investido tanto para os jogos. Levantamento feito pelo portal UOL calcula que foram gastos pelo menos R$ 3,19 bilhões na preparação para o Rio2016, cerca de 50% a mais que Londres em 2012. Daí a conquista poderia ter sido maior, Foram apenas duas a mais do que em Londres, quando conquistamos 17 no total. Mas tivemos evolução. Participamos de 50 finais contra 36 em Londres e, como já mencionado, tivemos 7 ouros, recorde nos Jogos.

E o atletismo? Bom, conseguimos um ouro, com Thiago Braz no salto com vara, e participamos de outras 10 finais. Caio Bonfim fez história na marcha atlética - 4ª lugar nos 20 km e 9ª nos 50 km, 9 atletas fizeram nos jogos suas melhores marcas na temporada. Thiago (de novo ele), na conquista do ouro, ainda bateu o recorde olímpico/sul americano/brasileiro do salto com vara. 

O debate agora é sobre o futuro do esporte olímpico brasileiro  Será que os investimentos continuarão? Conseguiremos formar gerações vencedoras por mais tempo? Teremos novas conquistas em outras modalidades esportivas que não as tradicionais? Qual será o legado do Rio2016? O que vem agora? 

É necessário manter o apoio, conservar as arenas esportivas, manter os centros de treinamento e criar outros mais. É necessário ter uma gestão maior, um planejamento de futuro, que torne perene nossas conquistas e não surpreendentes. É necessário pensar longe, no horizonte. O esporte, junto com a educação, se bem utilizado, pode mudar a cara desse Brasil. Exemplo: Rafaela Silva, da Cidade de Deus para o mundo, que enfrentou preconceito, receios, probreza, violência e s tornou uma heroína do país.

Que venham mais Jogos Olímpicos, mais medalhas e realizações para o Brasil. Que venha a mudança de nossas lideranças na forma de pensar no planejamento e no Brasil, parando de olhar para o umbigo, pensando só no hoje e agora para pensar no todo, no coletivo, no geral, no Brasil.

Boas passadas.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

THIAGO BRAZ. OURO PARA O BRASIL NO ATLETISMO

E aí, Corredor?!

Mesmo com tudo contra, com uma expectativa bem remota de conquista de medalha, o atletismo brasileiro surpreende e faz um medalhista de ouro nos Jogos do Rio2016. Na segunda-feira, dia 15 de agosto, o Brasil teve sua estima novamente acariciada pela excelente performance de Thiago Braz que conquistou o ouro no Salto com Vara, batendo o recorde olímpico e superando o francês, favorito, recordista e campeão mundial.

Com 6,03m, Thiago fez sua melhor marca na carreira, e, justamente no Rio de Janeiro, nos Jogos Olímpicos, conquistou o ouro vencendo o super favorito, o francês Renaud Lavillenie, que depois da derrota, ficou reclamando das vaias da torcida brasileira.

Venceu com sumidade, chamando para si o pulo maior e superando as expectativas de todos os analistas. E deu Brasil, o segundo ouro nos Jogos do Rio2016, provavelmente a única medalha brasileira do atletismo.

Thiago entra assim na seleta lista de heróis brasileiros que, mesmo com todas as adversidades, conseguem se reinventar, superar as dificuldades e vencer, ganhando de atletas muito mais bem preparados, com estrutura e preparados para as conquistas olímpicas, de países desenvolvidos onde os campeões não surgem, mas são preparados e treinados.

Parabéns Thiago. Obrigado pela determinação, perseverança e luta. Obrigado por não desistir, seguir em frente e ganhar esse ouro para o Brasil.

Boas passadas.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

ATLETISMO NAS OLIMPÍADAS DO RIO 2016. NOS RESTA TORCER

E aí, Corredor?!

Nesta sexta-feira, dia 5 de agosto, serão abertos oficialmente Jogos Olímpicos do Rio 2016. A cerimônia de abertura acontece no mundialmente famoso Estádio do Maracanã, a partir das 19h.

O atletismo estreia nos Jogos no dia 12 de agosto. A primeira modalidade é o lançamento de disco e encerram as Olimpíadas, como tradicionalmente é realizado, no dia 21 de agosto com a Maratona.

E quais as chances do Brasil no Jogos do Rio 2016? Segundo os especialistas, poucas.

Apesar do recorde em número de atletas, 66, a maior quantidade já levada a uma edição dos Jogos Olímpicos - nada mais natural se levarmos em conta que a competição acontece no Brasil - nossas chances são mínimas. 

O nosso maior expoente hoje no esporte é Fabiana Murer, no salto com vara, que nas duas edições anteriores dos Jogos já trazia a chance de medalhas mas não conseguiu nada, apesar das ótimas participações no mundial, onde a atleta brasileira desponta como uma das principais competidoras.

No mais, mais nada. O 4x100 m feminino deu um alento ao conquistar uma medalha de prata na Liga Diamante, realizada no dia 22 de julho em Londres. Thiago Braz, também no salto com vara, também tem conquistado algumas edições de meeting de atletismo. Mas chance reais para o Brasil mesmo, nenhuma. 

Será uma surpresa se o país levar medalhas. A chance de o atletismo passar em branco no Brasil são grandes. 

A apoio até existe. Recursos foram destinados pelo o governo federal, apoio para participações em diversos intercâmbios internacionais aconteceram, algumas empresas privadas também incentivaram alguns atletas, um centro de treinamento foi inaugurado, apenas ano passado, competições internacionais foram trazidas para o Brasil.

Mas falta algo mais. Falta encontrar talentos, falta profissionalizar mais o esporte, falta ainda mais investimento em escolas e faculdades publicas e privadas para revelar novos nomes.

O último grande nome do Brasil em Olimpíadas, foi Maurren Maggi, campeã do salto em distância em Pequim em 2008.  

Para o Rio 2016, resta para todos nós torcer muito e para mim, que esta minha previsão não se confirme de maneira alguma e possamos sorrir com algumas conquistas de nossos atletas.

Boa torcida e boas passadas.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

SUPERANDO OS 13K

Mais 13k na conta
E aí, Corredor?!

Depois de quase dois anos de recuperação, que tem sido mais psicológica do que física, consegui, no dia 27 de julho, enfrentar os medos e desconfianças e superar a marca dos 10 km correndo direto.

A representatividade dessa marca para mim é gigante. Tenho convivido, desde 2014, com lesões que tem me impedido de treinar com mais regularidade. Frustração grande ver os amigos correndo, superando marcas, ganhando rodagem e eu parado ou ficando apenas nas corridas curtas. 

Daí o feito pessoal! Afinal, com as lesões, vieram as desconfianças e cheguei a pensar em desistir definitivamente da corrida, com grande pesar, e partir para outro esporte: a bike ou a natação.

Mas insisti. Pacientemente fui superando os pequenos obstáculos, procurando não forçar muito, tentando me superar e ganhar confiança. Tive que mudar minha passada, minha mecânica de corrida, meu ritmo. Vagarosamente fui me adequando para que, finalmente, pudesse então conquistar 13 km de corrida contínua.

EPVP: Um percurso desafiador
Não é uma marca expressiva nem para minha carreira pessoal. Já fiz várias provas de 10 milhas, meias maratonas e até mesmo 3 maratonas. Mas, neste momento, tornou-se um marco. Sei que, a partir de agora, eu posso e a confiança voltou.

E ter superado a marca foi mais representativo ainda pelo percurso onde fiz isso. Ciclovia da Estrada Parque Vicente Pires (EPVP), que margeia os bairros de Águas Claras, onde moro, Arniqueiras e Park Way, em Brasília/DF. Palco de muitas outras corridas minhas, até com maiores distâncias como 16k. Um trajeto cheio de grandes subidas e descidas, sem terreno plano. Só exigência, só dificuldade.

Indico, para quem quer pegar condicionamento para qualquer prova que seja. A ciclovia da EPVP tem 8k de uma ponta a outra, ligando a Estrada Parque de Taguatinga (EPTG) à Estrada Parque do Núcleo Bandeirante (EPNB). Existe mesmo uma subida de mais de 2k. E todas estas subidas se anunciam antes para o corredor. é só olhar para frente, no horizonte. Tenso.

Mas é o que torna vence-la um desafio dos mais incríveis de conquistar. Quando você termina e consegue superar a distância total, você cresce em coragem. Dá outro condicionamento. Vale o sacrifício.

Por isso a felicidade de ter conseguido superar a marca dos 10 km, e ainda por cima num percurso tão particular. Agora, é traçar novos planos. Minha meta é conseguir correr pelo menos os 15k da São Silvestre no final de ano. Digo pelo menos por que ainda penso em talvez encarar uma meia. 

Vamos que vamos. Cada passo uma conquista, cada dia uma nova história.

Boas passadas.

terça-feira, 19 de julho de 2016

DE VOLTA AOS PERCURSOS PESADOS

E aí, Corredor?!

Depois de retornar a ter uma certa constância nas corridas, seja em treinos, corridas de aventura ou oficiais, resolvi encarar um dos percursos mais difíceis que conheço, e que fica perto da região onde moro, a Ciclovia da Estrada Parque Vicente Pires, comumente chamado de EPVP. 

Ela não é nenhum pouco desconhecida dos leitores deste blog. No auge do meu condicionamento, antes das lesões, me preparando para minha terceira Maratona, encarei a irregularidade deste percurso, composto de muitas e intensas subidas, de todos os tamanhos e para todos os gostos. Tem subida grande, de cerca de 2k, subida pequena, de 500 metros, subida disfarçada, que parece plana mas é subida, enfim, subidas para "dar e vender". 

É um ótimo percurso para quem quer adquirir condicionamento ou treinar correr em subidas. Nos seus cerca de 8k de distância de ponta a ponta, não existe terreno plano. Então, para quem gosta de terrenos mais hard, este é ideal.

Em tempos de bom condicionamento, corria os 8k, ida de volta. Desta vez porém, como não estou com o preparo 100%, resolvi correr parte dele, mais ou menos 9 km. E como foi correta esta decisão. Apesar de não ter sentido tanto, já que meu ritmo está mais tranquilo, o sobe e desce realmente assusta e, psicologicamente não estava preparado ainda para encarar o circuito todo.

O percurso. 10,6k de ssssoooobbbeee e desce
A corrida foi no último domingo, dia 16. Manhã de ventinho gelado em Brasília e secura forte, característico dessa época do ano. Acompanhado de minha namorada, Aline, partimos em uma caminhada rápida como forma de fazer um aquecimento prévio. Mas logo começamos a correr. O início é de descida, mas logo a primeira subida aparece no horizonte. 

Com meu cinto recheado de garrafinhas com água, a cada fim de subida eu esperava Aline para hidratar, já que conseguia imprimir um ritmo um pouco mais forte que o dela. Em 1h20 corremos 10,6 km.

Foi muito bom reencontrar-me com o percurso, desafio-lo e, mesmo que não fazendo-o todo, correr ali. Tinha protelado por diversas vezes encarar o lado mais pesado da ciclovia da EPVP, sempre pensando no meu condicionamento. Mas, no domingo, bem acompanhado e com o incentivo de Aline, consegui superar a minha desconfiança e vencer parte deste desafio.

Bom demais! A meta agora é aumentar a distância até conseguir fazer novamente o percurso todo. Mas sempre gradativamente, para não alterar meu ritmo de treinamento.

Boas passadas.