segunda-feira, 17 de maio de 2010

BRASKEM ECO RUN BRASÍLIA 2010

E aí, corredor?!

Primeiro, um pedido de desculpas pela falta de atualizações no blog. A semana passada foi muito turbulenta para este seu amigo aqui, e realmente não tive tempo nem cabeça para postar nada no E AÍ CORREDOR. Mas, as coisas estão se ajeitando e cá estou eu de volta. Principalmente agora que temos a parceria com o site da FAtDF.

Este final de semana é dia de mais uma BRASKEM ECO RUN em Brasília. E este ano a grande e interessante novidade é que o circuito será disputado no Parque do Jardim Botânico, um local extremamente bucólico, com muitas árvores nativas do cerrado, trilhas interessantes e muito verde, totalmente aderente à proposta dos organizadores da corrida, que é a necessidade de pensarmos na sustentabilidade do planeta, preservando o meio ambiente.

Esta era mais uma corrida que não iria pagar para correr este ano. Mas a mudança do percurso me atraiu e paguei pra ver. Aliás, é a segunda corrida que acontece isso (planejei não pagar para fazer e acabo pagando). A primeira foi a da etapa de outono do Circuito das Estações Adidas, que me atraiu pela bela camiseta. Agora a ECO RUN, pela novidade do percurso.

Já corri no Jardim Botânico, na sua pista interna, que deve ter em torno de 3 km. Muito bom correr lá e depois descansar nas sombras das árvores que lá existem. É um local de preservação da fauna e flora do cerrado. Um espaço ainda não degradado da capital, que tem seu verde, a cada dia, mais e mais retirado por conta do progresso e do crescimento da cidade.

Uma pequena historinha: o Distrito Federal, que tem em Brasília sua principal cidade, foi criado pelos seus fundadores para ter, no ano 2000, cerca de 500 mil habitantes. No último censo, a cidade já se mostrou inchada, e hoje temos mais de 2 milhões de habitantes, uma afluência de pessoas que se intensificou mais a partir da década de 80. Este fluxo cada vez maior de pessoas para a capital criou um crescimento desordenado à cidade, que vem frequentemente suas áreas verdes sendo degradas, retirada a mata para construção de uma invasão, um condomínio de luxo, e tudo sem que as autoridades fizessem nada para impedir.

Um dos locais afetados é justamente o Jardim Botânico. O bairro que tem o mesmo nome já tem grande parte tomado por casas e condomínios. O parque é constantemente ameaçado, não só por invasores, como por grileiros e pela especulação imobiliária. A preservação é difícil. Os animais, que precisam de bastante espaço para sobreviver, ficam ameaçados por conta da diminuição de suas áreas. Outro dia, uma onça foi encontrada em uma casa num condomínio da região. Ela estava no seu habitat e de repente, viu ele ser invadido. 

Daí que uma corrida lá, principalmente a BRASKEM ECO RUN, torna-se uma corrida realmente de conscientização para que a população possa contribuir efetivamente para a preservação do local. E nós corredores temos que dar o exemplo, ajudando de alguma forma nessa causa. Chega de tirar a área verde do local por que os mais afetados somos nós mesmos.

Estou animado para esta corrida. E acho que vai ser muito interessante. Por todos os motivos apontados e para colocar "uma pá de cal" no que conturbou tanto a minha semana que passou.

Boas passadas.

terça-feira, 11 de maio de 2010

E AÍ CORREDOR NO SITE DA FAtDF

E aí, corredor?!

Temos uma excelente novidade para dar a todos os seguidores, declarados ou não, do E AÍ CORREDOR.

Nosso blog agora está também no site da Federação de Atletismo do Distrito Federal - FAtDF. As matérias são inseridas em um espaço exclusivo e trazem publicações feitas aqui.

Além de dar mais visibilidade ao E AÍ CORREDOR, a parceria é interessante por que ajuda a divulgar e orientar aos praticantes deste nosso esporte no Distrito Federal.

Só posso agradecer ao Felipe, responsável pelo site da FAtDF, que entrou em contato comigo e deu a idéia desta parceria.

Para entrar no site da FatDF e ver as matérias do E AÍ CORREDOR e outras, clique aqui. O linque também estará disponível no ESTES EU RECOMENDO aqui no menu lateral direito.

Boas passadas.

domingo, 9 de maio de 2010

MARATONA DO RIO, DIFÍCIL META

E aí, corredor?!

Já falei aqui que meu objetivo este ano é correr uma Maratona, e a que escolhi para este desafio foi a Internacional do Rio de Janeiro, que acontece em julho, na cidade maravilhosa. Mas para chegar lá, minha preparação não tem sido nada fácil.

E isso não tem nada a ver com o treinamento. Vocês sabem que tenho o acompanhamento de um treinador, o Nirley, e o incentivo de uma equipe que motiva e faz a garra para enfrentar os mais de 42 km da Maratona sejam superáveis. Cada semana tem sido preparada minuciosamente por este treinador, na busca por ganhos de resistência e força para a prova.

Já corri mais de 21 km este ano, muitas corridas de mais de 10k, fiz muitos treinamentos objetivando força e resistência física, estou em uma academia fortalecendo os principais músculos, tenho o acompanhamento de uma nutricionista, mas nada disso parece superar o receio que os corredores que já fizeram uma Maratona passam para mim.

Não é fácil superar os 42k da prova. Eu não tenho, pelo menos ao meu ver, feito um treinamento tão específico assim, conforme as informações e planilhas encartadas nas revistas especializadas ou na experiência de amigos corredores. Pelo menos aparentemente. 

Minha esposa e minha própria consciência me cobram mais volume no treinamento. Mesmo que eu não tenha como objetivo a performance e sim apenas a vontade de superar a distância correndo sem parar, sei que preciso de uma preparação mínima.

Chego a pensar se realmente vou conseguir superar o percurso. Faltam pouco mais de 2 meses para q minha façanha, e já sei que não quero tornar esta a modalidade da minha vida. Os 21k sim, ótimo correr, mas mais do que isso, se acontecer, será uma vez por ano. E fora do Brasil.

Hoje, 09 de maio, não sei ainda se realmente vou correr 42k. Ainda é a minha meta, mas não sei se assim será daqui a uma, duas semanas. Ainda quero tentar, mas não sei se essa vontade continuará amanhã.

É gente falando que não consigo, que é muito para mim. São relatos que falam da impossibilidade de conseguir. São experiências que mostram a dificuldade em fazer a prova. E o medo vai tomando conta, a adrenalina vai imperando.

Maratona, uma difícil meta. Hoje ainda digo que estarei lá, no Rio de Janeiro, no Recreio, começando a dar minhas passadas buscando esta superação. Acho que consigo. Acho.

Boas passadas.

sábado, 8 de maio de 2010

CORRER TAMBÉM É SE PREVENIR


E aí, corredor?!

A corrida de rua tornou-se um dos esportes mais populares do Brasil e do mundo. O número de atletas que correm com regularidade e participam das diversas provas que acontecem país afora aumenta ano a ano. Mais e mais pessoas descobrem na prática uma maneira de ter a vida mais saudável. Estima-se em 4 milhões a quantidade de pessoas no país que adotou a corrida como esporte.

No começo, a corrida era considerado um esporte eminentemente masculino. Mas outra transformação que aconteceu recentemente, diria mesmo que de uns 3 anos para cá, foi o advento do público feminino às corridas de rua. Tanto que hoje são várias as provas organizadas especifica e exclusivamente para elas.

Mas este boom do esporte também traz algumas preocupações, já que nem todos seguem as regras mínimas para tornar saudável a prática da corrida em suas vidas. Assim como cresce o número de adeptos, aumenta junto aqueles que praticam o esporte sem nenhum cuidado nem prevenção.

A prática da corrida, apesar de parecer simples, exige diversos cuidados, pois oferece riscos. O esforço cardiovascular empregado é enorme e as lesões em órgãos como joelhos, pernas, pés, calcanhares, canelas são constantes.

O primeiro passo para se praticar qualquer esporte é agendar a consulta a um médico, de preferência especialista em medicina esportiva ou fisiologia do exercício, que irá analisar o histórico de atividades físicas do propenso atleta e fazer uma série de exames que o habilitam a praticar o esporte tranquilamente.

Eletrocardiograma, teste ergométricos e cardiopulmonares, ecorcardiograma, testes de esforço físico, hemogramas, glicemia, teste de pisada, entre outros, são exames mínimos exigidos para a prática. E não vale dizer que vai correr leve, por que, por menor que seja a distância, a exigência física é sempre grande. Exames estes que devem ser realizados periodicamente.

Ainda, é interessante que todos que queiram entrar neste mundo, mesmo que amadoristicamente, busquem o apoio de um profissional de educação física em grupos de corrida. O profissional ou fisiologista vai ensinar técnicas de corrida que podem ajudar em muito na prática, além de auxiliar em conselhos sobre alguns problemas que podem surgir, além de, em equipe ser muito mais proveitoso e prazeroso.

Tudo para evitarmos acontecimentos que tem acontecido com uma certa frequência em algumas provas, a trágica morte de um colega corredor. Aconteceu ano passado na Maratona de Nova Iorque com um brasileiro, em uma prova em São Paulo e recentemente, na prova da Fila Night Run, quando uma amiga teve um AVC no meio da corrida.

Prevenção é tudo. Correr é ótimo para a saúde sim, praticar um esporte é ótimo para a saúde sim. Mas a prática exige cuidados mínimos, que devem ser seguidos não só para quem corre, mas para todos que praticam qualquer esporte, principalmente de alta intensidade como é o nosso.

Boas passadas.

Fonte: Site O2 por Minuto (http://o2porminuto.uol.com.br/)

terça-feira, 4 de maio de 2010

BRASILEIRO VIRA SENSAÇÃO EM ULTRAMARATONA

E aí, corredor?!

Um brasileiro foi a sensação da segunda edição da ultramaratona Mountain to Valley, realizada em Israel no dia 30 de abril passado. Isso por que ele foi o único dos mais de 1.300 participantes que aceitou fazer os 200 km da prova sozinho, o que transformou o atleta em uma espécie de ídolo dos corredores e amantes do atletismo em geral.

Os atletas, que se dividiram em 234 equipes, fizeram o percurso de 208 km em cerca de 24 horas, correndo de Kalat Nimrod, quase na fronteira com o Líbano, até o vilarejo de Timrat, no vale do Jezreel. Cada um correu de 20 km e 50 km, dependendo do número de integrantes da equipe.

Já Mauro, que fez o percurso sozinho, teve todo um aparato especial, com voluntários brasileiros e israelenses correndo com ele e uma largada exclusiva, lna noite de quarta-feira, 28 de abril (as equipes largaram na manhã de quinta, 29 de abril). Ele levou 34 horas e correu 190 km, não conseguindo completar todo o percurso, o que o deixou frustrado, é claro. Tudo por conta de uma infecção alimentar que prejudicou sua performance.

Mauro Chasilew já tem experiência em ultramaratonas. Participou das 8 edições do Ecomotlon Pro, prova de 500 km no Nordeste do Brasil, da Brasil 135, 217 km na Serra da Mantiqueira em Minas, e ainda da Bad Water, competição de 135 milhas na Califórnia/EUA.

Isso é que é correr. Os 100 km da Volta do Lago, prova de revezamento que vamos participar aqui em Brasília neste mês de maio, devem ser fichinha para o corredor brasileiro.

Veja aí, no vídeo, uma reportagem da SPORTV com Mauro Chasilew, quando o atleta se preparava para a Bad Water.


Boas passadas.

Fontes.: Jornal O Globo (01/05/2010); Youtube
 

segunda-feira, 3 de maio de 2010

40ª CORRIDA DO TRABALHADOR - BRASÍLIA/2010

E aí, corredor?!

Sábado, dia 1º de maio, comemora-se o dia do trabalhador e em Brasília este dia é comemorado, entre outras atrações, com uma tradição corrida de rua, com percursos de 5 km e 10 km, distância tradicional das maioria das provas de rua do país.

É, atualmente, uma das corridas mais democráticas de Brasília, isso por que o preço da inscrição é barato em relação às outras provas, R$ 15,00, e tem o apelo da Rede Globo, uma das patrocinadoras do evento junto com o SESI. A procura é tanta que o número de inscrições é limitado a 3 mil atletas.

Apesar do preço da inscrição, o kit para os atletas não deixa a desejar. Se a camiseta não tem aquele material especial das corridas da Adidas, por exemplo, o seu material também não é ruim. Ainda, o kit de reposição igual ao dos outros, com frutas e barra de cereais e o principal atrativo é a linda medalha entregue no final e, para a elite, os R$ 37 mil em prêmios. Afora isso, massagem gratuita para quem quisesse, corredor ou não.

Não tive tempo de pagar pela inscrição, por isso eu, minha esposa e outros dois amigos corredores, Jane e Ranieri, corremos na "pipoca". Esta foi minha segunda corrida assim, e eu achei muito legal fazer, já que nem esperava estar lá. Depois até pintou um arrependimento de não ter feito inscrição, mas foi legal correr assim mesmo.

Optamos por fazer o percurso de 5 km, mas eu acabei fazendo mais, por que corria um pouco a frente e depois fui buscar os amigos, que ficaram um pouco mais para trás no pelotão, mas bem perto de onde eu estava. No final, acabei fazendo 7k.

O detalhe é que, apesar da prova ter oficialmente 10 km registrados ela tinha, na verdade, pouco mais de 11k, o que fez muito corredor desanimar com o tempo alcançado antes de saber deste 1 km a mais.

E o dia estava seco e quente na cidade. Foi complicado para muitos correr até os 5k. Afinal, o percurso, que começa com um forte descida, termina com uma forte subida, lugar comum em provas na cidade, onde os organizadores insistem em terminar as corridas sempre com uma subida. Isso fez com que o único posto de água para os que corriam esta distância ficasse, ao meu ver, longe e complicasse o desempenho dos atletas.

Uma outra dificuldade aconteceu com os atletas de elite que correram 10k. Como nós, que fizemos 5k, voltamos antes e existia uma parte do percurso onde os corredores tinham que afunilar para passar pelo tapete que registra o tempo, a galera de elite acaba sendo atrapalhada pela quantidade incrível de corredores que estavam fazendo o percurso menor. Muitos andavam na pista, o que dificultou a performance da elite.

Mas, no geral, a prova foi excelente. Corri leve e em ritmo de maratona, fazendo um pacer elevado de 6 min/km ou até mais. Alguns momentos me perdi no ritmo e acelerei mais, mas logo reduzi e consegui manter o ritmo mais confortável. Assim, não me cansei, e pude ir e voltar para correr junto com os meus amigos. 

Enfim, mais uma prova para o meu pequeno currículo de corredor. E mais um bom teste para a minha prova do ano, a Maratona do Rio, em julho. Mesmo tendo corrido apenas 7k, muito aquém do que tenho que correr para completar a maratona, pude me concentrar num ritmo mais lento que o meu habitual e que, segundo o treinador, tenho que utilizar na prova do Rio para conseguir fazer os mais de 42 km. Mas o melhor mesmo é poder correr mais uma vez com os amigos. Isso é que é bom demais.

Boas passadas.

domingo, 25 de abril de 2010

FILA NIGHT RUN BRASÍLIA - 2010

E aí, corredor?!

Ontem foi o dia de eu experimentar pela primeira vez a magia de correr a Fila Night Run. Considerada por muitos como a melhor corrida ocorrida em Brasília ano passado, naquela ocasião eu até havia me inscrito, mas como tinha um evento de trabalho, não pude comparecer.

Este ano me determinei a participar da prova de qualquer maneira. E, para surpresa, ainda fiquei responsável pelo staff da barraca da Equipe X, junto com minha amiga Jane e Wagner, outro amigo que apareceu para dar uma força, da academia Isaac Rocha.

O circuito da Filha Night Run não é o grande atrativo da prova. Ela acontece na Esplanada dos Ministérios, que os organizadores da Fila e Adidas teimam em utilizar em suas provas, assim como outras como a Super 40, Maratona Brasília de Revezamento, que, basicamente, usam a Esplanada.

O grande barato é que a prova acontece à noite. Uma ótima oportunidade para todos aprimorarem técnica de corrida e melhorarem seus tempos. Os percursos são de 5 km e 10 km. Existe, como em todas as "festas" de corrida, um DJ colocando a galera agitada no local da largada e chegada e, no caso da Fila Night Run, existe um DJ na volta dos 5 km e, acredito, por que fiz apenas 5k, na volta dos 10 km.

Como mencionei, optei por correr apenas 5 km. O motivo foi a preocupação de cuidar da barraca e a vontade de dar uma variada no circuito, já que ano passado fiz 8 provas na Esplanada e este ano já encarei 2. 

Engana-se quem acha que é mais simples. A pressão pessoal para correr bem é maior, e a gente acaba tendo usando um ritmo acima dos 10k. Cheguei a atingir um pacer de 3min52, com frequência cardíaca em 170 batimentos na máxima. 

O 5 km da esplanada é a mesma coisa, em termos de terreno e altimetria, dos 10k, só que menor. Ida de 2,5k só descida com um pequeno trecho relativamente plano, e 2,5k na volta totalmente de subida. A prova passa pelos Ministérios, Congresso Nacional, Palácio da Justiça, Itamarati, Praça dos 3 Poderes, Palácio do Planalto (não havia citado isto em outros posts em que comento sobre provas na Esplanada). Para quem correr pela primeira vez, uma ótima visão para os olhos, pois ali estão reunidos alguns dos principais cartões postais de Brasília. Para quem já corre há um tempo ali, como é meu caso, mais uma prova a ser cumprida.

Terminei um percurso em 23min21, curtindo cada passada. Saí bem atrás, já que simplesmente não consegui entrar na faixa onde se encontrava meu pelotão de tempo, que estava abarrotada. Na verdade, existe uma placa indicando, mas ninguém da organização nem nada sinalizando que o atleta tem aquele pacer na corrida (menos de 4 min/km, 5 min/km, etc.).


Aí, como eu fiquei na organização da barraca, fui um dos últimos a seguir para a largada, e peguei tudo cheio, só conseguindo entrar no final do corredor da largada. Quando passei pelo pórtico já tinhamos mais de 3 minutos de prova acontecendo.


Imprimi, então, um ritmo forte, principalmente para mim que sempre preservo correr confortavelmente. Como eram apenas 5k, resolvi forçar um pouco desta vez para tentar fazer um tempo melhor. A subida foi forte, mas firme e em um ritmo constante. Excelente. Estou cada dia mais confiante nas subidas, e isso é o meu principal ganho nestas últimas provas.


Foram 6 mil atletas participando e eu, como tive a estratégia já atrapalhada, resolvi curtir para não estressar. Coloquei meu Ipod no ouvido com uma trilha novinha de músicas e lá fui eu correr os 5k. Como tinha que passar por muita gente, a gente acabando se desgastando mais no começo, desviando da galera. Mas, como estava na base da festa, fui curtindo tudo. 


Vi, por exemplo, que a galera tomou a pista da Esplanada, ocupando suas 6 largas faixas, um problema para o trânsito. Vi gente de várias idades, como sempre. E muita alegria e festa. Mas vi também, no final, que a galera dos 5k retardatária invadiu a faixa separada para os corredores de 10k, que tiveram que correr na pista para carros mesmo. E o pior é que tinha marmanjo com bicicleta no meio da galera, o que dificultou muito quem estava ali para correr sério. Fora as crianças em suas bicicletas descontroladas, sem noção de espaço e prevenção de manobras. 


A organização da barraca foi mais tranquila que eu esperava. Dá trabalho, mas como éramos 3 e mais gente nos ajudou na hora, foi tudo uma maravilha.  Todo mundo gostou, e isso foi legal.

Enfim, a Fila Night Run é realmente uma das melhores provas de Brasília. Pela festa, pela quantidade de pessoas, pelo horário e pela alegria da galera. Muito bom. recomendo. Só queria pedir à galera que vai um pouco mais de educação para não atrapalhar quem vai correr a prova para valer.

Boas passadas.