segunda-feira, 17 de junho de 2013

MARATONA DO RIO, AÍ VOU EU?!

Início do longão na fria madrugada de sábado (15 de junho).
Da esquerda para direita: Gislene, eu (Caique), Thaís, Grace e Sérgio
E aí, Corredor?!

Não foi fácil. Para começar, acordar às 4h30 da manhã, com o dia ainda escuro, no friozinho da madrugada, para correr mais um longão preparatório para a Maratona do RJ 2013. Depois, sair na madrugada e encontrando os baladeiros, ainda curtindo a noite, uma cena no mínimo diferente para mim. E, finalmente, conter a ansiedade que cercava este longão específico, teste final para ver se aguentaria correr os 42,195 km da Maratona do Rio sem sentir as pequenas dores no calcanhar, causadas por um esporão calcâneo.

Assim como no ano passado, uma turma de amigos da Equipe X se propôs a fazer a prova e, juntos, treinamos, correndo diversos longões pelas ruas de Brasília juntos, mesmo antes da planilha de treinamento passada pelo professor Nirley, que acabou chegando no final de maio. Na verdade, os treinos já estava rolando, mas a planilha específica da Maratona foi que chegou para gente, acho eu, um pouco tarde.

Nossa turma de maratonistas é composta este ano por Sérgio, Grace, Rafael, Thaís, Susete, Chamon, Natividade, Gislene, Paulinho, eu (Caique) e Aline. Antes do longão, Aline teve um probleminha no pé e vai ter que adiar a conquista dos 42,195 para o segundo semestre. E, para o longão específico dos 32 a 36k, Nati não pode comparecer, bem como Susete e Chamon, que viajaram de férias, Paulinho, com preguiça de acordar cedo - assim como no ano passado, Paulinho acabou fazendo os treinos sozinho e venceu a maratona em menos de 4h - e, de última hora, acometido por uma enxaqueca, o Rafael, que tentou fazer o treino no dia seguinte.

Assim é que eu (Caique), Grace, Thaís, Gislene e Sérgio partimos, na fria madrugada de Brasília, sendo  cumprimentados pelos baladeiros que ainda terminavam sua noite em frente a Ponte JK, para o nosso longão decisivo.

Vale registrar que Aline, mesmo não correndo, fez o apoio para gente em todo o percurso, levando água a cada 3k e ajudando a gente a não cair pelo psicológico.

Animação total após passar pelos quase 2k da Ponte JK
Percurso - Nossa largada foi dada às 6h10 da manhã, na fria madrugada do sábado (15 de junho). Saímos da Ponte JK, atravessamos seus mais de 1 km e fomos em direção ao Lago Sul. O percurso iria até o ponto onde completássemos a metade da distância total definida - para alguns que iriam fazer 32k, 16k, e para os que iam fazer 36k, 18k.

Cada um faria seu ritmo, por que a proposta era simular o ritmo da maratona, o chamado tempo run. Ou seja, acabou sendo uma corrida solitária para a maioria, já que cada um tinha o seu ritmo próprio, a não ser por Gislene e Grace, que correram o percurso todo juntas.

No início começamos juntos, na travessia da Ponte JK, esquentando "os motores", mas já na subida para o Lago Sul o grupo se desgarrou, e cada um impôs seu ritmo, seu tempo run. Eu saí um pouco na frente, brigando com meu MP3 que, já no quilômetro 8 abandonei, deixando com Aline, por que o danado resolveu não funcionar de jeito nenhum. Foi meu primeiro teste, já que não teria a música para me distrair caso o esporão perturbasse, o que não havia acontecido até ali.

Minha corrida - Corri o tempo todo com um cinturão com garrafas d'água, tendo separado uma com enérgetico com taurina, recomendação do nutricionista para dar um "gás" na prova. Mesmo assim, a cada ponto onde Aline estava com sua TR4 para nos hidratar tomava um copo d'água.

A tecnologia me boicotou e corri perdidão,
Mas deu tudo muito certo
A primeira parte do percurso, da Ponte JK até o Pontão do Lago Sul, é mais complicada, formada por subidas e descidas chatas, cansativas. E um vento contra, gelado, fez os dedos das mãos até doerem de tão frio. Passado o Pontão, o percurso não fica plano, mas a subida é menos intensa. 

Nos 17k, o relógio me sabotou! Ele simplesmente passou a contar a quilometragem por volta, zerando a cada uma e fazendo com que eu me perdesse completamente. Todas minha estratégia de tomar gel a cada 40 minutos, por exemplo, ficou confusa. E me pedir na distância percorrida. Enfim, a tecnologia não quis me ajudar neste longão.

Mas o melhor de tudo é que não senti o esporão. Cansei sim, por que na volta enfrentamos as subidas e descidas entre o Pontão e a Ponte JK mais cansados. E toda a confusão causada pela perda do tempo real chegou a me abalar um pouco psicologicamente. Sentia que estava bem fisicamente, apesar das pernas ficarem a cada quilômetro mais pesadas. Mas segui em frente, motivado por Aline a cada para para hidratação.

3h40 depois estava eu terminando meu longão e acabando de cruzar de volta a Ponte JK feliz da vida. Venci o esporão. E venci mais coisas: a dependência de correr com o som - apesar do que, vou levar meu MP3 para a Maratona sem dúvida - e de ficar de olho direto no relógio - surpresa que não quero ter no Rio.

No final, esperando a turma chegar, ficamos preocupados por que o Sérgio não chegava. Foi quando Grace ligou e ele disse que estava socorrendo uma corredora que havia passado mal e estava quase desmaiada no meio da Ponte JK. Mas com Sérgio tudo bem.

Final do longão, todos cansados mas felizes.
Prontos para encarar a Maratona do RJ!
Resumo do longão:
Longão para a Maratona do RJ "O Desafio Final - Eu X O Esporão"

Tipo - Treino                                      
Com: Grace, Sérgio, Thaís, Gislene e Aline (apoio)
Distância Proposta - 32 a 36 km
Distância Percorrida - 38 km
Onde - Lago Sul - Brasília/DF
Data - 15 de junho de 2013
Hora da Largada - 6h10
Hora da Chegada - 9h50
Tempo de Corrida - 3h40                    
Pace Médio - 5:49min/km

E vamos nós, para mais uma Maratona do RJ!

Boas passadas.  

segunda-feira, 10 de junho de 2013

10ª VOLTA DO LAGO - A HISTÓRIA DO CONDOR TEAM

A bela medalha da 10ª Volta do Lago
E aí, Corredor?!

O que leva tanta gente a acordar de madrugada no domingo para correr? E o que leva esta turma a se superar pessoalmente, correndo muito mais que qualquer outro dia?

A Volta do Lago Caixa, uma ultramaratona de revezamento que acontece há 10 anos em Brasília, tornando-se uma das mais tradicionais provas de revezamento da cidade e do país tem este fascínio de atrair as pessoas para correr tão cedo e de reunir as pessoas em grupos, para montar estratégias de corrida e se superar, dedicando cada esforço a mais para o bem da equipe.

Este ano foram 3 mil corajosos aventureiros que enfrentaram os 100 km da competição, em equipe - de 2, 4, 6 ou 8 integrantes - ou sozinho, enfrentando as dificuldades do percurso durante 7, 8, 9 e até 12h neste último domingo, dia 9 de junho. 

E eu estava lá, pela sexta vez consecutiva, encarando o desafio com mais 5 amigos no sexteto Condor Team da Equipe X.

Equipe X esteve presente com 12 equipes na 10ª Volta do Lago 
Volta do Lago - A Volta do Lago Caixa é uma ultramaratona de 100 km que acontece há 10 anos em Brasília. O percurso pode ser corrido sozinho, podendo o atleta optar por correr 100k ou 60k, ou em equipe de 2, 4, 6 ou 8 participantes. Existem ainda duas categorias principais: economiário, com equipes formados por funcionários e dependentes de funcionários da Caixa, patrocinadora do evento, e aberta, onde concorrem as demais equipes.

A largada da prova acontece no Eixão Sul, larga avenida que corta o bairro da Asa Sul, perto do prédio Matriz da Caixa. As equipes podem escolher entre 3 horários para  largar - 6h15, 7h15 ou 8h. Para os ultramaratonistas dos 100k a largada é 5h e para os do 60k às 9h.


O percurso é composto por 14 trechos que fazem a volta no Lago Paranoá, começando e terminando no Eixão Sul. As distância variam de 3k a 11k, com subidas, descidas e trilhas e  tempo máximo de prova é de 12h.

Quarteto feminino da Equipe X, campeão na categoria economiário
Além do desafio, outra atração da Volta do Lago é o percurso, que passa por muitos cartões postais de Brasília. Catedral, Museu Nacional, Esplanada dos Ministérios, Congresso Nacional, Praça dos 3 Poderes, Ermida Dom Bosco, Pontão do Lago Sul, Ponte JK são apenas alguns deste pontos, além das belas paisagens proporcionadas pelo Lago Paranoá, com destaque a Barragem, o percurso mais difícil para os atletas.

Este ano houve um recorde de ultramaratonistas inscritos, 40, entre homens e mulheres que resolveram encarar os 100k ou os 60k sozinhos.

O percurso também estava recheado de novidades nos trechos, com aumento de alguns e diminuição de outros, sendo que o já era o mais difícil foi mais “casca grossa” ainda, o da Barragem do Paranoá, que neste ano, além da subida intensa de 2k da própria Barragem, o atleta tinha que encarar cerca de 1,5 k de subida na Ermida Dom Bosco. Ano passado, este trecho ia até o início da Ermida, onde ficava o ponto de troca. O trecho seguinte é que incluía a também difícil subida da Ermida.

Condor Team Equipe X: da esquerda para direita
Eduardo, Sérgio, Grace, Rafael, Thaís e Caique
Condor Team - O sexteto Condor Team, uma das 12 equipes da Equipe X, era composto por duas mulheres - Grace e Thaís - e 4 homens  - Eduardo, Rafael, Sérgio e eu (Caique). Todos têm grande experiência na Volta do Lago e em provas longas. Entre competições dos integrantes constam a Maratona do RJ, a Maratona Mountain Do Deserto do Atacama, Ultramaratona de Revezamento da Volta da Ilha de Florianópolis e diversas meias maratonas.

Grace foi quem largou pelo Condor Team, fazendo uma das provas mais rápidas de sua história como corredora, terminando os quase 10k com um ritmo médio de 5min/km. Thaís, além da excelente organização, foi guerreira em cada um dos seus dois trechos, ambos de bastante dificuldade. Sérgio fez a maior distância entre todos, 21k, mostrando seu excelente condicionamento e rasgando nas passadas. Eduardo venceu em apenas 55 min o difícil trecho das subidas da Barragem e da Ermida, o maior e mais difícil da prova com quase 11k. Rafael superou as dores na panturrilha para fechar a prova para o Condor Team com 4min50/km de pace médio no final, correndo no calor da tarde no desolador Eixão Sul. E eu corri 3 trechos, assim como o Sérgio, buscando acompanhar e manter o ritmo forte de toda a equipe nos variados terrenos enfrentados, de trilha e asfalto.

Corremos! E corremos muito bem meus amigos! Com "sangue nos olhos", como a gente brincava desde antes da Volta do Lago. Nem em nossas expectativas mais otimistas esperávamos um resultado tão bom, tirando mais e mais minutos a cada trecho, o que resultou no encerramento da prova mais de meia hora antes do previsto. Foram 8h09 de Volta do Lago, quando o previsto era 8h41.

Condor Team. "Sangue nos olhos!"
Acabamos sendo a 4ª Equipe X a cruzar a linha de chegada, atrás dos feras como a Equipe Prime, octeto do nosso professor Nirley, a Fox, supercampeã da Volta do Lago na categoria economiário que este ano correu em sexteto, e de um outro sexteto de Goiânia com corredores "sinistros" da Caixa. 

E mais uma vez a Volta do Lago mostrou a sua magia, unindo grupos de pessoas em uma competição saudável, correndo pelas belas paisagens de Brasília e curtindo cada quilômetro superado com alegria, garra e superação.

E que venham outras Voltas do Lago!

Boas passadas.

domingo, 2 de junho de 2013

K21 DE PIRENÓPOLIS. CORRIDA PARA NÃO ESQUECER

Começo da Subida do Frota, cerca de 3k de morro
E aí, Corredor?!

Sabe quando falei neste blog sobre as dificuldades das trilhas da Fazenda Taboquinha? Ou quando mencionei a terrível "Subida da Bundinha", no Altiplano Leste? E os 15 km superados em Florianópolis, na Volta da Ilha de 2011? Nada se compara a corrida que encarei neste sábado na pequena e turística cidade goiana de Pirenópolis. A K21 foi a corrida mais complicada que já superei.

Fui a Piri (como a cidade é carinhosamente apelidada) muita vezes para curtir a festa literária (Flipiri) ou a Cavalhada ou simplesmente as belas cachoeiras da cidade. Nunca pensei que um dia iria correr nesta trilhas íngremes da cidade. E foi isso que eu, e mais 599 malucos fizemos neste dia 01 de junho de 2013.

Todas as provas do circuito de corridas K21 são assim, em morros, em locais onde correr é um desafio dos mais complicados. Arraial do Cabo e Bombinhas são alguns exemplos. Sempre provas em trilhas, onde os corredores encaram uma corrida de aventura em sua essência, com desafios bem difíceis e que não são para os fracos ou despreparados.

Piri mostrou isso para gente neste sábado. Encarar os 13 km (K13) ou os 21 km (K21) foi um desafio para os fortes. Ao final da prova era comum ver pessoas mancando, chegando no último suspiro, no sacrifício, com cãibras na panturrilha, os pés doendo, chorando. A superação é extrema e vencer o desafio dá um sabor de vitória inexplicável mesmo.

Sobe Aline, sobe! Encarando o Frota com uma dor no pé danada
Percurso - Os organizadores não bobearam. Prometeram um percurso difícil e preparam o ânimo de todos para o que poderia vir. Muita subida, descidas difíceis cheias de pedras soltas e disfarçadas, travessia em riachos, lama, mato. Uma variação incrível de terrenos. O subíamos muito pelas trilhas ou descíamos muito por essas mesmas trilhas. Cerca de 90% do percurso é em trilha, afinal. Asfalto, na saída, na transição entre os 13 e 21k e na chegada dos 21k. O resto, terra e mato o tempo todo. E muito morro para subir e descer.

O percurso nos leva ao ponto mais alto da cidade, onde ficam as antenas de rádio e tv. Descemos ribanceiras segurando em corda, passamos por uma pedreira das famosas pedras de Pirenópolis, lindas, bonitas, mas no local que passamos soltas, cortantes onde cair era estrago grade na certa.

O estudo da altimetria já mostrava que o desafio era gigante mesmo. De cara, 3 km de morro com uma subida interminável, a chamada Subida do Frota. Pensei que ia tocar nas nuvens da nublada tarde de sábado. A largada foi as 14h, sob um tempo nublado e fresco, com leve ameaça de chuva no horizonte que, ainda bem e graças a Deus só caiu no final.

Aí, depois desta subida louca, descida onde correr muito não dava por que as pedras não deixavam. Um tombo era rasgar a perna e algo mais na certa. E tínhamos que ter olhares atentos não só para o chão como para os galhos, já que entramos no meio de mata fechada.

Passamos pela antenas e o visual deslumbrante do vale apareceu e me lembrou que tínhamos que descer aquilo tudo para acabarmos a corrida. E foi uma descida emocionante, difícil, cheia de cuidado.

Depois da trilha, um pouco de asfalto e rua de pedras do calçamento irregular da cidade. Passamos por um passeio preparado para caminhada e depois, mais trilha. Destino: a pedreira de onde são extraídas as pedras de Pirenópolis. Só não achava que teria que passar pelo meio dela, tateando entre estas pedras soltas e cortantes que receberam o nome da cidade. Cair era um risco que não podíamos correr por que o estrago podia ser bem grande.

Grace levou medalha e troféu da prova. 
Chegar ao final foi emocionante mesmo. Depois de 2h32min de prova consegui, superando minha pequena dor (cada vez menor, graças a Deus) do esporão calcâneo, meu receio de me perder, o que se mostrou impossível pela excelente sinalização colocada pela organização. Cheguei, venci, agradeci a Deus pela vitória, pela coragem, por poder viver a aventura e fazer os 21 km, não ficando nos 13k como cheguei a cogitar. Prova realmente inesquecível. Mas estou me adiantando nesta história.

A Corrida - Minha corrida foi de desconfiança da minha real condição de fazer a prova completa, os 21 km. Só decidi mesmo na hora da transição, quando resolvi vira rumo a distância maior. Ali já eram 12k superados e achei que mais 9k não seriam problema. E não foram, só que também não foi nada simples.

Larguei mais atrás, para deixar os "feras" correrem na deles, na busca do pódio. E tinha muita gente boa correndo. Equipe de Brasília em sua maioria, mas tinha também de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e outros muitos lugares do Brasil. Eram 600 inscritos tentando superar os morros de Piri.

Na maioria dos morros, que eram muito, mas muito íngremes mesmo, não consegui correr, assim como todos os outros atletas que estavam próximos a mim. Tentei imprimir uma caminhada rápida, quase uma marcha atlética. E assim fui superando cada desafio. E já nos primeiros quilômetros já esta encharcado de suor, tal era a dificuldade do percurso.

Rafael e Thaís no início da prova
Mas fui seguindo meu rumo, conversando com minha pequena dor do esporão, administrando-a pelo percurso até que chegou num momento que ela simplesmente desapareceu. Vieram outras dores, de pé gelado depois de passar pelo riacho. Tudo superável.

Na descida da corda, quase caí, mas consegui me segurar e continuar minha corrida. Mas o local mais tenso mesmo foi a pedreira. Cair ali, como já mencionei, era acidente feio na certa. As pedras eram cortantes e estavam soltas, como o pessoal da organização avisava antes da gente começar a correr. E rola morro de pedras abaixo era um risco que eu não queria correr.

Cheguei feliz, ao lado do amigo Danilo, que conheci por meio do E AÍ CORREDOR. Cruzamos a linha de chegada juntos, eu com meu esporão e ele com cãibra e joelho doídos. Mas vencemos nossos desafios pessoais. Eu, superfeliz de ter encarado o desafio, que antes do início da prova pensei que nem ia encarar. E ali, comemorando as 2h32 como se fosse um recorde mundial. Foi minha primeira trilha pedreira, minha primeira prova oficial depois da lesão. E eu superei!!!

Depois, foi hora de esperar a turma. A galera X veio em bom número. Estávamos eu, Aline, Ivanilson, Thaís, Rafael, Grace, Sérgio, Alexandre, Nirley, Jacqueline, Dioneuda, Adaura, Paula, Kennedy, Sylvia. Ainda encontrei outros amigos como Danilo, o irmão do Orion (que, desculpe, esqueci o nome), Humberto, Lúcio, Sérgio Tepedino, Aninha Rovaris e outros tantos que fiz pelo caminho.

E comemorar a vitória pessoal da minha amiga Grace, que levou o troféu da sua categoria.

Galera X, mandando ver na K21 de Piri
Organização - O kit não foi dos melhores, mas a organização foi nota 9 pela excelente sinalização pelo percurso, com bandeiras e marcas de cal pelo chão, o pessoal indicando o caminhos nos pontos de cruzamento e os vários pontos de hidratação. A medalha muito bonita e o troféu também. Gostei!

Não sei se encaro outro desafio deste tipo, mas gostei da experiência de correr em trilhas, bem diferente do que correr no asfalto. Vencer este desafio me deu força para encarar a minha terceira maratona e confiança para perseguir esta conquista. 

E vamos que vamos que semana que vem tem Volta do Lago Caixa com o Condor Team da Equipe X!

Boas passadas.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CORRER O K21 OU O K13 EM PIRENÓPOLIS, EIS A QUESTÃO?


E aí, Corredor?!

Este final de semana acontece na pequena cidade turística de Pirenópolis, em Goiás, mais uma prova K21. Organizada pela mesma turma que faz o K21 de Bombinhas/SC, a prova caracteriza-se pela extrema dificuldade dos percursos, sempre no meio do mato, com muitas subidas, muito verde e muitos desafios diferentes. Uma boa corrida de aventura.

Em Piri, como é carinhosamente chamada a pequena cidade goiana, será a primeira vez que a prova será realizada. E entre os corredores da região tem causado muita expectativa. Como o número de inscritos é limitado, rapidinho acabaram as vagas para o desafio.

Umas das ruas de Piri
E eu vou experimentar esta, para mim, novidade. É uma prova diferente de todas que já fiz. Apesar de já ter corrido em trilhas, morros e no meio de rios e de matas fechadas algumas vezes aqui em Brasília, na Fazenda Taboquinha e no Altiplano Leste, será a primeira experiência fora de Brasília. E as trilhas de Piri prometem.

Pelo que a galera da Equipe X que foi para o Atacama este ano, num comparativo da altimetria, a corrida de Piri é tão difícil quanto a do Chille. É claro, é um comparativo frio, de gráfico. Na verdade, o Atacama é bem mais tenso. Mas o K21 de Pirenópolis também é tenso.

São realmente grandes subidas nas trilhas que vão para as famosas cachoeiras da cidade, um dos principais motivos para tantos turistas irem a Piri. E todos de grande intensidade. 

No meu caso, ainda paira uma dúvida: fazer o K21 ou o K13, ou seja, 21 km ou 13 km? Isso por que ainda sinto um pouco as dores do esporão, e, como meu grande objetivo é tentar correr minha terceira maratona, que será em julho, no Rio, então não quero em arriscar e “detonar” geral. 

Só vou decidir quase na hora mesmo, dependendo do meu desempenho nos primeiros quilômetros. Mas a intenção é mesmo fazer os 21k, “passeando” pelas trilhas de Piri, ou seja, correndo bem tranquilo, curtindo mesmo o trajeto, como já sugere o clima da cidade.


Encenação das Cavalhadas em Piri, com a batalha entre
os Mouros e Cristãos
Pirenópolis - Para quem não conhece, a cidade goiana de Pirenópolis é conhecida internacionalmente pelas suas cachoeiras, artesanato, história e artesanato, onde se destacam as pratarias, jóias esculpidas pelos artistas locais de grande sucesso no Brasil e no exterior. Tantas belezas, a forte cultura e folclore local fizeram com que a cidade fosse tombada como conjunto arquitetônico, urbanístico, paisagístico e histórico. 

Um dos famosos Mascarados que passeiam pelas ruas de
Piri na época da Festa do Divino
Piri se destaca também pela suas festas culturais e a principal delas acontece no mês de maio, sempre partir do dia 05. É a Festa do Divino, quando acontece a cavalhada. Considerada uma das mais expressivas do Brasil, trata-se de uma encenacão ao ar livre da batalha entre os Mouros e os Cristãos. Em Piri, além dos cavaleiros, elas trazem os mascarados, conhecidos também como "Curucucús", por causa do som que emitem, são pessoas que se vestem com máscaras, roupas coloridas, luvas e botas. Mudam a voz ao falar e cobrem todo o corpo para que ninguém os reconheçam. Enfeitam seus cavalos com fitas, tecidos, plantas e tudo quanto a criatividade mandar. A máscara de boi é a mais tradicional e só é encontrada entre os Mascarados de Pirenópolis.


k21 - K21 Half Adventure Marathon de Pirenópolis/GO será realizada no dia 01 de junho e oferece duas modalidades: 21km e 13km. Serão 600 inscritos correndo pelas trilhas e ruas da cidade histórica.

Este ano, a K21 já percorreu Curitiba e Arraial do Cabo e depois de Piri passará por Ilha Grande/RJ, Pedra Azul/ES e terá mais uma etapa no Paraná, além de outras e Santa Catarina e ainda na Argentina.


Boas passadas.

domingo, 26 de maio de 2013

VOLTANDO AO BLOG . . . E COM MUITA CORRERIA

Galera se preparando para o longão pela Ermida e Barragem

E aí, Corredor?!

Mais de uma semana sem postar nada e deu uma saudade terrível. Fiquei o tempo todo pensando que precisava aparecer, mas o trabalho, os treinos para a Maratona e o cansaço acabavam me vencendo. Mas nada de abandono não. O E AÍ CORREDOR continua no ar, com muitos quilômetros de registros para fazer.

Bom, como o tempo está precioso demais nos últimos meses, vou falar logo das corridas que fiz neste final de semana. Aliás, meus amigos, as Corridas Sem Compromisso estão sendo a tônica das minhas correrias deste primeiro semestre. Nada de me inscrever para provas de 5k ou 10k. Os treinos exigem mais quilometragem, e eu preciso correr mais e mais. 

Uma boa notícia! O esporão tá tranquilo. Existe uma dorzinha ainda, mas aceitável. Acho que a Maratona do RJ vai rolar pela terceira vez!!!

Sábado, 18 de maio, longão - Dia de correr, pensando nas várias provas que estão chegando: K21 de Pirenópolis, Volta do Lago Caixa e Maratona do Rio. 

O professor Nirley resolveu então reunir em um percurso só as dificuldades que vamos encontrar nestas três provas: subidas intensas e constantes, calor e uma boa quilometragem. Vinte colegas da Equipe X para um percurso diferente, e “cascudo”. Fizemos dois dos mais complicados trechos da famosa Volta do Lago, ultramaratona de revezamento que este ano terá sua 10ª edição. No caso, foram o trecho da Barragem do Paranoá, que tem uma forte subida de cerca de 1 km, e também o da Ermida Dom Bosco, que apresenta também uma forte subida de quase 2 km.

A largada foi no estacionamento da Ermida, no início da subida, onde era até ano passado o posto de troca da Volta do Lago, que este ano foi alterado. O sentido foi Barragem do Paranoá. Na verdade, fizemos o percurso inverso da prova, que em seu trajeto original sai da Barragem para parar na Ermida. Este percurso escolhido por Nirley nos trouxe mais dificuldades por que as subidas foram em maior quantidade. Primeiro, na saída da Ermida, o subidão de cerca de 2k. Depois, assim que saímos da Barragem indo para o Paranoá, bairro do Distrito Federal, com um outro subidão de cerca de 1,5k. Na volta, pegamos o subidão de quase 1k da Barragem.

Depois do corridão, só festa no pier da Ermida
Mas não ficou só nisso. Depois de tudo isso, corremos até o ponto da largada, o início da subida da Ermida, quando já tínhamos completado 13k, para depois encararmos novamente os 2k do subidão e ir, desta vez, rumo a quadra 27 do Lago Sul, outro bairro de Brasília onde fica a Ermida, em um trecho de cerca de 3 km. Total do longão de domingo, no meu caso: 21 km, uma meia maratona. Na planilha para a Maratona tínhamos que correr mais, 25 km, mas não deu.

Domingo, 19 de maio, pedal – No domingo só alegria. Foi dia de pedalar, dando apoio de hidratação a 6 colegas da Equipe X que não puderam correr no treino do sábado. Apesar da quantidade menor de corredores, o apoio foi interessante por que cada um tinha um nível de corrida. Foram o professor Nirley, corredor top da Equipe X, que correu lá na frente de todos por volta de 23 a 24 km. Depois, o casal Rafael e Thaís, que fizeram no tempo run a maior distância, de 25 km. Depois, juntos, Sérgio, Grace e o irmão do Sérgio, que completaram 21k de corrida.  Como o ritmo dos 3 grupos era bem diferenciado, para levar a água a turma tinha que esperar até o último grupo passar para depois correr para o próximo ponto para nova hidratação. Comigo no Pedal, que também correu os 21k no sábado, a Aline.

O percurso do domingo foi Pontão – Base Área. Um percurso bem mais tranquilo que o de sábado, excelente para treino, por que ele tem subidas, mas todas leves. A maior, no caso, e na saída do Lago Sul para a pista de acesso ao aeroporto e depois, já na pista que leva a Base Aérea. Depois, plano e descida até o Pontão. O percurso total foi feito somente pela Thaís e pelo Rafael. Nirley, que terminou bem antes, foi até um pouco antes da dupla e Grace, Sérgio e irmão foram até o aeroporto.

O Pontão, no domingo, dia 19, estava um agito só. Uma competição de triatlo movimentou o local e o Lago Sul todo, já que o circuito de bike usou a ciclovia do bairro. Aliás, esta ciclovia já é bastante usada normalmente pelos ciclistas, que juntam grupos enormes para pedalar todo o domingo. Muito maneira mesmo a experiência.


Pedal de domingo, dando apoio de água para os amigos
corredores da Equipe X que iriam correr, treinando para a Maratona
Sábado, 25 de maio, longão - Ontem, sábado, 25, foi dia de mais um longão, este visando a Maratona do RJ. Por conta dos compromissos do dia e do domigo, eu, Aline, Rafael, Thaís, Sérgio e Grace corremos na madrugada, lá pelas 6h20 da matina, pela ciclovia de Águas Claras, já conhecida de todos os que acompanham o E AÍ CORREDOR.   

Falando para os que não conhecem, a ciclovia fica entre Águas Claras, o Park Way do Guará e a Arniqueiras, outro bairro da região. Ela margeia a chamada EPVP (Estrada Parque Vicente Pires). Tem cerca de 8 km total de distância, com boas subidas e descidas e um belo visual.

Neste dia pudemos desfrutar de uma bela lua cheia de pondo no céu e, logo depois, de um incrível nascer do sol. Foi diferente, principalmente para gente que, apesar de adorarmos correr, não costumamos madrugar tanto para dar nossas passadas. Aliás, foi muito legal a companhia de Sérgio, Grace, Thaís e Rafael por que estes amigos, parceiros dos longões, "despencaram" ainda à noite de suas casas no Plano Piloto para correr com a gente, Aline e eu, na ciclovia, que fica bem no "quintal" de nossas casas (minha e da Aline). Valeu novamente, meus amigos!

Corremos a ciclovia, que apenas eu e Aline conhecíamos. Os outros 4 estavam tendo a primeira experiência ali. Fizemos toda a ciclovia mas como a planilha dizia para fazermos de 18 a 21km, tentamos aumentar a distância. Daí inventamos e corremos descendo pela EPNB (Estrada Parque do Núcleo Bandeirante) até a pista de acesso ao Guará. Ali, pegamos um atalho que nos levou novamente para a ciclovia, para voltarmos ao ponto inicial.

Foi muito bom, mas acabamos, eu e Aline, correndo o mínimo, 18 km. Rafael, Thaís, Grace e Sérgio continuaram para fazer mais. O problema é que 9h Aline e eu tínhamos compromissos e por isso, tivemos que ficar com os 18k. Se considerarmos a intensidade do percurso, que tem boas subidas, podemos até dizer que fizemos mais em termos de esforço. Mas o registrado foram 18k.

Próximo final de semana tem o K21 de Pirenópolis, a corrida mais comentada da região. E no outro, Volta do Lago Caixa, na equipe Condor Team (Thaís, Rafael, Grace, Sérgio, Eduardo e eu).

Vamos que vamos, "comendo chão".

Boas passadas.

sábado, 11 de maio de 2013

TROCANDO AS PASSADAS PELO PEDAL

Eu e minha magrela no final do pedal
E aí, Corredor?!

Não está sendo nada fácil correr para mim ultimamente. As sessões de fisioterapia - já foram 7 - finalmente estão fazendo efeito e o tornozelo está melhorando, mas é tudo muito lento. Com a proximidade da Maratona do RJ - faltam menos de 2 meses - minha apreensão vai ficando cada vez maior, bem como minha ansiedade para que a recuperação venha.

O problema é que eu não tive uma lesão que me parasse por tanto tempo assim desde que iniciei na corrida. E o esporão veio para me deixar chateado e um pouco triste às vezes. Mas, como já mencionei, nesta semana as esperanças se renovaram.

Bem, como acho que vai dar para correr e como quero que isso aconteça estou me prevenindo um pouco. O longão deste final de semana correndo foi substituído pelo pedal. E, com a minha magrela, saí  curtindo as boas subidas e descidas pela ciclovia do Park Way de Águas Claras, tão conhecida por mim e por quem lê o E AÍ CORREDOR já que foi palco de vários longões meus.

O pedal teve o motivo de repousar um pouco o calcanhar, prevenindo dos impactos da corrida. E aproveitei para estrear a bike que comprei, além de fazer o apoio para Aline, que fez o treino sugerido pelo professor para o sábado, correndo 16k. Enquanto ela corria, eu pedalava, e volta e meia lhe entregava água e gel para recuperação.

Eu realmente não sei se estou sendo muito prevenido com relação ao meu tornozelo e a este famigerado esporão. Mas não quero correr a Maratona no sacrifício e preciso ter confiança de que vou conseguir fazer a difícil prova com um mínimo de tranquilidade. Como nos treinos ainda sinto o tornozelo um pouco dolorido, fico na minha, tentando achar uma passada mais confortável.

O pedal foi muito bom. A experiência de voltar a correr com uma bike, coisa que fazia muito na minha adolescência quando a bicicleta era a minha fiel companheira, me levando para todos os cantos, foi muito boa. E de uma coisa eu tenho certeza: vou alternar os longões mesmo depois de recuperado da dor. Em alguns vou correr, a maioria, e em outros vou pedalar. 

Não vou substituir o pedal pela corrida. Correr é o meu esporte. Mas preciso agora achar outra forma de me manter em forma. Mas nada de triatlo, como muitos querem que eu faça. Apenas correr e a bike, usar um domingo ou outro para relaxar.

Na ciclovia do Park Way de Águas Claras o pedal foi interessante por que, assim como na corrida, o percurso exige bastante das pernas e da força e condicionamento físico. Ele possui boas subidas e descidas, sendo também seguro, já que é uma ciclovia. E para quem está recomeçando a correr, e melhor ir devagar, indo para lugares mais tranquilos para pegar a "manha" do pedal.

Espero, no final de semana que vem, estar escrevendo aqui sobre uma nova corrida, um novo longão, e desta vez tranquilo, sem dorzinha nenhuma, alegre e confiante para as provas que vêm por aí. Temos o K21 de Pirenópolis (GO), a Volta do Lago que vou participar em um sexteto, e depois a grande prova, a Maratona (se Deus quiser).

Boas passadas.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

67a. CORRIDA SEM COMPROMISSO - PELO LAGO SUL


E começam oficialmente os treinos rumo a Maratona do RJ
E aí, Corredor?!


Não foi nada fácil. Enfrentar uma pequena mas insistente dorzinha que meu novo companheiro, o esporão calcâneo, insistia em apresentar por 19km foi uma constante luta contra minha mente, um ato de superação mesmo, principalmente se comparado a outros longões que, por muito menos, quase desisti de continuar correndo.

Mas enfrentei! Encarei o desafio desta 67a. Corrida Sem Compromisso, que era na verdade uma experiência para ver minha resistência, mais psicológica que física, à pequena dor provocada pelo esporão, ainda um pouco inflamado.

Na verdade, o pior não é durante a corrida, mas sim depois, com o corpo frio. Senti mais dor dirigindo até em casa do que correndo. Enfim, decidi fazer uma auto avaliação e, se sentir que a dorzinha, mesmo que pequena, continuo, foi desistir da Maratona do RJ. Engraçado é que no domingo foi bem mais tranquilo.

Percurso - a proposta, minha e de Aline, era fazer o treino de domingo para os maratonistas, que seria correr de 19 a 22 km. E, para isso, resolvemos encarar um percurso já bem conhecido por nós, o do Pontão até o balão do aeroporto.

O percurso é composto de constantes subidas, não muito pesadas, e descidas na ida e, na volta, um circuito um pouco mais tranquilo, com mais descidas, pequenas ainda, do que subidas. É um percurso bom, mas não é simples. 




Mas a manhã deste 1o. de maio estava agradabilíssima para correr. Começamos nossa corrida às 7h e pegamos um sol fraco, um tempo fresco com um ventinho bem ameno que ajudou e nem senti calor, apesar da distância percorrida.




Minha corrida - fiz uma corrida de estudo, como tenho feito desde a descoberta do esporão. Aí, ritmo leve, para adaptação a passada diferenciada, onde uso mais a ponta dos pés que o calcanhar ou o plantar, e também para perceber minha condição física e psicológica de resistência a pequena dorzinha causada pela inflamação.

Comecei com um pace de 6:20min/km. Durante os 19k, variei bastante, chegando a correr a 5:24 o km e também a 6:50. Resisti bem ao dolorido do calcanhar por todo o percurso, mas o incômodo ainda me preocupa um pouco e,   Durante as passadas auto avaliei que se não estiver psicologicamente preparado, vou desistir da maratona e correr a meia. Mas acho que da para encarar sim, sem me preocupar com o tempo, é claro.

Na corrida, usei um novo tênis que comprei depois de constatado o esporão. Um New Balance Baddeley 890V2, que se mostrou excelente e já será o tênis da prova. Estabilidade, conforto, leveza, maciez. Enfim, achei perfeito, como vendido pelo colega da loja.

O que me preocupou mais foi depois, quando peguei meu carro para voltar para casa. Como o pé fica numa posição só, e é no direito meu problema, senti demais a inflamação ao dirigir. Mas me tranqüilizei por que foi só sair do carro e pisar no chão que a dor passou.

Não sei ainda se vai dar para encarar a Maratona. Acho que sim, mas vou analisar, já comecei a fisioterapia e o tratamento do esporão, para tirar a inflamação e acho que os resultados estão aparecendo, apesar das dores de hoje.

Bom, faltam 2 meses mais ou menos e até lá conseguirei chegar a uma conclusão.

E vamos que vamos, ainda rumo a Maratona.

Boas passadas!


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