segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

MEIA MARATONA DAS PONTES - DESAFIO VENCIDO

A medalha, com o desenho do percurso
E aí, Corredor?!

Mais um final de semana passou. E foi mais um domingo de corrida, uma boa corrida por sinal. Depois de tantas tentativas finalmente consegui fazer a Meia Maratona das Pontes, prova que tem um circuito  bem comentado pelos amigos e que sempre tive vontade de correr. Este ano, matei esta vontade.

E parece que tive sorte! Afinal, os colegas que fizeram as provas dos anos anteriores reclamavam um pouco da organização, principalmente no quesito hidratação. Este ano, eles não vacilaram. A cada 3,5k tinha um posto, sendo que em três deles com isotônico à vontade. Sede eu não senti.

O percurso, confirmei, é desafiador e muito bom. Na verdade, para mim foi até uma forma de vencer um "trauma" já que parte do percurso eu fiz treinando para minha primeira maratona. Parte dos 33 km, único treino específico realizado para a prova de 2010, foi ali. E foi justamente onde senti mais a falta de água de nossa aventura na ocasião. Desta vez, tudo bem diferente.

Por isso tudo é que cerca de 1.500 corredores, fora os pipocas, se reuniram para a prova, que teve largada às 7h30 da manhã em ponto na nublada, ainda bem, manhã de domingo, 24 de fevereiro de 2013.

Correndo na Ponte JK
Organização - A melhora na organização veio com o preço elevado da inscrição: R$ 90,00. Isto gerou muita reclamação de amigos corredores, tendo até quem fizesse protesto correndo com uma camiseta cheia de pipoca pregada nela. Na verdade, a galera está reclamando do alto preço de todas as provas que têm vindo para a cidade, que têm sido em média de R$ 90,00.

No kit, uma camisa bonita, mas com uma cor meio complicada para quem corre. Preta, com um tecido pesado e tendo um belo desenho, mas inviável para correr, pelo menos para mim e outros tantos corredores que conversei. No kit ainda vinha uma meia e uma toalha. A medalha ficou legal. Nada de tão especial, mas bem legal.

Em termos de hidratação a organização foi impecável. Pontos a cada 3,5 km, inclusive com o último a pouco mais de 1k da chegada, com isotônico. E água à vontade. 

Ponte Costa e Silva, a primeira subida
O percurso - A Meia Maratona das Pontes é uma das provas de destaque de Brasília. Seu percurso é interessante e com belo visual. Corremos em volta do Lago Paranoá, entre a Ponte Costa e Silva e a Ponte JK, em trechos de leves, constantes ou intensas subidas e poucos descidas, com alguns quilômetros de pista plana.

A largada é em frente ao Pontão do Lago Sul, um dos lugares mais bonitos da cidade. Nos dirigimos rumo à L4 sul, avenida que margeia o Lago Paranoá, passando pela Ponte Costa e Silva. Como em toda o início de ponte, uma subida para depois descermos. 

Saindo da ponte pegamos o acesso a L4, em uma intensa subida. Na L4, uma subida leve mas constante até o 6 km mais ou menos. Depois uma leve descida até pegarmos a pista de acesso ao setor de clubes, onde temos os único quilômetros de pista plana.

E corre, corre, corre até pegarmos a via de acesso a belíssima Ponte JK, um dos mais novos cartões postais de Brasília. Para o acesso, uma pequena subida, intensa, depois um descidão até chegarmos a pista de acesso ao Lago Sul, com uma pequena subida na entrada da ponte.

Na L4 Sul
No Lago Sul um sobre e desce constante. Já conhecia o percurso e sabia de sua dificuldade. Não tem refresco. Ou forçamos os joelhos nas descidas ou nos cansamos nas subidas. E isso até quase o final, quando chegamos ao Pontão do Lago Sul novamente para cruzarmos a linha de chegada.

Minha corrida - Não estava 100% para fazer a prova. Desde a volta da viagem aos Lençóis Maranhenses uma gripe fraca mas insistente tem me atormentado, a mesma do Desafio do Tororó, que dificulta a minha respiração. Ciente disso, procurei correr o mais tranquilo possível, mas acabei ficando surpreso com meu ritmo médio no final. de 5:27min/km, o que me levou a terminar a prova em 1h55, um tempo bom tendo em vista que parei várias vezes para tirar fotos e ainda andei um pouco nos pontos de hidratação onde tinha o isotônico para poder beber sem me encharcar com o líquido.

Subida onde Samille e Cássio me encontraram, no Lago Sul
No caminho, Samille e Cássio me encontraram, por volta do quilômetro 16, antes da mais pesada subida do Lago Sul. Na subida, Cássio ficou um pouquinho e eu e Samile continuamos até o final. Ela queria fazer a prova e conseguiu, fazendo em 1h56, alguns segundinhos a mais apenas que eu. E ficou super feliz pelo excelente resultado.

No balanço geral, gostei demais da prova. Eu, que sempre tive vontade de correr pela Ponte JK, na pista e não na lateral, como já havia feito em outras oportunidades, consegui realizar esta vontade. Não pude deixar de registrar a passagem por ali.

Alegria na chegada, com Samille e Alexandre
Boas passadas.

2 comentários:

Luiz Souza disse...

Legal Caíque, parabéns pela medalha linda. É gostoso realizar um sonho, uma vontade. Legal mesmo

Vendo sua descrição volto a sonhar com a corrida da ponte Rio Niteroi. Foi meu sonho do ano passado conseguir condições para participar dela esse ano, mas até agora nenhuma notícia da prova.

ivana. disse...

Muito bom, amigo, parabéns pela conquista. Meu carinho e bons treinos.