segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

CORRIDA DE REIS 2014. MAIOR CORRIDA DE RUA DE BRASÍLIA

16 mil inscritos, recorde em corridas de rua de Brasília
E aí, Corredor?!

16 mil inscritos, mas cerca de 100 corredores de elite (quenianos e brasileiros, entre outros) e cerca de 4 mil "pipocas". Com estas estatísticas, a Corrida de Reis se firma e se consagra, na sua 44ª edição, como a maior corrida de rua de Brasília.

A procura pelas inscrições movimenta o início de ano dos corredores do DF e das cidades próximas de Goiás e Minas, principalmente. No primeiro dia fora colocadas a disposição 12 mil vagas, que foram preenchidas em menos de um dia. Depois de uma semana, a organização resolveu colocar mais 4 mil vagas a disposição, que foram preenchidas em cerca de 40 minutos.

É inquestionavelmente um sucesso e, com este quantitativo de participantes, se considerarmos apenas os oficialmente inscritos - 16 mil - temos a corrida com recorde de inscritos, superando de longe corridas chiques e "queridinhas" da galera, como Circuito das Estações e Golden 4.

Eu era um dos 16 mil inscritos. Consegui minha inscrição na primeira leva. Decidi, naquele momento, correr os 6K - o atleta podia escolher entre os 6 e os 10 Km de distância - mas no dia me empolguei e resolvi encarar os 10 Km, a distância maior e mais desafiadora.

Organização - apesar de ser uma prova com inscrição gratuita - bastava levar 5 kg de um alimento não perecível - a Corrida de Reis tem uma organização que não deve a nenhuma prova cara. Foram três dias para pegar o Kit e o Chip, descartável, é retirado no mesmo dia, junto com o número. Tudo bem, a camisa deste ano não estava lá com um material maneiro, mas, oras, era de graça. E ainda tinha um squeeze. 

Na entrega, tranquilidade total. Entre deixar os alimentos e pegar o kit devo ter levado uns 5 minutos. Muito rápido e prático.

No dia da prova, a largada foi realizada me 4 pelotões - Elite, portadores de necessidades especiais, 10 Km e, por fim, 6 Km. Para largar, tranquilo, a não ser pela "multidão" de corredores. Mas a pista do percurso era ampla, com todas as seis faixas do Eixo Monumental reservadas apenas para os corredores. Pelo menos até a quebra entre os 6K e os 10K. Para galera dos 10K, em menor quantidade, no trecho da Esplanada dos Ministérios, 4 faixas foram reservadas, um bom número.

Tivemos 3 pontos de Água para os 10K e creio que 2 para os 6K, o suficiente. O único problemas esta na chegada. Pelo menos na hora que passei, não faltou água para ninguém, mesmo com o "mar" de copinhos esparramados pelo asfalto.

Na chegada o único problema, que a organização, que tem parte da culpa no processo, precisa resolver. Entre o pessoal dos 6K, muitos caminhantes, que fazem esta caminhada em bloco, ficando 3 ou até 5 lado a lado conversando enquanto anda até a chegada. Como os corredores dos 10K, que geralmente estão mais focados em correr e fazer tempo, se encontram, justamente na maior subida, com essa galera, nos 2 Km finais fica ruim de correr, por que a turma caminhante dos 6K atrapalha demais. De repente, uma solução e ter percursos diferentes ou a turma dos 6K largar antes da dos 10K. Enfim, precisa mudar isso.

Na entrega das medalhas um certo tumulto, mas era muita gente. Tinha umas 10 baias com gente entregando medalha e kit de reposição, mas todos com filas enormes. Só que, repito, era muita gente mesmo. Só que, pelo menos na minha vez, a fila andava.

Uma outra reclamação foi feita por uma amiga minha. Ela correu com o relógio com GPS dela e conferiu o tempo final informado pela organização e o do relógio, que não bateram. Para quem gosta de ver o tempo, uma chateação.

Percurso - Como mencionei, eram duas distâncias - 6 e 10K. Foram 10 mil atletas nos 6 Km e 6 mil nos 10 Km. A largada de ambos era em frente ao Estádio Nacional e começava com uma subidinha até o primeiro retorno. Daí, descida até o Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, para depois subirmos cerca de 5 Km, com trechos pesados como o subidão da rodoviária. 

Para a turma dos 6K, a largada era um pouquinho mais abaixo, no resto, igual, com a descida indo até antes da rodoviária e depois, acredito, cerca de 3K de subida até a chegada, que de ambos os percursos era em frente ao Ginásio Nilson Nelson.

Amigos corredores, sempre um bom motivo para
continuar neste esporte
Minha corrida - Estava receoso por conta da minha lesão, o esporão calcâneo, que me persegue desde julho de 2013 e não sarou totalmente, por isso e pelo tempo de inatividade, resolvi me inscrever nos 6K. Mas, na hora da prova, acabei correndo os 10 Km mesmo, sendo desclassificado na tomada de tempo.

Procurei cadenciar a passada, buscando a pisada mais confortável possível, que conseguia ao alargar a passada. Na subida, continuei no mesmo ritmo, menos no subidão da rodoviária, que resolvi caminhar rápido por uns 300 metros para não forçar muito o calcanhar. Depois, até a chegada, correria. E cheguei bem, inteiro, sobrando. Gostei do meu desempenho, mesmo não fazendo um tempo maravilhoso - 55min16 - mas feliz por completar correndo bem e em menos de 1h.

Gostei da minha prova. Curti cada passada, já pensando no grande desafio do primeiro semestre, a meia maratona de Nova York. corrida maneiro que vou fazer como Aline em março. Queria estudar o melhor jeito de correr e encontrei. Fiquei feliz, principalmente por que o psicológico foi "de boa". 

Correr é uma terapia e tanto para mim. E estava com saudade de correr mais que 5 Km, distância que tornou-se obrigatórias para mim no segundo semestre. Foi muito bom.

Agora é curtir e esperar o próximo desafio de 2014.

Boas passadas!  

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

62K DE PEDAL

E aí, Corredor?!

Fim de semana de recorde pessoal batido. Mas não foi correndo não. Foi pedalando. Mais de 62 Km pedalando, por cerca de 3h30.

Resolvi sair no domingão nublado com minha Magrela e andar, com um percurso  pré-definido mas que mudou um pouco a cada pedalada.

A idéia era sair de casa e ir até o Parque da Cidade, no Plano Piloto em Brasília. De casa, em Águas Claras, até lá devem dar cerca de 10Km. Mas a ideia não era  só chegar, mas ainda dar uma volta pelo circuito interno do Parque - cerca de 10K de distância - e voltar para casa, rodando depois o Parque de Águas Claras. 

Tudo planejado mas cumprido em parte. Acabei dando duas voltas no Parque da Cidade e ainda rodando pela ciclovia da EPVP - avenida que dá acesso a Águas Claras e outros bairros. Além disso, ao invés de voltar ao final da ciclovia resolvi seguir em frente, passeando pela EPNB até a entrada que dá acesso ao Guará - cidade satélite do Distrito Federal - e daí voltando a EPVP rumo a minha casa.

Nesta história toda acabei não passeando pelo Parque de Águas Claras já que, pensei, de tão lotado que estaria, seria impossível curtir um pedal tranquilo pelo seu circuito.

No caminho, tipos diferenciados de terrenos: asfalto, grama e trilhas recheadas de muitas subidas e descidas. Sem esquecer do trânsito, mais intenso na EPTG, avenida que liga Águas Claras, e outros bairros, ao Plano Piloto onde circulam, diariamente, uma média de 100 mil carros por dia.

Pedal - Saí tarde de casa, um pouco antes das 8h da manhã. A preguiça abateu e quase nem pedalo. Mas venci a danada e fui. A saída de Águas Claras estava tranquila, e assim foi durante todo o caminho de ida até o Parque da Cidade, no Plano, sem grandes sustos.

As duas volta pelo circuito interno do Parque foram fazendo o "8", para que a distância de 10K fosse cumprida à risca. Na segunda volta, percebi que a pista estava enchendo e saí fora, até por que teria a "pedreira" da EPTG, mais movimentada e com mais subidas na volta.

Aí, o grande susto. Resolvi pegar a pista dos ônibus, lado esquerdo da via, já que na ida fiz o mesmo e nenhum veículo grande me passou. Mas o horário era outro e, no início do trecho, um ônibus passando pertinho do meu lado, balançando a bike. Ainda bem que Deus estava comigo, e fiquei calmo. Mas logo depois, saí daquela faixa e fui para a direita, ficando no ponto certo, dos veículos mais lentos.

Daí, tudo muito bom. Cheguei na ciclovia sem mais problemas e cheio de "gás". Aí, resolvi fazer os 8K dela e, no caminho, ir até a estrada férrea, voltando para casa pela EPVP.

O final, mais de 3K, é de uma subida bem chata. E eu, com as pernas cansadas, parecendo dois chumbos, fiz na marcha lenta. Um pedal maluco e surpreendente.

No final, recorde de pedal: mais de 62 Km rodados. Muito bom.

O melhor é que descansei o tornozelo lesionado e ainda fiz um bom exercício. E o projeto outlet ficou mais próximo depois dessa aventura.

Boas passadas ... e pedaladas também.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

ÓCULOS DE SOL. AMIGÃO DO CORREDOR

E aí, Corredor?!

Corredor experiente tem vários itens indispensáveis para sua prática. Uma camiseta esportiva, própria para corrida (que dissipa o suor com mais rapidez e com proteção do sol), tênis específico para a pisada, boné, relógio com cronômetro. São tantos os acessórios que é melhor a gente deixar tudo pronto no dia anterior ao treino ou prova, para não esquecer nada.

E entre esses itens não pode faltar o óculos de sol - no caso de a prova ou treino ser durante o dia, como normalmente acontece. E não é só um artigo de luxo não. Pesquisas constatam regularmente a importância do acessório. E isso ficou ainda mais claro para mim ao ler a reportagem do site "O2 Por Minuto": Óculos de sol garantem saúde dos olhos.

A reportagem do site fez uma entrevista com o oftamologista Newton Kara José Júnior, do conceituado hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, que enfatizou a importância do uso dos óculos de sol na nossa corrida. "Na retina, a radiação ultravioleta diminui sua vitalidade, apressando o envelhecimento das células responsáveis pela visão", cita o médico,

Leia a reportagem e confirme também a importância de correr com um bom óculos de sol. Prevenir é melhor que remediar, já diz o ditado.

"Óculos de sol garantem saúde dos olhos

Para muitos corredores, os óculos de sol são apenas um apetrecho na hora do treino. Porém, o item é de extrema importância, principalmente nas épocas mais quentes do ano, quando os raios solares – prejudiciais aos olhos – são mais intensos.

Várias partes do órgão responsável pela visão são afetadas por esses raios. “Na retina, que é a porção posterior do olho [como o filme de uma máquina fotográfica], a radiação ultravioleta diminui sua vitalidade, apressando o envelhecimento das células responsáveis pela visão”, explica o oftalmologista Dr. Newton Kara José Jr., do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. 

A longo prazo, isso pode prejudicar a qualidade visual de maneira irreversível, de acordo com o médico.Outra região que sofre danos com o excesso de exposição ao sol é o cristalino – comparável à lente de uma máquina fotográfica. “A radiação ultravioleta acelera a formação da catarata”, afirma o oftalmologista. A doença é a opacidade parcial ou total do cristalino, que pode levar à cegueira. 

Por último, “na superfície ocular, os raios UV podem causar câncer”, garante o médico.Os óculos de sol com lentes de proteção contra raios ultravioleta protegem os olhos contra todos esses problemas. “Ele previne doenças oculares e mantém a qualidade visual para o futuro, especialmente em corredores, que ficam muito tempo expostos ao sol.

”Para garantir a saúde da visão, não compre quaisquer óculos. Para saber se as lentes realmente têm proteção contra os raios solares, temos que leva-las ao Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), na Universidade de São Paulo (USP)”, diz o Dr. José Jr. Por isso, ele recomenda a compra do acessório sempre em lojas especializadas e, de preferência, com uma marca conhecida. “Óculos escuros sem a proteção UV fazem mais mal aos olhos do que não usar nada”, finaliza."


Boas passadas . . . com um bom óculos de sol para proteger a visão.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

DE VOLTA AOS TREINOS

Clube da Caixa, em Brasília, 4 de janeiro de 2014. Cerca
de 30 amigos curtindo o primeiro treino da Equipe X de 2014
E aí, Corredor?!

Acabou a moleza! Neste domingo, dia 4 de janeiro, voltei aos treinos de corrida junto com a Equipe X. Depois de 2 meses longe, só correndo algumas provas de 5K e pedalando nos finais de semana, num repouso provocado, voltei. E como foi bom ter voltado.

O treino, idealizado pelo professor Nirley, consistia em um aquecimento e, logo depois, uma corrida de 7 Km. O percurso, uma ciclovia que margeia a L4 Norte, avenida dos clubes em Brasília, consistia em um circuito relativamente tranquilo, com uma descida, que na volta virou subida, mais pesada.

A ciclovia, ainda sendo pavimentada, era metade de terra e metade de asfaltada. No trecho de subida, asfalto, o que possibilitava uma corrida mais rápida.

A "grande" subida
Mas o calor "pegou". O pesado calor da manhã de domingo, quando a corrida começou, prejudicou o psicológico, forçando uma corrida mais cadenciada na segunda metade. Eram 9h/10h da manhã, e o calor esta demais. 

Cerca de 30 amigos da Equipe X compareceram para o treino, um número bem legal para este período de férias em que a galera esta mais viajando. E ainda bem que tinha esta turma. Foi ótimo voltar ao convívio dos amigos, poder "papear" sobre nosso esporte e nossos planos para o ano. Todo mundo com um objetivo, uma corrida diferente.

Foi bom estar de volta. Bom demais!

Boas passadas.
Aquecimento. E eu arrancando para um novo ano de corridas

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

RETROSPECTIVA 2013 - UM ANO MARCADO POR NOVAS CORRIDAS E UMA LESÃO

Meia Maratona da Disney, estreia em prova internacionais
E aí, Corredor?!


Primeira corrida internacional, primeira corrida de montanha, terceira maratona e cinco anos do E AÍ CORREDOR, primeira lesão. O ano de 2013 se mostrou bem emocionante e cheio de novidades, mesmo sendo ele o meu sétimo ano envolvido com o esporte.
2013 começou com uma estreia: corri a minha primeira prova fora do Brasil. E o palco escolhido foi a Disney World, em Orlando – EUA.
Já estava “paquerando” a prova desde 2010, quando li a matéria sobre a vitória do brasileiro Adriano Bastos. E percebi que seria uma corrida bem diferente de tudo o que eu havia pensado em participar. Primeiro, correndo fora do meu país. Segundo, correr nos parques da Disney, curtindo toda a magia que eles transmitem. E, finalmente e mais importante, poder correr com vários amigos, da Equipe X e de outras equipes.
A prova é realmente fantástica. Corri os 5K e a meia maratona no dia seguinte. São provas onde correr seria fácil não fosse tantas atrações colocadas pelo percurso. Personagens do mundo Disney, parques, iluminação, tudo para encantar os participantes, além da excelente estrutura de kit e organização.
Golden Four Asics no Rio. Onde a lesão apareceu
Voltando ao Brasil, a meta foi a preparação para curtir os Lençóis Maranhenses no carnaval com a Equipe X. E para isso, nada melhor que encarar duas provas: a Corrida de Reis, uma das melhores e mais cheias de Brasília, e a Meia Maratona das Pontes, a que possui o circuito mais bonito.
Depois, férias no Rio e momento de correr a Golden Four Asics fora de Brasília. Eu e Aline tiramos nossas férias na capital fluminense, e entre as atrações estava a meia maratona. Corremos com outros amigos, como Orion, da Equipe X. E acabamos fazendo mais que uma meia, na verdade, corremos uns 30 Km, continuando, depois de São Conrado, pela avenida beira mar, passando pela Niemayer e chegando ao Leblon, onde resolvi parar por que a dor do Calcâneo começara a se manifestar.
Lesão que me acompanhou o resto do ano. O esporão calcâneo, resultado de uma sobrecarga de corridas, me perseguiu, atrapalhando todos os meus treinos e corridas. Tive que mudar a passada, adquirir calçados novos, rever treinos. Não fiz muito até junho, quando iria encarar a minha 3ª Maratona no Rio. Mas depois dela, mais no segundo semestre, resolvi reduzir bastante meu ritmo de treinos e corridas.
Antes da Maratona, mais uma Volta do Lago Caixa, na equipe Condor Team. A novidade foi correr em um sexteto – eu, Rafael, Sérgio, Eduardo, Thaís e Gracie. Corremos na categoria aberta e foi uma prova fantástica de todos. Superação de cada um em cada trecho, como sempre.
K21 de Pirenópolis (GO), primeira corrida de montanha
Ainda encarei a Meia Maratona K21 de Pirenóplis. Eram 21k correndo em montanha e trilhas da cidade de Pirenópolis, em Goiás, passando por rios, morros, pedreiras, num sobre e desce incrível. Corrida emocionante e diferente mesmo.
Em, antes da Maratona, a Fila Night Race, prova noturna de primeira linha que aconteceu em Brasília, correndo muito mais que 5k.
Depois, a Maratona, 3ª da minha carreira e totalmente diferente de todas as outras. Com a lesão, treinei sempre abaixo do meu potencial, e ainda alternei com o pedal. Mas o principal foi o fator psicológico, o medo de não conseguir vencer os mais de 42 Km por conta da dor. Venci, fazendo em um tempo bem maior que ano passado, mas chegando feliz e inteiro ao final, já que não exigi demais. De qualquer forma, foi uma prova fantástica onde a superação mais uma vez se mostrou.
Em junho, logo depois da Maratona, comemorei os 5 anos de existência do blog E AÍ CORREDOR. Cinco anos de histórias, dicas, vídeos, amigos e muitas alegrias. 
Terceira Maratona. Superando uma lesão
No segundo semestre, recuperação. A lesão me atormentava e evitei várias provas. Passei a correr provas oficiais, não fazendo mais Corridas de Aventura ou Sem Compromisso, e basicamente de 5K. Fiz apenas uma de 10K, a Track & Field do Park Shopping e outra de 6K, em Anápolis, a Music & Run, uma das melhores do ano, que foi de 6K.
Corri duas etapas do Circuito das Estações Adidas – primavera e verão -  uma etapa noturna da Track & Field no Iguatemi Shopping, também a Corrida do Oba Hortifruti, Circuito CorujãoCircuito de Corridas da Caixa. Também estreei em uma prova oficial no meu bairro, Águas Claras, todas de 5K.
E, para terminar, nada melhor que um desafio em montanha. 400 metros de “pirambeira” na fazenda Taboquinha, em uma prova organizada pelo professor Nirley na Taboquinha. Uma das mais difíceis do ano. Subir o morro no tiro não é para qualquer um não.
O que espero de 2014 e voltar para as pistas, correndo com mais tranquilidade e usando minha experiência, adquirida com essa primeira lesão grave que tive. Fiquei mais de uma semana em repouso, sem encarar nenhuma prova, para me recuperar e poder entrar o ano inteiro, por que as metas já se anunciam. E, para começar, terei a minha segunda prova internacional: 21K em Nova York.
Vamos que vamos !!!!
Boas passadas em 2014!!!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL CORREDOR !!!

De presente no Natal desejo a vontade de
conquistar distâncias cada vez maiores
E aí, Corredor?!

Mais um ano vai se passando, o Natal já bateu a porta e tenho certeza que os vários são os desejos que queremos realizados.

Para os que passaram o ano lesionados, como eu, a recuperação da lesão e a volta às pistas em 2014.

E que não venham mais lesões! Que possamos nos exceder menos e correr mais.

Para os que bateram sua meta, um novo desafio, mais misterioso e desejado.

Para os que correram 5 Km, encarar com tranquilidade provas de 10K em 2014 ou bater os recordes pessoais nos 5K.

Para os que já sabem o que é correr 10 Km sem parar, mais distâncias: 10 milhas (16K), 20K, Meia Maratonas (21K) e, quem sabe, uma Maratona (42,195K).

Para os meia maratonistas, aquela Maratona tão desejada, no Rio, em Floripa, em Sampa, na sua cidade, fora do Brasil.

O que venha no presente "aquela" Maratona, ou corrida perfeita, onde o recorde pessoal tenha sido batido, e você tenha chegado inteiro no final, rindo pelas orelhas.

E por que não aquela passagem para encarar a primeira prova internacional. Seja em Buenos Aires ou em Nova York. Que tal Paris, Berlim, Amsterdam, África do Sul ...

E um novo desafio, como sair do asfalto e correr nas trilhas? Que o presente seja várias provas no meio do mato, em trilhas "casca grossas" e que dão aquela sensação gostosa de superação no final.

Enfim, que venham corridas. Corridas onde tiver que ser. Oficiais ou Sem Compromisso. Na "pipoca" ou na inscrição. Correr pelo prazer de dar as passadas, conhecendo novos horizontes ou ficando mais especialistas naqueles tradicionais.

Que apareçam distâncias a serem "quebradas", percursos a serem descobertos, desafios a serem superados, conquistas e mais conquistas.

E também o tênis mais confortável e tecnológico para qualquer corrida, que proteja de qualquer tipo de impacto e ainda ajude na melhoria da performance, principalmente fazendo a gente chegar inteiro no final.

Que de presente venham os amigos corredores distantes, retornando às corridas com a gente. Que o desânimo nem chegue perto, que a gente mantenha nossa "pegada" nas passadas prazerosas e saudáveis.

E, o principal, SAÚDE. Que Papai tenho deixado na árvore muita saúde para poder encarar todos os desafios que queremos em 2014.

Boas passadas. Feliz Natal! E que venha 2014!!!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

CORRENDO TERRÍVEIS 400 METROS

"Subidinha" de 400 Metros. Tudo começava naquelas bandeiras
brancas láááá... embaixo
E aí, Corredor?!

Confraternização de fim de ano de equipes de corrida tem que envolver uma corridinha de final de semana. E como não poderia deixafr de ser, com a Equipe X não foi diferente. Diferente mesmo só o desafio criado pelo nosso professor Nirley.

Corri na Taboquinha diversas distâncias, sempre bem mais que simples 10 Km. Foi na fazenda, localizada nas proximidades de Brasília, que encarei minha primeira corrida em trilha de terra. E foi ali que estreei também em distâncias maiores que 10k.

Mas nada me preparou para o desafio deste ano. Na verdade, conheço bem as estradas da Taboquinha. E o trecho escolhido por Nirley para fazer a nossa corridinha já fez parte de algumas das corridas feitas lá. Por isso não achava que ele poderia me surpreender tanto no grau de dificuldade criado neste "tiro" em trilha.

A corrida consistia em correr apenas 400 metros. O único detalhe, previamente avisado pelo professor, era que seriam 400 metros de subida extremamente íngreme. Já conhecia a danada e sabia da intensidade dela, um dos pontos mais altos da fazenda. E só uma vez consegui vencer esta subida correndo - na verdade trotando.

Mas o detalhe é que Nirley resolveu jogar mais adrenalina na galera e inventou uma "competição". Criou baterias de cinco corredores, escolhidos por ele, separando os homens das mulheres e o tempo de Equipe X, e inventou estas provas de velocidade na subida e em trilha. 

Na maior subida poucos conseguiam correr
Subida forte, pista cheia de pedras para fazer a gente escorregar, buracos e, para completar, Nirley acrescentou cama elástica e pular uma corda antes da subida para dificultar ainda mais o tiro.

Não foi fácil e todos que fizeram chegaram extenuados no final da subida. Quase nenhum corredor conseguiu subir a "pirambeira" correndo. Mesmo assim, quem chegava trazia consigo, além do cansaço extremo, um grande sorriso de satisfação no rosto que gritava "eu venci!".

Foi um excelente treino, muito bem organizado - uma dupla de massagistas esperava quem quisesse relaxar a musculatura após a corrida e uma mesa farta de frutas, sucos e outras iguarias esperava os aventureiros. Além disso, ao campeão de cada bateria, um Shandon para estourar comemorando a vitória.

Na verdade, todos fomos vencedores neste dia  - domingo, 15 de dezembro de 2013.  Corremos os mais difíceis 400 metros de nossas histórias de corredores - pelo menos a maioria - e vencemos a desafiadora subida. 

Um teste e tanto, para corações, pernas e mentes fortes. 
Aos vencedores, um espumante para comemorar a vitória. Em todas
as baterias, essa comemoração envolvia os "adversários"